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Futebol

Vítor Oliveira vê permanência na I Liga como “ponto de viragem” do Gil Vicente

I Liga

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O treinador Vítor Oliveira definiu hoje a manutenção do Gil Vicente na I Liga de futebol como “um ponto de viragem na vida” dos minhotos, que procuram “voltar à realidade” na receção ao Tondela, em jogo da 32.ª jornada.


“Esta época do Gil Vicente é extraordinariamente importante. Ficar em 10.º ou em 16.º será igual, porque o único objetivo era a permanência. Neste ano de transição muito difícil, tivemos de minimizar várias contrariedades para sairmos vivos, mas estão lançadas as raízes para um futuro promissor”, avaliou o técnico, em conferência de imprensa.

Os ‘galos’ alcançaram a manutenção na elite na sexta-feira, quando triunfaram na deslocação ao Vitória de Guimarães (2-1), dando “com algum brilhantismo” um passo “fundamental para a continuidade do projeto” do emblema de Barcelos, que antecipa “seriedade e dignidade em prol da verdade desportiva” na reta final do campeonato.

“Vamos defrontar três clubes que estão na luta pela manutenção e, certamente, todos querem ter adversários competentes. Apesar de toda a envolvência e das vicissitudes que as equipas passaram nestas últimas 10 jornadas, temos a obrigatoriedade de sermos o mais sérios possíveis para que a verdade desportiva esteja presente”, alertou.

Determinado a contrariar o “alívio e a descompressão grande” originados pelos festejos da permanência, Vítor Oliveira recusa “alterar muito o discurso” para continuar a exigir “empenhamento máximo” ao plantel do Gil Vicente, tendo em vista o “crescendo de forma” mostrado nas vitórias consecutivas sobre Rio Ave (1-0) e Vitória de Guimarães.

“Só dando tudo é que conseguimos chegar ao rendimento que nos permite ter estes pontos. Somos uma equipa na verdadeira aceção da palavra e, quando não o fomos, demos barraca. Há que manter este espírito. Vimos de dois triunfos importantíssimos e merecidos sobre duas das melhores equipas da I Liga e nenhuma foi por acaso”, notou.

O experiente treinador reconheceu o favoritismo dos gilistas frente ao Tondela, uma das cinco equipas envolvidas na luta pela manutenção, recorrendo ao currículo pessoal de 11 promoções à elite a partir do escalão secundário para notar que “é muito mais tranquilo, motivador e menos assustador jogar para subir do que jogar para não descer”.

“Vai ser um jogo muito difícil. O Tondela tem melhores resultados fora e precisa urgentemente de pontos, mas atravessamos um bom momento e estamos motivados, fortes e confiantes”, concluiu Vítor Oliveira, que pode contar com o defesa Rúben Fernandes e o avançado Sandro Lima, após terem cumprido castigo na ronda passada.

Já o guarda-redes Wellington Luís e o defesa Henrique Gomes integram o boletim clínico dos minhotos, que vão tentar igualar a melhor sequência da época diante dos ‘beirões’.

​​​​​​​​​​​​​​O Gil Vicente, nono classificado, com 39 pontos, recebe o Tondela, na 15.ª posição, com os mesmos 30 pontos do Vitória de Setúbal, três acima da zona de despromoção, na terça-feira, às 21:30, no Estádio Cidade de Barcelos, em encontro da 32.ª jornada, que terá arbitragem de Jorge Sousa, da associação do Porto.

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Futebol

E tudo o prolongamento levou

Taça de Portugal

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Foto: Twitter

O FC Vizela falhou hoje a passagem à quarta eliminatória da Taça de Portugal de futebol depois de um surpreendente empate no período regulamentar frente ao primodivisionário Boavista. Os vizelenôses acabaram por ver fugir o sonho com um golo de Yusupha Njie no prolongamento.

O avançado gambiano resolveu a eliminatória a favor da ‘turma’ da I Liga portuguesa de futebol aos 104 minutos, graças a um cabeceamento certeiro após livre de Yanis Hamache, num embate intenso e até ‘duro’, em que os anfitriões, nonos classificados da II Liga, criaram as melhores ocasiões no tempo regulamentar.

Intensa na pressão aos jogadores ‘axadrezados’ e rápida a construir os ataques, a equipa da II Liga só não chegou à vantagem nos primeiros 15 minutos por falta de pontaria: Kiko Bondoso atirou ao lado na pequena área, aos seis, e Koffi acertou no poste, aos sete.

O Boavista respondeu com ‘disparos’ de longe, quer de Sebastián Pérez, aos 16 minutos, quer de Paulinho, aos 20, e equilibrou um desafio que, a partir daí, ficou quase sempre confinado ao meio-campo, com vários duelos físicos.

A toada de luta manteve-se no início da segunda parte, com os anfitriões a ‘soltarem-se’ mais vezes do bloqueio a meio-campo graças à velocidade de Koffi e de Francis Cann na ala direita e a ameaçarem de novo o golo, num cabeceamento de Cassiano, aos 61 minutos.

O jogo prosseguiu ‘batalhador’, com as oportunidades de golo a reaparecerem nos últimos 15 minutos do tempo regulamentar: a formação do Porto falhou o alvo em remates de Hamache (75 minutos) e de Yusupha (81 e 83), enquanto os vizelenses estiveram perto do golo num remate de Francis Cann (78) e num cabeceamento de Fernando Cardozo (90+4).

Após as perdas de Miguel Reizinho e de Paulinho, por lesão, o Boavista aproveitou o ligeiro ascendente na primeira parte do prolongamento para fazer o golo decisivo, antes de sofrer para conter a reação vizelense nos últimos 15 minutos, que culminou com uma bola na trave, aos 120.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio do Futebol Clube de Vizela.

Vizela – Boavista, 0-1.

No final do tempo regulamentar: 0-0.

No final da primeira parte do prolongamento: 0-1.

Marcador:

0-1, Yusupha Njie, 104 minutos.

Equipas:

– Vizela: Pedro Silva, Koffi, Leonel Mosevich (Matheus Costa, 106), Mohamed Aidara, Ofori (Kiki Afonso, 91), Marcos Paulo (Ericson, 106), Samu, Fernando Cardozo (André Soares, 106), Francis Cann, Kiko Bondoso (Tavinho, 91) e Cassiano (Diogo Ribeiro, 106).

(Suplentes: Manuel Balde, Matheus Costa, Kiki Afonso, Ericson, André Soares, Tavinho e Diogo Ribeiro).

Treinador: Álvaro Pacheco.

– Boavista: Léo Jardim, Reggie Cannon, Cristian Devenish (Jackson Poroso, 91), Chidozie, Yanis Hamache, Javi García, Sebastián Pérez (Miguel Reisinho, 46) (Show, 71), Angel Gomes (Jorge Benguché, 97), Gustavo Sauer, Paulinho (Nathan, 90) e Yusupha Njie.

(Suplentes: João Gonçalves, Nathan, Jackson Poroso, Show, Miguel Reisinho, Tiago Morais e Jorge Benguché).

Treinador: Vasco Seabra.

Árbitro: António Nobre (Associação de Futebol de Leiria).

Ação Disciplinar: Cartão amarelo para Paulinho (18), Sebastián Pérez (28), Samu (30), Koffi (45), Javi Garcia (61), Aidara (80), Yusupha (89 e 120+1), Francis Cann (98), Leonel Mosevich (102), Show (105+1), Matheus Costa (107) e Léo Jardim (112). Cartão vermelho por acumulação de cartões amarelos para Yusupha (120+1).

Cartão vermelho para o treinador do Vizela, Álvaro Pacheco (112).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

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Futebol

Fafe segue na Taça de Portugal. Limianos, Vizela e Vilaverdense ficam pelo caminho

Taça de Portugal

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AD Fafe-Vilar de Perdizes (5-1). Foto: Ivo Borges / O MINHO

A AD Fafe carimbou este domingo a passagem à quarta eliminatória da Taça de Portugal, ao derrotar em casa o Vilar de Perdizes por 5-1. Diferente sorte tiveram Liminaos e Vilaverdense, com derrotas em casa contra equipas ditas ‘acessíveis’.

Os de Ponte de Lima, que disputam o primeiro escalão da AF de Viana, perderem contra o Fontaínhas, do Campeonato de Portugal (equivalente à III Divisão), por 1-2.

Já os de Vila Verde foram derrotados por 2-3, contra ao Olímpico do Montijo. Estas duas equipas militam no Campeonato de Portugal.

Ainda em relação aos clubes minhotos dos escalões inferiores, destaque para o Monção, que apesar de ter sido derrotado em casa, deu réplica ao primodivionário europeu Rio Ave, perdendo por 1-2.

Já o Merelinense, do Campeonato de Portugal, perdeu em casa frente ao Moreirense, da I Liga, pela margem mínima.

Quanto ao FC Vizela, da II Liga, perdeu com o Boavista por 0-1, sofrendo o golo durante o prolongamento.

Recorde-se que Braga, Vitória, Gil Vicente e Famalicão já tinham assegurado a passagem à próxima eliminatória em jogos disputados na sexta-feira e no sábado.

Seis equipas do Minho seguem em frente na prova, cinco da I Liga e uma do Campeonato de Portugal.

(notícia atualizada às 22h45 com o resultado do FC Vizela)

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Futebol

Monção ‘cai de pé’ na Taça de Portugal frente ao Rio Ave

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Rio Ave, da I Liga portuguesa de futebol, garantiu, hoje, a passagem à quarta eliminatória da Taça de Portugal, após vencer, por 2-1, o Monção, formação dos distritais de Viana do Castelo.

Numa partida em que o resultado espelha as dificuldades sentidas pelos vila-condenses, valeu ao Rio Ave os golos madrugadores a abrir cada uma das parte, por Gabrielzinho, aos três minutos, e Meshino, aos 46, enquanto que o Monção ainda reduziu, por Baptista, aos 50.

Os vila-condenses, com várias alterações em relação ao onze habitual, até começaram cedo a impor o seu favoritismo, com uma entrada forte no desafio, sustentada num golo Gabrielzinho, logo aos três minutos, numa jogada individual, lançada por Tarantini, em que o extremo brasileiro foi aguentado as cargas e teve frieza para, no frente a frente com o guardião local Raul, assinar o 1-0.

O Monção não desmoralizou com o madrugador revês e, mesmo sendo pressionado pelo adversário, foi aguentando as suas linhas, travando as incursões do Rio Ave, nomeadamente um remate perigoso de Meshino, ainda antes dos 10 minutos.

Apesar do maior pendor ofensivo, a formação da I Liga sentia dificuldades para encontrar brechas na defesa dos minhotos e, já aos 36, ainda sofreu um calafrio, quando Rui Pedreira ameaçou o empate, num cabeceamento ao poste, na sequência de um canto.

Na segunda parte, o Rio Ave voltou a entrar melhor e logo no primeiro minuto do reatamento chegou ao 2-0, surpreendendo o Monção com um rápido contra-ataque, que Meshino finalizou, após assistência de Gabrielzinho.

Apesar da mais pronunciada desvantagem, a equipa dos distritais de Viana do Castelo não atirou ‘a toalha ao chão’ e, aos 50 minutos, bateu o Rio Ave, com o avançado Baptista aproveitar um corte defeituoso de Santos e a protagonizar um ‘chapéu’ de belo efeito para reduzir para o 2-1.

O tento fez os minhotos acreditarem em algo mais, e, pouco depois, Tiago Conde, num cabeceamento, ainda ameaçou o empate, numa fase do jogo em que o Rio Ave mostrava alguma instabilidade.

No entanto, com o avançar do cronómetro, a quebra física foi-se evidenciando na formação do Monção, retirando-lhe discernimento na tentativa de reação, frente a um Rio Ave mais robusto, com valores individuais para controlar a vantagem, e ainda ameaçar um terceiro golo, por intermédio de Diego Lopes e Gelson Dala, mas sem alterar o 2-1 final.

Ficha de Jogo

Jogo no Campo Manuel Lima, em Monção.

Monção – Rio Ave, 1-2

Ao intervalo: 0-1

Marcadores:

0-1, Gabrielzinho, 03 minutos.

0-2, Meshino, 46.

1-2, Baptista, 50

Equipas:

– Monção: Raúl, Rui Pedreira, Ibraima, Guilherme da Silva, Artur (Henrique, 90+3) Sabini, Mini (Junior Aroldo, 90+3), Tiago Conde (Diogo Araújo, 90+3), Palhares, Baptista e Stivan (Bill Clinton, 87).

(Suplentes: Mota, Renato Batista, Diego Araújo, Edilson, Júnior Aroldo, Bill Clinton e Henrique)

Treinador: Rogério Amorim.

– Rio Ave: Léo Vieira, Costinha, Nélson Monte (Santos, 45+2), Borevkovic, Pedro Amaral, Jambor, Tarantini, Francisco Geraldes (Diego Lopes, 67), Gabrielzinho (Lucas Piazon, 81), Bruno Moreira (Gelson Dala, 67) e Meshino (Carlos Mané, 81).

(Suplentes: Kieszek, Filipe Augusto, Gelson Dala, Diego Lopes, Lucas Piazon, Carlos Mané e Santos).

Treinador: Mário Silva.

Árbitro: Manuel Mota (AF Braga).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Ibraima (48) e Francisco Geraldes (60).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

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