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Futebol

Liga Europa: Vitória defronta clube do Luxemburgo

Jeunesse Esch acaba de se apurar

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Foto: Arquivo

O Vitória SC vai defrontar os luxemburgueses do Jeunesse Esch na segunda pré-eliminatória de qualificação para a Liga Europa de futebol, numa ronda a disputar em 23/25 de julho e 30 julho/01 de agosto.

Os vimaranenses, quintos classificados na I Liga portuguesa, aguardavam pelo desfecho da primeira ronda preliminar entre os cazaques do Tobol e o Jeunesse Esch, cuja segunda mão se disputou hoje.

Depois de um empate sem golos no primeiro jogo, o Jeunesse Esch empatou hoje novamente, mas a 1-1, com o golo fora a dar vantagem à equipa do Luxemburgo. Um autogolo de Meddour, aos 22 minutos, deu vantagem ao Tobol, mas o Jeunesse igualou por Arslan, aos 59, de grande penalidade.

Apresentação: Quem vai ser o próximo presidente do Vitória? – inquérito

O SC Braga, quarto na I Liga, disputa a terceira pré-eliminatória, e o Sporting, terceiro, tem entrada direta na fase de grupos.

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Futebol

Liga Europa: Vitória empata em Bucareste (0-0) e mantém apuramento em aberto

1.ª mão do playoff de acesso à Liga Europa

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Foto: DR / Arquivo

O Vitória Sport Clube (SC) vai decidir o acesso à fase de grupos da Liga Europa de futebol em casa, após o 0-0 desta quinta-feira na Roménia, perante o FCSB, num jogo pouco conseguido, quase sem oportunidades de golo.

Incapaz de se soltar no mau relvado do Estádio Marin Anastasovici, casa ‘emprestada’ do FCSB, em Giurgiu (cidade 60 quilómetros a sul da capital Bucareste), a equipa lusa raramente chegou à área adversária, mas conteve a supremacia adversária com uma defesa concentrada, que raramente ameaçou a baliza de Douglas.

Os dois conjuntos vão assim decidir a eliminatória na próxima semana, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, numa partida agendada para as 20:00 de quinta-feira.

Para este jogo, o treinador Ivo Vieira substituiu três habituais titulares neste início de época – o guarda-redes Miguel Silva, o central Pedro Henrique e o avançado Alexandre Guedes – por Douglas, Bondarenko e Bruno Duarte, em estreia absoluta pelos vitorianos, mas a equipa portuguesa foi hoje uma versão inferior da dos seis jogos anteriores.

Durante a primeira parte, os jogadores vimaranenses encontraram um adversário muito pressionante em todas as zonas de um relvado em mau estado, falhou muitos passes e perdeu a maioria dos duelos no meio-campo.

A equipa lusa revelou-se incapaz de chegar à área romena de forma consistente, tendo somente ameaçado as redes à guarda de Cristian Balgradean num remate de Davidson ao lado, ao minuto 10.

Apesar de ser 11.º num campeonato romeno com 14 equipas, decorridas seis jornadas, a equipa descendente do Steaua de Bucareste foi superior graças à maior intensidade empregue na manobra ofensiva, mas criou poucas ocasiões para chegar à vantagem – o único lance claro foi o remate de Florin Coman ao poste, no minuto 24.

A toada dos primeiros 45 minutos estendeu-se ao início da segunda, com a equipa interinamente treinada por Vergil Andronache a beneficiar da incapacidade do meio-campo vimaranense para continuar avançando no terreno e ameaçar novamente, num ‘disparo’ do recém-entrado Adrian Popa, aos 54 minutos.

Com as entradas de Dénis Poha, aos 62 minutos, e Rafa Soares, aos 66, o Vitória melhorou, aproximando-se da baliza do FCSB, mas sem protagonizar reais ocasiões de golo.

Nos minutos finais, a formação do leste da Europa esboçou ainda uma reação a este ascendente vitoriano, mas sem qualquer lance digno de relevo.

Declarações dos treinadores:

Ivo Vieira (treinador do Vitória SC): “Sabíamos que íamos encontrar um adversário que nos ia criar imensas dificuldades, jogando em sua casa, procurando o resultado. Na primeira parte, concordo que houve mais domínio do Steaua, mas, na segunda, corrigimos algumas situações em termos táticos e só permitimos alguns cruzamentos ao adversário.

O relvado não foi [o problema do nosso jogo menos bom], porque estava igual para os dois. Na primeira fase de construção, tivemos dificuldade em sair da pressão colocada pelo adversário. Na primeira parte, podíamos ter sido mais eficazes no ataque à baliza do adversário.

Na segunda, fomos mais vezes [à frente]. Estamos numa fase ainda prematura da época. Precisamos ainda de trabalhar muito para melhorar os vários aspetos do jogo. O adversário tem intervenientes com valia, com capacidade para resolver o jogo. Vamos levar o jogo para nossa casa, diante do nosso público. Os nossos adeptos podem puxar-nos para cima e serem decisivos.

O nosso adversário tem um historial muito rico, com uma Taça dos Campeões (em 1986) e muitos anos de competições europeias. Esperava um adversário forte, competitivo, que faz uma gestão em termos daquilo que são os jogos do campeonato e os jogos da Liga Europa, trocando muitos jogadores.

Quando uma equipa faz seis jogos sempre com golos e depois não faz no sétimo, isso [finalização] não é necessariamente uma preocupação. Não conseguimos conquistar tudo aquilo que se deseja. O Bruno [Duarte] deu sinais de poder acrescentar algo à equipa. Tento meter sempre os melhores para cada jogo.

Acrescentámos o [Dénis] Poha para dar mais consistência ao meio-campo. É um jogador com rotatividade boa, porque os outros já estavam um pouco desgastados. Há trabalho feito e há ainda muito trabalho a fazer para perceber as questões táticas. Estes jogadores têm de ter um espaço de crescimento para perceberem o que o jogo pede.”

Ficha de jogo

Jogo no Estádio Marin Anastasovici, em Giurgiu.

FCSB – Vitória de Guimarães, 0-0.

Equipas:

– FCSB: Cristian Balgradean, Valentin Cretu, Bogdan Planic, Aristidis Soleidis, Ionut Pantiru, Mihai Pintilii (Razvan Oaida, 67), Ovidiu Popescu, Ionut Vina (Harlem Gnohéré, 60), Mihai Roman (Adrian Popa, 46), Florin Coman e Florin Tanase.

(Suplentes: Andrei Vlad, Claudiu Belu, Andrei Marc, Razvan Oaida, Adrian Popa, Harlem Gnohéré e Thierry Moutinho).

Treinador: Vergil Andronache.

– Vitória de Guimarães: Douglas, Sacko, Tapsoba, Bondarenko, Florent, Al Musrati, Pepê, André Almeida (Dénis Poha, 62), Rochinha (Rafa Soares, 66), Davidson e Bruno Duarte (Alexandre Guedes, 76).

(Suplentes: Miguel Silva, Lucas Soares, Pedro Henrique, Rafa Soares, Dénis Poha, João Carlos Teixeira e Alexandre Guedes).

Treinador: Ivo Vieira.

Árbitro: Matej Jug (Eslovénia).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Al Musrati (15), Valentin Cretu (17), Florin Tanase (53), Mihai Pintilii (57) e Ovidiu Popescu (88).

Assistência: cerca de 3.000 espetadores.

(Notícia atualizada às 00h11 com declarações dos treinadores)

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Futebol

Liga Europa: Braga vence ‘armada russa’ (1-0)

1.º mão do playoff de acesso à Liga Europa

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Foto: SC Braga

Um golo de Ricardo Horta deu esta quinta-feira ao Sporting Clube (SC) de Braga uma justa e preciosa vitória (1-0) sobre o Spartak Moscovo, na primeira mão do ‘play-off’ de acesso à Liga Europa de futebol.

O único tento da partida surgiu aos 74 minutos, com Ricardo Horta a fazer o desvio final, aproveitando uma primeira tentativa falhada de João Novais, após centro de Esgaio.

Os bracarenses partem para a segunda mão, dentro de uma semana, na Rússia, com uma vantagem, que, não sendo ‘gorda’, é importante, porque venceu e não sofreu golos, aquilo, aliás, que Sá Pinto tinha pedido na véspera.

Ambas as equipas vinham de ciclos intensos de jogos, os minhotos fizeram o quinto jogo em duas semanas, enquanto o Spartak Moscovo jogou na segunda-feira para o campeonato russo e tinha menos um dia de descanso do que o Braga.

Sá Pinto fez duas alterações já esperadas em relação ao ‘onze’ que começou com o Sporting, no domingo, na segunda jornada da I Liga (derrota por 2-1), com os regressos de Palhinha ao meio-campo e de Paulinho ao eixo atacante.

Os primeiros 20 minutos foram muito mornos, com o Braga a mostrar muita paciência a construir o seu jogo, diante de um Spartak de Moscovo muito expectante.

A primeira parte terminou com o Braga com quase 60 por cento de posse de bola, mas foram poucos os lances de real perigo de parte a parte. O primeiro pertenceu à equipa da casa, mas o bom cabeceamento de Palhinha, após livre de Sequeira, foi defendido pelo guarda-redes russo (22).

Os últimos 10 minutos foram mais intensos e Bakaev e Ponce (38 e 39) tiveram remates de algum perigo para Matheus.

Aos 43 minutos, após um grande cruzamento de Sequeira, um corte providencial do central Dzhikiya impediu o cabeceamento de Paulinho já bem dentro da pequena área, lance que tinha tudo para resultar em golo e, mesmo em cima do intervalo, Fransérgio cabeceou ao lado, após canto da direita.

O médio brasileiro já não voltou para a segunda parte, tendo Sá Pinto apostado em João Novais, mas foi Mirzov a fazer o primeiro aviso com um remate forte de fora da área, que Matheus defendeu a dois tempos (48).

Aos 55 minutos, um corte de Sequeira impediu males maiores, após boa iniciativa individual do alemão Schurrle e, aos 70 e 71, remates de João Novais e André Horta deram sensação de golo para os minhotos.

O Spartak de Moscovo caiu muito fisicamente a partir do meio da segunda parte e Ayrton Lucas quase fez autogolo, aos 73 minutos.

Logo a seguir, aproveitando esse lado esquerdo da defesa russa, Esgaio centrou, João Novais falhou, mas ‘assistiu’ Ricardo Horta, que fez o único golo da partida (74).

Paulinho e João Novais tiveram dois grandes remates (77 e 85) e o Spartak só voltou a criar perigo aos 88 minutos, com um cabeceamento de Ponce, que obrigou Matheus a defesa atenta.

Declarações dos treinadores:

Ricardo Sá Pinto (treinador do SC Braga): “Na primeira parte, tivemos ascendente sobre o adversário, mas não soubemos ter a qualidade de jogo e criar as oportunidades que pretendíamos. As equipas têm muitos jogos acumulados e sabíamos que era importante entrar bem, marcar e não sofrer golos.

O Spartak jogou de forma muito simples, muito pouco elaborada, com um jogo direto dos centrais para o ponta de lança ou para os alas, jogou muito no nosso erro. Aqui ou acolá foram chegando à nossa baliza, porque também têm qualidade, ainda agora ganharam ao CSKA de forma categórica, além de terem outro orçamento. Orçamentos não ganham jogos? Mas ajudam muito.

Na segunda parte, entrámos mais confiantes, com mais atitude e mentalidade para desequilibrar o adversário e fazer golos. A nossa circulação de bola estava algo lenta e previsível. Fizemos só um golo, merecíamos ter feito mais. Estou satisfeito com o resultado, mas peca por escasso. O objetivo era ganhar, marcar golos e não sofrer.

(Troca de Fransérgio por João Novais) Estávamos à espera de ter mais posse, o Fransérgio é um belíssimo jogador, tem capacidade de jogar curto, como também uma chegada diferente sem bola, hoje não estava a fazer um jogo tão conseguido, não porque não tenha feito o possível, tentou, mas às vezes as coisas não saem. Tentei dar mais posse e controle à equipa com o João [Novais], que é um médio também com muita qualidade. A equipa teve uma segunda parte muito boa, pecámos na última decisão, que é onde acho que a equipa pode crescer.

Está tudo em aberto, falta o segundo jogo deste ‘play-off’, foi um bom resultado, mas o adversário tem valor e em casa são fortes, têm um público que os apoia e dinamiza, cria um ambiente difícil para nós, espero que o árbitro de lá faça um jogo bom. O Spartak vai ser mais audaz, vai subir as linhas, poderá eventualmente expor-se, sim, mas temos que jogar com muita inteligência e com muita alma. Temos que ter a humildade de perceber que vai ser um jogo diferente e difícil, mas sem qualquer receio.

O Pablo estava com o músculo com contratura, apresentou sinais de fadiga e pediu a substituição.”

Oleg Kononov (treinador do Spartak de Moscovo): “Foi um jogo difícil para nós, perdemos, mas em geral o jogo foi equilibrado. Não conseguimos concluir alguns dos nossos ataques, mas na defesa fomos muito sérios, exceto no golo.

Culpado no golo? Vamos ver quem falhou, mas o erro nasceu antes.

(Questão física) Tivemos um dérbi na segunda-feira, o voo de cinco horas, o fuso horário, o muito calor, foi tudo muito difícil e teve impacto no estado dos jogadores. Futebol português é bom, sério, tem qualidade, as equipas têm muitos títulos. Resultado foi inadmissível, mas temos mais uma chance em Moscovo.”

Ficha de jogo:

Estádio Municipal de Braga.

Sporting de Braga – Spartak Moscovo, 1-0.

Ao intervalo: 0-0.

Marcador:

1-0, Ricardo Horta, 74 minutos.

Equipas:

– Sporting de Braga: Matheus, Esgaio, Bruno Viana, Pablo (Tormena, 64), Sequeira, Palhinha, André Horta (Murilo, 85), Fransérgio (João Novais, 46), Wilson Eduardo, Ricardo Horta e Paulinho.

(Suplentes: Tiago Sá, Tormena, Claudemir, João Novais, Murilo, Galeno e Hassan).

Treinador: Ricardo Sá Pinto.

– Spartak Moscovo: Aleksandr Maksimenko, Andrei Eschenko, Samuel Gigot, Georgi Dzhikiya, Ayrton Lucas, Ayaz Guliev (Nail Umyarov, 85), Roman Zobnin, Zelimkhan Bakaev, André Schurrle, Reziuan Mirzov (Lorenzo Melgarejo, 63) e Ezequiel Ponce.

(Suplentes: Artem Rebrov, Soltmurad Bakaev, Lorenzo Melgarejo, Ilya Kutepov, Jano Ananidze, Nail Umyarov e Nikolai Rasskazov).

Treinador: Oleg Kononov.

Árbitro: Xavier Estrada Fernandez (Espanha).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Ayaz Guliev (26), Ricardo Sá Pinto (36), João Novais (51) e Georgi Dzhikiya (78).

Assistência: 11.667 espetadores.

(Notícia atualizada às 00h11 com declarações dos treinadores)

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SportTV+ transmite reportagem sobre regresso do Gil Vicente à I Liga – primeiras imagens

A SportTV+ (acesso livre no cabo) vai transmitir, esta quinta-feira às 23:00 horas, uma reportagem com António Fiúsa, sobre o regresso do Gil Vicente à I Liga portuguesa de futebol, depois de, há 13 anos, o clube ter sido despromovido no âmbito do Caso Mateus. Imagens: ReporTV / SportTV

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A SportTV+ (acesso livre no cabo) vai transmitir, esta quinta-feira às 23:00 horas, uma reportagem com António Fiúsa, sobre o regresso do Gil Vicente à I Liga portuguesa de futebol, depois de, há 13 anos, o clube ter sido despromovido administrativamente.

“Da longa batalha do caso Mateus à festa do porco no espeto e à vitória sobre o FC Porto, o carrossel de sentimentos é conduzido sem travões pelo histórico dirigente, que também é dono da fábrica que produz as meias da seleção de Itália e da Suíça. Um regresso ao convívio entre os grandes, o amor pelas terras minhotas e até o galo assado, pelos olhos de um homem de carisma sem igual, que não dá um passo sem ser saudado em Barcelos”, lê-se na apresentação à reportagem, na página de Facebook do ReporTV.

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