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Futebol

Vitória está “saudável em termos mentais e físicos”

Vitória recebe oBoavista, em Guimarães, na estreia no campeonato

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O treinador do Vitória SC, Ivo Vieira, afirmou hoje que a sua equipa precisa de “empenho e dedicação” para derrotar o Boavista, no domingo, em partida da segunda jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Após cinco triunfos em cinco jogos oficiais, para a Liga Europa e para a Taça da Liga, com um registo de 15 golos marcados e nenhum sofrido, a turma vitoriana vai estrear-se no campeonato com a intenção de superar um rival que, teoricamente, apresenta um “grau de dificuldade” superior ao dos encontros anteriores.

“Vamos encontrar uma equipa competitiva, com um grau de dificuldade que poderá aumentar pela capacidade do adversário. Mas isso pode também aumentar o nosso empenho e a nossa dedicação. Vamos tentar ser mais competentes dentro do jogo”, disse, na antevisão ao encontro agendado para as 18:30, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.

O treinador considerou que a formação ‘axadrezada’ vai ser mais difícil do que Jeunesse Esch (Luxemburgo), Feirense, da II Liga, e Ventspils (Letónia), por “conhecer melhor a estrutura e os atletas do Vitória”, mas prometeu um Vitória sempre de ‘olhos’ na baliza adversária, independentemente da postura mais defensiva ou ofensiva do adversário.

“A nossa paciência é procurar a baliza do adversário, procurar fazer golo. Faz todo o sentido que seja assim, porque eu não consigo ver o jogo de outra forma. Se não o conseguirmos fazer, é por mérito do adversário e nunca por iniciativa nossa. Em termos estratégicos, não me cabe a mim o que o Boavista vai fazer”, reiterou.

Questionado sobre o maior ritmo competitivo da sua equipa e as vantagens que daí podem surgir, Ivo Vieira afirmou que só o desempenho dentro de campo poderá dar a resposta a essa questão, tendo ainda revelado que vai escolher os 11 jogadores que considerar mais aptos.

Apesar de ter dito que escolhe sempre os jogadores que “ganham espaço na equipa pelo que fazem à semana e por mérito próprio”, o ‘timoneiro’ vitoriano admitiu que a gestão do plantel pode influenciar a escolha do ‘onze’ para domingo, até porque se segue a primeira mão do ‘play-off’ da Liga Europa, na Roménia, com o FCSB [ex-Steaua de Bucareste], na quinta-feira.

“Se os jogadores fizeram três jogos numa semana, os que não fizeram vão estar mais capazes em termos físicos. Escolho os melhores para cada jogo. Mas há a questão da gestão, por causa do número de jogos e da condição física”, explicou.

O treinador frisou ainda que a equipa está “saudável em termos mentais e físicos” pelos resultados anteriores e também pela expetativa de ter muito apoio nas bancadas.

Ivo Vieira falou também sobre a contratação de Bruno Duarte, um ponta de lança brasileiro que jogava no Lviv, da Ucrânia, tendo dito que a equipa necessitava de “um jogador com outras características nessa posição” para continuar a ser competitiva no último terço do terreno.

O Vitória SC, que ainda não se estreou na prova devido ao adiamento do seu jogo da primeira jornada frente ao Rio Ave, recebe o Boavista, quarto classificado da I Liga de futebol, com três pontos, em jogo agendado para as 18:30 de domingo, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.

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Futebol

Gil Vicente empata fora e não perde há quatro jogos

17.ª jornada da I Liga

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Foto: Facebook de Gil Vicente FC

O Gil Vicente FC empatou, este domingo, no terreno do Paços de Ferreira, por 0-0, em jogo da 17.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

O Paços teve mais bola e iniciativa, terminando o jogo junto à área contrária, mas o Gil Vicente foi forte a defender e nunca deixou de explorar as transições, pelo que o empate premeia a vitória das defesas sobre os ataques.

Com este empate, o terceiro no histórico de confrontos entre as duas equipas na Capital do Móvel para o principal campeonato, o Paços isolou-se no 15.º lugar, com 16 pontos, enquanto o Gil Vicente é oitavo, com os mesmos 22 pontos do Vitória de Setúbal, que é nono.

Na antevisão ao jogo, Pepa tinha revelado o desejo do Paços de concluir a primeira volta com 18 pontos e a equipa entrou determinada a consegui-lo, jogando em velocidade e no último terço, remetendo o Gil à sua defesa.

As ações de Adriano Castanheira, aos três minutos, e João Amaral e Tanque a seguir, aos 13, com lances de finalização próximos da área de Denis, concorreram para explicar esta entrada forte no jogo dos locais, mas os gilistas souberam resistiram e, aos poucos, começaram a ter bola e a explorar as transições.

A formação de Barcelos domina os princípios básicos do jogo, não se sentindo desconfortável sem bola e consegue explorar bem as transições, quase sempre com Lourency em plano de evidência.

O extremo brasileiro trabalhou bem na esquerda aos 24 minutos e serviu o apagado Kraev, ao meio, mas o remate colocado e em jeito foi segurado por Ricardo Ribeiro, que, aos 36, ainda viu Sandro Lima passar por si, mas, para felicidade do Paços, rematou já com pouco ângulo e ao lado.

O Gil atacava menos, mas conseguia nesta fase ser mais perigoso, mas, perto do intervalo, numa das raras vezes em que o Paços conseguiu apanhar desprevenida defesa gilista, Hélder Ferreira cruzou atrasado da esquerda e Adriano Castanheira rematou às malhas laterais.

O segundo tempo acentuou-se a pressão e o domínio dos locais, destacando-se os dois remates aos ferros da baliza de Denis, protagonizados na sequência de lances de bola parada por Maracás (aos 59) e Tanque (71).

Até final, o Paços, sempre mais em esforço, conseguiu encostar o adversário à sua grande área, mas a defesa do Gil Vicente, como quase sempre aconteceu no jogo, acabou por resolver as situações e segurar um empate que acaba por se justificar.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Capital do Móvel, em Paços de Ferreira.

Paços de Ferreira – Gil Vicente, 0-0.

Equipas:

– Paços de Ferreira: Ricardo Ribeiro, Jorge Silva, Marco Baixinho, Maracás, Oleg, Stephen Eustáquio (Diaby, 61), Pedrinho, Adriano Castanheira, João Amaral (Welthon, 69), Hélder Ferreira (Uilton, 84) e Douglas Tanque.

(Suplentes: Simão Bertelli, Bruno Teles, Diaby, Vasco Rocha, Uilton, Murilo e Welthon).

Treinador: Pepa.

– Gil Vicente: Denis, Fernando Fonseca, Rodrigão, Rúben Fernandes, Henrique Gomes, Soares, Kraev (Baraye, 62), Claude Gonçalves, Naidji (Romário Baldé, 70), Sandro Lima e Lourency (João Afonso, 75).

(Suplentes: Wellington, Edwin Vente, João Afonso, Arthur Henrique, Ahmed Isaiah, Baraye e Romário Baldé).

Treinador: Vítor Oliveira.

Árbitro: Manuel Mota (AF Braga).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Maracás (24) e Claude Gonçalves (72).

Assistência: 2.711 espetadores.

(notícia atualizada às 17h45)

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Futebol

SC Braga, há 99 anos a levar o Minho à volta do mundo

Efeméride

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Foto: Facebook de SC Braga

O presidente do SC Braga, António Salvador, disse este domingo que quer que 2020 seja um ano “histórico” para os ‘arsenalistas’, no dia da comemoração do 99.º aniversário do clube.

Na cerimónia do hastear da bandeira, na Cidade Desportiva do SC Braga, o líder dos minhotos deixou palavras de agradecimentos aos fundadores, aos sócios, funcionários e a treinadores e atletas que já representaram o clube.99

Considerando o momento como “especial e simbólico”, pela entrada no “último ano do primeiro século de vida do Sporting Clube de Braga”, António Salvador desejou que o “centésimo ano seja histórico”.

“É esse o meu compromisso, é essa a nossa obrigação”, disse.

Seguiu-se uma missa na capela do Cemitério de Monte d’Arcos e tradicional romagem às campas dos sócios fundadores.

A última cerimónia comemorativa de mais um aniversário dos minhotos realiza-se no auditório do Estádio Municipal de Braga, com a entrega dos emblemas de ouro e prata aos associados com 50 e 25 anos de filiação, respetivamente.

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Futebol

Dupla do Minho enfrenta favoritismo de Sporting e FC Porto na Taça da Liga

Final Four

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Foto: DR / Arquivo

Os minhotos SC Braga e Vitória SC vão fazer face aos favoritos Sporting, detentor do troféu, e FC Porto na ‘final four’ da Taça da Liga de futebol, que arranca terça-feira, em Braga.

Os ‘leões’, vencedores das duas últimas edições da prova, terão pela frente o anfitrião SC Braga, na terça-feira (19:45), numa reedição da meia-final da época passada, enquanto o FC Porto, finalista em 2018/19, vai defrontar o conjunto vimaranense, na quarta-feira (19:45).

Com dois troféus arrecadados nas duas últimas temporadas, ao superar Vitória de Setúbal (2017/18) e FC Porto (2018/19) no desempate por grandes penalidades, o Sporting vai marcar presença na terceira ‘final four’ seguida, na ‘ressaca’ do desaire ante o rival Benfica (2-0), que deixou os ‘verdes e brancos’ a 19 pontos da liderança do campeonato.

Após um mau arranque na fase de grupos, que quase o deixou fora desta ronda, o conjunto orientado por Silas terminou o grupo C no primeiro lugar, à frente de Rio Ave, Portimonense e Gil Vicente, tendo agora pela frente o SC Braga, na primeira meia-final.

Os ‘arsenalistas’, anfitriões da ‘final four’ da prova, não deram hipóteses e terminaram o grupo A com 100% de aproveitamento sobre Paços de Ferreira, Marítimo e Penafiel, condição que lhes garantiu a sétima presença nas ‘meias’ da Taça da Liga.

A equipa agora liderada por Rúben Amorim chega a esta fase da prova ‘embalada’ por um triunfo na casa do FC Porto, por 2-1, para o campeonato, algo que não sucedia há 15 anos.

Vencedores em 2012/13 e finalistas em 2016/17, os bracarenses reencontram o Sporting na mesma fase da edição anterior da prova, na qual foram derrotados no desempate por grandes penalidades, depois do empate 1-1 que se registou no tempo regulamentar.

Na quarta-feira, o FC Porto procura atingir a quarta final, a segunda seguida, da única competição nacional que ainda não consta do palmarés ‘azul e branco’. Os ‘dragões’ chegaram à decisão em 2009/10, 2012/13 e 2018/19, tendo perdido com Benfica, SC Braga e Sporting, respetivamente.

Tal como SC Braga, a equipa de Sérgio Conceição ‘carimbou’ o ‘passaporte’ para a ‘final four’ com três vitórias em três jogos no grupo D, sobre Desportivos de Chaves, Casa Pia e Santa Clara.

Poucos dias depois de ter perdido na receção aos bracarenses, os portistas terão pela frente o Vitória SC, que está de regresso às meias-finais 10 anos depois. Em 2008/09, os vitorianos, então comandados por Manuel Cajuda, foram derrotados pelo Benfica, que viria a conquistar essa edição da Taça da Liga.

Esta época, o conjunto orientado por Ivo Vieira deixou pelo ‘caminho’ precisamente os recordistas de troféus da Taça da Liga (sete), num grupo B no qual somou duas vitórias, com Vitória de Setúbal e Sporting da Covilhã, e um empate, diante dos ‘encarnados’.

No sábado, a equipa da ‘Cidade-Berço’ conseguiu uma importante ‘vitamina’ para a ‘final four’ da Taça da Liga, ao vencer o Santa Clara (1-0) para o campeonato, com um golo em tempo de compensação, da autoria de João Pedro.

Os vencedores das meias-finais apuram-se para a final da Taça da Liga 2019/20, que terá lugar em 25 de janeiro, também no Estádio Municipal de Braga.

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