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Região

Vitória afastado da final da Taça da Liga pelo Benfica

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Foto: FP Basquetebol

O Benfica qualificou-se hoje pela sétima vez para a final da Taça Hugo dos Santos de basquetebol, ao vencer o Vitória SC, por 81-75, na primeira meia-final da prova, em Sines.

Os ‘encarnados’, detentores do troféu, que já ergueram cinco vezes, partiram na frente com um triplo anotado por João Soares e lideraram sempre o marcador até ao intervalo, beneficiando de alguma fragilizada defensiva evidenciada pelos vimaranenses, exasperando o técnico Fernando Sá.

Os primeiros 20 minutos foram algo pobres tecnicamente. A equipa minhota viveu, em termos atacantes, da inspiração do base-extremo norte-americano Devaugntah Wiliams, o melhor concretizador do Vitória de Guimarães durante a primeira parte (12 pontos), enquanto as ‘águias’ repartiram os pontos por todo o plantel.

No arranque do terceiro período o jogo tornou-se mais rápido e intenso, com os atuais detentores do troféu a manterem a supremacia à entrada para o quarto e derradeiro período.

Um precioso triplo de Tomás Barroso, mesmo a fechar o terceiro período, manteve as ‘águias’ em vantagem (64-57) na entrada para os últimos dez minutos.

Mas a equipa de Guimarães conseguiu anular a vantagem benfiquista e, a 2,14 minutos do final, assumiu pela primeira vez a liderança do marcador (72-70), através de dois lances livres convertidos pelo norte-americano Rod Nealy.

A emoção e incerteza quanto ao vencedor perdurou até ao fim. A 22 segundos do fim, Fernando Sá, treinador do Vitória SC, pediu ‘time out’ com o resultado desfavorável (77-74).

Esta primeira semifinal acabou por ser decida da linha de lance livre, com os norte-americanos Robinson e Sanders a ‘fecharem’ o marcador (81-75).

O Benfica acabou por atingir mais uma final da Taça Hugo dos Santos, antiga Taça da Liga de basquetebol, aguardando o desfecho da outra meia-final, a disputar entre Oliveirense e FC Porto.

Ficha de Jogo

Jogo realizado no Pavilhão Multiusos de Sines.

Benfica-Vitória SC: 81-75.

Ao intervalo: 40-33.

Foto: FP Basquetebol

– Benfica: Nuno Oliveira (10), José Silva (7), João Soares (13), Antywane Robinson (14) e Raven Barber (9). Jogaram ainda: Jesse Sanders (11), Tomás Barroso (9), Carlos Andrade (3) e Carlos Morais (5).

Treinador: José Ricardo Rodrigues.

Foto: FP Basquetebol

– Vitória SC: Miguel Cardoso (10), Devaugnth Williams (18), Lace Dunn (16), Paulo Cunha e Rod Nealy (19). Jogaram ainda: Nikola Tadic (10), Rui Coelho (2), Elvis Évora e Rui Quintino.

Treinador: Fernando Sá.

Árbitros: Carlos Santos, Rui Ribeiro e Bruno Maciel.

Marcha do marcador: 21-18 (10 minutos), 40-33 (20), 64-57 (30) e 81-75 (final).

Assistência: cerca de 600 espetadores.

Reações

– Fernando Sá (Treinador do Vitória SC): “Em termos coletivos não falhou quase nada. O jogo obrigou-nos a um esforço muito maior. Se os meus jogadores precisavam de provas sobre a sua capacidade, fizeram-no aqui, em Sines.

As coisas agora estão a entrar num ritmo certo e o Benfica foi um justo vencedor.”

– Miguel Maria Cardoso (Jogador do Vitória SC): “O Benfica entrou melhor e corremos atrás do prejuízo ate ao fim. Faltou-nos o clique para passar para a frente do marcador”.

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Região

Centro Hípico de Guimarães oferece cavalo à Associação de Paralisia Cerebral de Braga

Hipoterapia

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Foto: Facebook do Centro Hípico da Pena Brava - Abação / DR

O Centro Hípico da Pena Brava, situado em Abação, no concelho de Guimarães, doou um cavalo à Associação de Paralisia Cerebral de Braga (APCB ) para que esta possa “começar a realizar sessões de hipoterapia com os seus utentes”, avançou, esta terça-feira, aquele centro hípico, através do Facebook.

Na publicação em questão é notória a satisfação de “dever cumprido” do centro hípico em doar o Zé Carioca (nome do cavalo) para “uma causa tão importante”.

“Por intermédio do Trote – Centro Hípico, S.A., tivemos conhecimento que a Associação de Paralisia Cerebral de Braga estava sem cavalo para realizar as suas sessões de hipoterapia”, explica a mesma nota.

“É com enorme sentimento de dever cumprido que doamos um dos nossos cavalos, o Zé Carioca, à APCB – Associação de Paralisia Cerebral de Braga, para que as crianças do concelho de Braga continuem a ter sessões de hipoterapia. Desejamos que sejam muito felizes com o nosso Zequinha, assim como nós fomos aqui com ele”, finaliza.

A Associação de Paralisia Cerebral de Braga tem como finalidade a prevenção, habilitação, participação, inclusão social e apoio à família da pessoa com paralisia cerebral e doenças neurológicas em todo o distrito.

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Famalicão

Famalicão sem copos de plástico no Carnaval

Uma colaboração da autarquia com a Associação Comercial e Industrial Famalicense

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Foto: DR

A Câmara de Famalicão, em cooperação com a Associação Comercial e Industrial Famalicense, criou uma iniciativa para redução do uso de copos de plástico por parte dos bares e cafés da cidade, durante a festa de Carnaval que se aproxima, anunciou o município na sua página no Facebook.

O uso de copos de plástico reciclável será obrigatório para todos os estabelecimentos dentro do perímetro principal do Carnaval de Famalicão. Caberá aos clientes comprar o copo com a primeira bebida e reutilizar o mesmo ao longo da noite.

Assim que a festa terminar, os presentes, poderão deixar o copo num dos seis postos de reciclagem criados pela autarquia em parceria com a Resinorte, espalhados pelo centro da cidade.

Para Paulo Cunha, presidente da Câmara é “com estas iniciativas, a autarquia está a apostar na sustentabilidade ambiental e na consciencialização da comunidade para a necessidade de redução do consumo de plástico. O uso de copos reutilizáveis promove a diminuição dos resíduos plásticos e favorece uma economia circular, com um ciclo de vida sustentável”.

A ter lugar na noite de 24 para 25 de fevereiro, esta noite é uma das mais atrativas de Famalicão onde todos os anos se contam milhares de foliões vindos de vários pontos da zona norte de Portugal.

Este ano, à parte dos disfarces e boa disposição habitual desta data, é esperada uma banda para ajudar as festividades.

Todas as freguesias famalicenses terão um serviço de autocarros, proporcionado pela autarquia, disponível para esta noite.

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Braga

Braga é onde mais crescem os preços da habitação no país

Aumento de 22% desde 2016

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Foto: Divulgação / CM Braga

Braga registou o maior crescimento nos preços da habitação nas grandes cidades no terceiro trimestre de 2019, enquanto a região de Lisboa e o Algarve apresentaram os preços mais elevados no setor, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A cidade de Braga, segundo o INE, registou, pela primeira vez desde o primeiro trimestre de 2016, o maior crescimento de preços face ao período homólogo (+22,6%), entre as cidades portuguesas com mais de 100 mil habitantes, mas manteve o menor preço das casas (915 euros) e é a única com preço inferior ao valor nacional, de 1.054 euros por metro quadrado (m2).

De acordo com as estatísticas divulgadas, há 44 municípios que praticaram um preço mediano da habitação superior ao valor nacional da habitação, maioritariamente localizados das duas sub-regiões com preços mais elevados, a Área Metropolitana de Lisboa (AML), onde o preço da habitação era de 1.423 euros/m2, e o Algarve, com 1.635 euros/m2.

A capital do país, Lisboa, lidera a lista, com os preços mais elevados das casas no país (3.205 euros/m2), mas há outras cidades com preços cada vez mais difíceis de comportar para a grande maioria dos portugueses.

Segundo o INE, entre as cidades com preços medianos mais elevados na habitação estão Cascais (2.529 euros/m2) e Oeiras (2.211 euros/m2), na AML, bem como Loulé (2.089 euros/m2), Albufeira (1.894 euros/m2), Lagos (1.875 euros/m2), Lagoa (1.662 euros/m2), Vila Real de Santo António (1.547 euros/m2), Aljezur (1.535 euros/m2), Tavira (1.804 euros/m2) e Faro (1.532 euros/m2), no Algarve (distrito de Faro).

As cidades do Porto (1.802 euros/m2), Odivelas (1.718 euros/m2), Loures (1.578 euros/m2) e Funchal, na Madeira (1.551 euros/m2), também apresentaram preços superiores ao valor nacional (1.504 euro/m2) da habitação neste trimestre de 2019.

Merecem ainda destaque do INE duas freguesias de Lisboa, Santo António e Misericórdia, que apresentam preços superiores a 4.500 euro/m2, muito acima do referido valor nacional.

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