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Futebol

Vitória contrata avançado Bruno Duarte, por quatro épocas

Custou 600 mil euros

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Foto: Vitória / Divulgação

O avançado brasileiro Bruno Duarte assinou contrato com o Vitória de Guimarães, válido até junho de 2023, com mais uma época de opção, informou hoje o clube da I Liga portuguesa de futebol.


Os vitorianos revelam, no seu sítio oficial na internet, terem desembolsado 600.000 euros para adquirirem 75% do passe do jogador de 23 anos, que, na temporada anterior, marcou nove golos em 28 jogos oficiais pelo Lviv, sexto classificado da I Liga ucraniana. Na presente época, o ponta de lança marcou um golo em três jogos pelos ucranianos.

O dianteiro realçou, em declarações reproduzidas no sítio oficial dos minhotos, que o ingresso no Vitória é um “passo muito importante” para a sua carreira, tendo-se definido como um futebolista de “grande entrega e intensidade”.

Formado em clubes brasileiros como o Palmeiras e o São Paulo, Bruno Duarte iniciou a carreira de sénior noutro clube paulista, a Portuguesa, tendo marcado três golos em 31 encontros oficiais entre 2016 e 2018, ano em que rumou ao campeonato do Leste da Europa.

Bruno Duarte é o nono reforço do Vitória de Guimarães para a época 2019/20, depois do guarda-redes Jhonatan, dos defesas Lucas Soares e Bondarenko, dos médios Mikel Agu, Blati Touré e Dénis Poha, também oficializado hoje, e dos avançados André Pereira e João Pedro.

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Futebol

Football Leaks: PJ desconhecia acesso das autoridades francesas às provas

Tribunais

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Foto: DR / Arquivo

A Polícia Judiciária (PJ) não teve conhecimento do acesso das autoridades francesas às provas apreendidas a Rui Pinto durante a detenção do criador do Football Leaks na Hungria, revelou hoje o inspetor da PJ José Amador.

Na quinta sessão do julgamento que decorre no Tribunal Central Criminal de Lisboa, o inspetor reconheceu ainda que a polícia húngara reuniu o material apreendido em 26 sacos aquando da detenção, mas apenas 24 chegaram a Portugal dois meses depois, sendo que os dois sacos em falta conteriam “documentos e cabos de ligação”.

“Quando o saco foi aberto, verificava-se a ausência de dois sacos. Liguei para a Hungria para perceber, consegui chegar à fala com o colega húngaro e naquele momento ele não conseguia explicar a falta dos sacos. Foi necessário ele transmitir a informação aos superiores e no dia seguinte foi-me dito que os sacos teriam estado no cofre [da esquadra] e que na sequência de outra solicitação os sacos teriam sido levados para outro local e que tinham sido alvo de uma intervenção”, afirmou.

O inspetor da Judiciária admitiu “alguma estupefação” com este procedimento e revelou que “os sacos denotavam ter sido abertos e os selos [rubricados pelo arguido] recolocados”. Paralelamente, José Amador confirmou também que não esteve “presente” na detenção realizada em 16 de janeiro de 2019, uma vez que as forças de autoridade húngaras não permitiram a intervenção na operação de elementos das autoridades portuguesas.

“Houve informação que não passou por todos os órgãos policiais”, sublinhou o inspetor, acrescentando que também não foi feito “registo fotográfico” da intervenção de outras autoridades e que não tinha “explicação” para essa omissão: “Os pedidos de esclarecimento foram feitos por várias vias e ao mais alto nível, o Eurojust. O magistrado português pediu informações ao magistrado húngaro”.

Por outro lado, José Amador referiu também que chegou ao seu conhecimento que “o arguido já teria prestado declarações às autoridades francesas enquanto estava detido” e que lhe foi explicado que “os dispositivos seriam intervencionados”. Ato contínuo, foi questionado pela juíza se a PJ fez diligências para apurar a situação junto das autoridades francesas, tendo a testemunha respondido que isso “não ocorreu”, segundo o seu conhecimento, e que “as autoridades portuguesas não tinham sequer a capacidade de se opor”.

No entanto, José Amador reiterou a ideia de que os dispositivos apreendidos e entretanto intervencionados por elementos franceses e húngaros não foram alvo de manipulação, devido à existência de um resumo digital realizado pela PJ em Portugal, após a extradição de Rui Pinto, e que era idêntico ao efetuado anteriormente pela polícia húngara.

“O resumo digital é um ponto fundamental na aferição da integridade. Estamos perante o mesmo conteúdo digital, essa é a metodologia universal utilizada”, concluiu o inspetor, cuja inquirição será retomada durante a tarde.

Rui Pinto, de 31 anos, responde por um total de 90 crimes: 68 de acesso indevido, por 14 de violação de correspondência e por seis de acesso ilegítimo, visando entidades como o Sporting, a Doyen, a sociedade de advogados PLMJ, a Federação Portuguesa de Futebol e a Procuradoria-Geral da República, e ainda por sabotagem informática à SAD do Sporting e por extorsão, na forma tentada. Este último crime diz respeito à Doyen e levou também à pronúncia do advogado Aníbal Pinto, então representante de Rui Pinto.

O criador do Football Leaks encontra-se em liberdade desde 07 de agosto, “devido à sua colaboração” com a Polícia Judiciária (PJ) e o seu “sentido crítico”, mas está, por questões de segurança, inserido no programa de proteção de testemunhas em local não revelado e sob proteção policial.

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Futebol

Vitória SC celebra hoje 98 anos

Efeméride

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Foto: Vitória SC / Facebook

O Vitória SC celebra, esta terça-feira, 98 anos de existência.

As comemorações contaram com o simbólico hastear da bandeira, na entrada principal do Estádio D. Afonso Henriques.

Foto: Vitória SC / Facebook

Foto: Vitória SC / Facebook

Foto: Vitória SC / Facebook

Foto: Vitória SC / Facebook

Foto: Vitória SC / Facebook

A efeméride é assinalada ainda com a celebração da habitual eucaristia na Igreja de S. Domingos.

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Futebol

Nacional desagradado com Sporting por dar nome de Cristiano Ronaldo à Academia

Alcochete

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Cristiano Ronaldo. Foto: DR / Arquivo

O Nacional da Madeira mostrou-se hoje “estupefacto e desagradado” com a decisão do Sporting em atribuir o nome de Cristiano Ronaldo à Academia de Alcochete, alegando que a mesma viola o princípio fundamental do registo de marcas.

“Foi com muita estupefação que tomámos conhecimento de que o Sporting pretende alterar o nome da sua Academia. Como é do vosso conhecimento e do conhecimento público, o Clube Desportivo Nacional designou a sua Academia ‘Cristiano Ronaldo Campus Futebol’ em novembro de 2007, pelo que manifestamos o nosso desagrado e total discordância”, pode ler-se numa carta que o presidente do Nacional, Rui Alves, enviou hoje ao seu homólogo sportinguista, Frederico Varandas.

O clube madeirense alega que a sua posição se baseia “no princípio fundamental do registo de marcas”, tendo em conta que as mesmas “poderão confundir-se, o que tem de ser evitado”.

O Sporting tinha anunciado hoje que a Academia de Alcochete, onde treina a equipa principal e se desenvolve o futebol de formação, vai mudar nome para Academia Cristiano Ronaldo, numa iniciativa que pretende homenagear “o nome do maior símbolo de sempre que formou”.

“O bom filho a casa torna e a casa que fez crescer Cristiano Ronaldo acolhe agora o seu nome em homenagem àquele que se tornou o melhor jogador português de todos os tempos, melhor jogador do Mundo galardoado com cinco Bolas de Ouro e capitão da seleção nacional campeã da Europa e da Liga das Nações”, pode ler-se no comunicado que o Sporting hoje tornou público, no qual o clube de Alvalade informa que irá inaugurar oficialmente a Academia Cristiano Ronaldo em data a anunciar, assim que as condições o permitirem.

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