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Viana do Castelo

Viu um ‘ninho’ de vespa asiática em Viana? Já pode denunciar online

Vespa asiática

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Foto: O MINHO

A Câmara de Viana do Castelo em conjunto com os serviços de Proteção Civil passam a disponibilizar um portal para registar avistamentos de vespeiros de velutina, vulgo vespa asiática (ver aqui).


O registo pode ser feito através de um novo site criado especificamente para o efeito, onde é necessário indicar uma série de características para facilitar a ida dos serviços ao local.

No portal é pedido nome, contacto telefónico, local e data de avistamento, para além de uma série de factores importantes para aqueles serviços, como se existem vespas ao redor do ninho, a altura em que se encontra, o local onde está, entre outras características.

Os principais efeitos da presença desta espécie não indígena manifestam-se não só na apicultura, por se tratar de uma espécie carnívora e predadora das abelhas, mas também para a saúde pública, porque, embora não sendo mais agressivas do que a espécie europeia, reagem de modo mais agressivo se sentirem os ninhos ameaçados, podendo fazer perseguições até algumas centenas de metros.

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Viana do Castelo

Autor de massacre em Viana acusado de matar por dívida de 600 mil euros

E depois terá matado colega que o ajudou a encobrir o crime

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusa Rui Amorim, autor do massacre de Vila Fria, em Viana do Castelo, em 1995, de ter assassinado um colega que conheceu na prisão por uma dívida de 600 mil euros e matado outro ex-recluso que o ajudara a encobrir o primeiro crime, avança o Jornal de Notícias (JN) na edição desta terça-feira.

Como O MINHO noticiou, a Polícia Judiciária (PJ) concluiu que Rui Amorim aproveitou uma saída uma saída precária para matar dois homens “seus conhecidos do ambiente prisional” e ocultar os corpos.

O autor do massacre de Vila Fria terá assassinado Fernando Borges, conhecido pela alcunha de “Trico”, que liderou o “gangue de Valbom”, em julho de 2018, por causa de uma dívida de 600 mil euros. Depois, terá matado Eduardo Costa, ex-recluso da cadeia de Coimbra que o ajudara a encobrir o crime.

Apesar de os corpos nunca terem sido encontrados, nem se saber como Amorim matou as duas vítimas, o MP garante que “Trico” devia 600 mil euros, refere o JN.

Autor de massacre em Viana é suspeito de duplo homicídio cometido em saída precária

Rui Amorim que, em 1995, cometeu matou à facada um tio, uma tia e um sobrinho, tinha sido condenado a 20 anos de prisão, parte dela cumprida na cadeia de Coimbra, onde conheceu os dois homens que terá matado, numa das saídas precárias de que começou a beneficiar a partir de 2017.

Segundo a acusação, quando “Trico” saiu cadeia em 2017, passou a dedicar-se ao tráfico de droga e Amorim também começou a vender droga no interior da cadeia.

“Não obstante os negócios de aquisição de droga que celebrou com a vítima, o arguido Rui Amorim, por motivos não concretamente apurados, mas relacionados com uma dívida de cerca de 600 mil euros da vítima Fernando ao arguido, decorrente de um negócio de droga gorado, formulou o propósito de o matar”, refere a acusação, citada pelo JN.

O líder do “gangue de Valbom” desapareceu no dia 1 de julho de 2018 após ter ido encontrar-se com Rui Amorim a Viana do Castelo.

O triplo homicida terá pedido ajuda a Eduardo Costa. Convenceu-o a telefonar à mulher de “Trico” para dizer que o marido estava vivo e exigir 115 mil euros de resgate. E, depois, eliminou-o porque era a única testemunha a poder ligá-lo à primeira morte.

Ainda de acordo com o JN, Rui Amorim escreveu uma carta ao MP a culpar Eduardo Costa da morte de “Trico”.

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Viana do Castelo

Viana do Castelo contesta em tribunal cobrança de IMI ao navio Gil Eannes

Fundação liderada pelo presidente da Câmara exige isenção do imposto

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Foto: Fundação Gil Eannes

A Fundação Gil Eannes vai pedir em tribunal a isenção de imposto municipal sobre imóveis (IMI) para aquele antigo navio-hospital, que está fundeado na doca comercial de Viana do Castelo, funcionando agora como museu, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a fundação acrescenta que o presidente do Conselho de Administração e da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, também “informou” o primeiro-ministro e os ministros das Finanças e do Mar sobre a questão.

Em causa está a notificação da avaliação do Navio Gil Eannes referente ao seu enquadramento como sujeito passivo de IMI, como “prédio tipo outros”.

O conselho de administração contesta, lembrando que “o bem móvel objeto de avaliação é um navio, o qual está fundeado na doca comercial, tem feito deslocações para o estaleiro e vice-versa, flutua e navega”.

Sublinha, por isso, ter algumas dúvidas que o navio possa ser considerado um prédio, “assente e com fundações de implantação”.

A Fundação refere que o navio “tem uma missão cultural” e é “um dos espaços mais visitados do país, enquanto memória viva da pesca do bacalhau”, tendo até certificado de navegabilidade.

“Por isso, e pelo conhecimento de situações análogas no país, esta será uma situação única no país, pelo que o Código do IMI não pode ser aplicado pelas suas especificidades de ser uma embarcação e o cálculo da sua dimensão se reger pelas normas da arqueação”.

Assim, e sendo a Fundação Gil Eannes uma entidade sem fins lucrativos e que representa “um ativo cultural e museológico muito importante para Viana do Castelo e para o país”, a administração solicita que o navio-museu Gil Eannes não seja enquadrado como sujeito passivo de IMI, uma vez que flutua e navega e dispõe de certificado de navegabilidade, pelo que “não poderá” ser considerado um prédio , mesmo na tipologia de “outros”.

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Viana do Castelo

Já chegaram os primeiros doentes covid à unidade de retaguarda de Viana

Covid-19

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Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO

A unidade de retaguarda instalada no Centro Cultural de Viana do Castelo já recebeu os três primeiros doentes covid durante esta tarde, apurou O MINHO no local. São esperados mais utentes durante as próximas horas.

Estes são os primeiros três infetados que necessitam de internamento naquela Estrutura de Apoio de Retaguarda, que conta, numa primeira fase, com 30 camas, podendo ‘crescer’ até às 120, ou, em caso de “catástrofe”, 200.

Não foi possível apurar a proveniência destes doentes, mas sabe-se que pelo menos um utente é de Caminha e não estava internado no hospital distrital.

Fonte ligada à área da Saúde disse a O MINHO que nesta unidade existem melhores condições de trabalho do que no próprio hospital, uma vez que não há “tanta confusão” e há “mais espaço” para trabalhar.

O presidente da comissão distrital da proteção civil de Viana do Castelo, Miguel Alves, que também preside ao concelho de Caminha,  já havia explicado que esta estrutura nasce após o aumento de casos no distrito, esperando que venha a “acomodar muita gente” ao longo dos próximos dias.

Unidade de retaguarda do Alto Minho começa a receber infetados nos próximos dias

Na abertura da estrutura, Miguel Alves disse que das 81 camas na enfermaria de covid no Hospital de Viana do Castelo, “apenas quatro estão disponíveis. Na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) existem 25 camas e apenas três estão disponíveis”, especificou.

Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO

“No limite, se tivéssemos uma situação de absoluta rutura, catástrofe, que não prevemos, o espaço está preparado para acomodar 200 pessoas”, sustentou o autarca socialista.

“Trabalhamos em módulos de 10 camas e, por cada dez camas, temos de ter cinco auxiliares de ação direta e ação geral, um enfermeiro e um médico”, especificou.

Adiantou que, em outubro, “a média de novos casos, por dia, no distrito de Viana do Castelo era de 28. Em novembro, estamos a ter 85 casos por dia”.

Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO

“Isto coloca muito pressão sobre as instituições que apoiam os idosos mas também sobre as unidades hospitalares”, frisou.

A EAR foi instalada pela Câmara de Viana do Castelo, em abril, no centro cultural da cidade.

Inicialmente esteve prevista a desativação desta unidade, no final de outubro, mas, entretanto, a Câmara de Viana do Castelo e a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) decidiram prolongar o seu funcionamento até final de novembro devido ao aumento de casos de covid-19 na região.

A abertura da estrutura em Viana do Castelo contou com a participação do secretário de Estado Coordenador Eduardo Pinheiro, que disse “em todos os distritos da região Norte ou já tem espaços abertos ou tem espaços que abrirão nos próximos dias”, sendo que no distrito do Porto foram criados dois espaços.

A sessão contou ainda com a presença do presidente da Câmara de Viana do Castelo, presidente do conselho de administração da ULSAM, Comandante Operacional Distrital, diretora do centro distrital da Segurança Social e delegado de saúde coordenador.

(notícia atualizada às 19h24 dando conta da entrada de um terceiro utente)

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