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II Liga

Vítor Oliveira regressa às origens para reforçar estatuto de ‘rei das subidas’

Paços de Ferreira garantiu o regresso à I Liga

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Foto: Twitter

O treinador Vítor Oliveira festejou hoje pela 11.ª vez a promoção ao escalão principal do futebol português, no comando do Paços de Ferreira – onde tudo começou, em 1990/91 -, reforçando o estatuto de ‘rei das subidas’ na II Liga.

O triunfo alcançado hoje na receção ao Académico de Viseu, por 2-1, na 30.ª jornada do campeonato secundário, permitiu à equipa pacense tornar-se a primeira a assegurar o regresso ao convívio dos ‘grandes’ na época 2018/19, quando ainda faltam disputar quatro rondas para o fim da prova.

Aos 65 anos, o antigo futebolista, natural de Matosinhos, que já orientou quase duas dezenas de emblemas, foi um dos principais responsáveis pelo regresso do Paços de Ferreira à I Liga, um ano após ter sido despromovido, somando a 11.ª subida da carreira, em 18 presenças no segundo escalão.

Há dois anos, Vítor Oliveira tinha conseguido idêntica proeza no Portimonense, completando na temporada 2016/17 uma sequência de cinco promoções consecutivas, depois de Arouca (2012/13), Moreirense (2013/14), União da Madeira (2014/15) e Desportivo de Chaves (2015/16).

À exceção dos algarvios, o técnico não acompanhou nenhum destes clubes na subida, sendo que, no caso dos minhotos, acabou mesmo por deixar a equipa antes do final da temporada, saindo após a 33.ª jornada, quando o Moreirense ocupava o segundo lugar.

Há quatro anos, Vítor Oliveira explicou o porquê de fazer carreira na II Liga, ao invés de seguir o percurso das equipas que sobe.

“Às vezes é melhor estar na II Liga a jogar para subir, do que estar na I Liga a perder e a desgastar-se. Nessas duas propostas, acho que prefiro uma equipa da II. Gosto de futebol e de treinar, independentemente de ser na I ou na II. Mas bom mesmo é estar na I Liga”, observou.

A ‘ligação’ de Vítor Oliveira ao segundo escalão começou no início da década de 90, levando o Paços de Ferreira à I Liga, em 1990/91, algo que voltaria a alcançar com Académica (1996/97), União de Leiria (1997/98), Belenenses (1998/99) e Leixões (2006/07).

Também nesses anos, o técnico optou por não continuar com os emblemas que orientava, exceção feita ao Paços de Ferreira, no qual se manteve na temporada seguinte à subida, terminando no 12.º posto da I Liga de 1991/92.

Na divisão maior, Vítor Oliveira contabiliza 15 presenças, a última das quais no Portimonense, na temporada passada, e, antes dessa, no Moreirense, em 2004/05, quando não terminou a época, sendo substituído por Jorge Jesus, a três rondas do final da prova.

Entre os desempenhos na I Liga, sobressai um sétimo lugar pelo Portimonense, em 1985/86, bem como um oitavo e um nono, ambos pelo Gil Vicente, respetivamente, em 2002/03 e 1992/93.

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I Liga

Equipas das I e II ligas ficam hoje a conhecer calendário para 2019/20

E também das primeiras fases da Taça da Liga

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Foto: DR/Arquivo

O sorteio das I e II ligas de futebol, que se realiza hoje no Porto, vai definir o calendário das divisões profissionais para 2019/20 e também das primeiras fases da Taça da Liga.

O campeão nacional Benfica vai ficar a saber com quem inicia e termina a época, sabendo desde já que não pode jogar, na mesma ronda, em casa se o ‘rival’ e vizinho Sporting também o fizer.

Esta é uma das condicionantes ao sorteio, marcado para as 21:00 no Palácio da Bolsa, e definido pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), uma medida que se aplica também a FC Porto e Boavista, SC Braga e Vitória SC e Gil Vicente e Famalicão.

Os famalicenses são uma de três novas equipas na I Liga, em comparação com 2018/19, a par do campeão da II Liga Paços de Ferreira e do Gil Vicente, após a conclusão do caso judicial ‘Mateus’.

Entre as condicionantes definidas pela LPFP estão várias medidas para tentar ‘nivelar’ o campeonato, com uma alínea para impedir jogos consecutivos com os cinco melhores clubes por média de pontos nos últimos três anos: Benfica, FC Porto, Sporting, SC Braga e Vitória SC.

Outra das situações a evitar é uma equipa defrontar adversários a disputar competições europeias em duas rondas seguidas, assim como duas visitas seguidas às regiões autónomas, a Marítimo (Madeira) e Santa Clara (Açores).

Na II Liga, e com os ‘despromovidos’ Feirense, Nacional e Desportivo de Chaves, o sorteio terá sempre de ditar um confronto entre as equipas B de FC Porto e Benfica para a última jornada de cada volta.

Por seu lado, uma das duas novas equipas, o Casa Pia, não poderá jogar em casa na mesma ronda que o Mafra, numa temporada que a Oliveirense arranca como visitante, pela “partilha de estádios”, e o Vilafranquense se estreia no futebol profissional.

O evento, intitulado ‘Kick Off’, terá ainda o sorteio e calendarização do arranque da Taça da Liga, assim como a entrega dos prémios por desempenho desportivo em 2018/19, quer na I quer na II Liga.

Na corrida ao prémio de jogador do ano estão seis futebolistas do vice-campeão FC Porto, entre eles Yacine Brahimi, com o favoritismo a recair sobre Bruno Fernandes (Sporting) ou João Félix, transferido para o Atlético de Madrid proveniente do Benfica.

O defesa dos ‘encarnados’ Ferro, que acabou por terminar a época do título como titular na equipa principal, é candidato no escalão secundário, pela equipa B, ao lado de seis jogadores do promovido Famalicão, o campeão Luiz Carlos e dois atletas da Académica.

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Futebol

César Peixoto vai treinar a Académica de Coimbra

Ex-futebolista de Caldas das Taipas vai abraçar a sua segunda experiência como treinador

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Foto: DR / Arquivo

O antigo futebolista César Peixoto é o novo treinador da Académica, sucedendo a João Alves no comando técnico dos ‘estudantes’, anunciou hoje o clube que integra a II Liga portuguesa.

O técnico de Caldas das Taipas vai ser apresentado às 17:00, em conferência de imprensa, no Estádio Cidade de Coimbra.

César Peixoto, de 39 anos, prepara-se para viver a segunda experiência como treinador, depois de ter orientado o Varzim na fase final da última época, conduzindo o clube poveiro à permanência na II Liga.

Enquanto jogador, o novo treinador dos ‘estudantes’ representou clubes como o SC Braga, Vitória SC, Gil Vicente, FC Porto e Benfica, tendo uma internacionalização por Portugal.

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II Liga

Paulo Alves vai treinar o Varzim

Ex-Gil Vicente e Vizela

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Foto: Facebook de Varzim SC

O Varzim, da II Liga portuguesa de futebol, apresentou hoje Paulo Alves como novo treinador da equipa principal para a próxima temporada.

O técnico de 49 anos, que teve a sua última experiência profissional no futebol da Arábia Saudita, na última época, assinou um compromisso válido por uma temporada com o emblema poveiro, falando em “honra de treinar um clube com tanta tradição”.

“Conheço bem a realidade deste clube, quer como treinador quer como jogador vim várias vezes jogar ao estádio do Varzim e lembro-me que nunca foi fácil. É isso que temos de fazer, tornar esta casa algo de muito difícil para os adversários”, disse Paulo Alves.

O treinador não quis prometer objetivos concretos na tabela classificativa, mas garantiu “uma equipa com responsabilidade e ambição”.

“Queremos fazer um grupo que lute em qualquer jogo para ganhar. Será preciso alguma paciência, mas vamos ter uma equipa possa ombrear com qualquer adversário, e que deixe a pele em campo. Esta II Liga é imprevisível, e queremos entrar bem”, completou

Já Pedro Faria, presidente do Varzim, desejou “sorte para o novo timoneiro”, destacando a experiência de Paulo Alves.

“É um treinador com mais de 300 jogos no currículo, que conhece bem a realidade da II Liga e do Varzim. Essa experiência será muito importante para nós”, disse o dirigente.

O líder do Varzim confirmou que o clube tem 13 jogadores sob contrato, incluindo o guarda-redes Serginho, ex-Santa Clara, que é reforço para a nova temporada.

A acompanhar Paulo Alves neste desafio vem o adjunto Ricardo Vaz, que se junta aos técnicos da casa Vitoriano Ramos e Paulo Cunha.

No seu currículo como treinador, Paulo Alves conta com passagens Gil Vicente, no qual conseguiu uma subida à Liga, União de Leiria, Vizela, Olhanense, Beira-Mar, Penafiel e União da Madeira, somando ainda experiências no futebol do Irão e da Arábia Saudita.

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