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Vinho rosé da Quintas de Melgaço vence medalha de ouro em concurso mundial

Distinção

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Foto: Divulgação

A colheita de 2020 do QM Rosé da Quintas de Melgaço ganhou uma Medalha de Ouro na 28ª edição do Concours Mondial de Bruxelles, “um dos processos de avaliação de vinhos mais conceituados do mundo”.

A mais recente novidade da Quintas de Melgaço, o QM Rosé 2020, chegou agora ao mercado e é descrito como tendo “personalidade jovem, fresca e persistente”.

Foi distinguido no Concurso Mundial de Bruxelas por entre uma amostra de 10 mil vinhos em competição, de 46 países produtores.

O certame tem mais de 20 anos de história e, na edição de 2021, mais de 300 juízes internacionais participaram nas provas, durante 9 dias, no Luxemburgo.

“Lançar uma nova colheita como a do QM Rosé, e verificar que a mesma é merecedora de um selo de confiança tão grande, é uma força motivadora enorme para continuarmos a trabalhar com o mesmo carinho e rigor de sempre. É uma honra saber que mesmo quando a nossa produção se encontra no meio de tantos vinhos de renome do mercado global, a sua qualidade não deixa ninguém indiferente”, afirma Pedro Soares, administrador das Quintas de Melgaço, citado em comunicado.

“Nascido a partir do blend das castas mais nobres brancas e tintas, da sub-região de Monção e Melgaço, a Alvarinho e a Sousão/Vinhão, a colheita de 2020 do QM Rosé diferencia-se pelo seu caráter pujante”, acrescenta o comunicado, referindo que “A frescura exalada torna o QM Rosé no acompanhamento perfeito para harmonizar com saladas, aperitivos diversos, pratos de peixes e marisco, assim como com um suave queijo amanteigado”.

“Para uma experiência completa de deleite, o QM Rosé 2020 deverá ser servido a uma temperatura entre os 8ºC e os 10ºC”, é aconselhado.

Sobre a Quintas de Melgaço

A Quintas de Melgaço nasceu por Amadeu Abílio Lopes, um filho da terra de espírito empreendedor que rumou ao Brasil, em meados do séc. XX, para crescer e se afirmar como empresário industrial de referência. O sucesso que viria a conhecer nunca o impediu de recordar a terra que o viu nascer, tendo voltado, anos mais tarde, para instalar os seus negócios no concelho de Melgaço e potenciar o crescimento da própria região.

Com uma visão arrojada e inovadora, desafiou pequenos e médios produtores vitivinícolas a juntarem forças e a trabalharem em conjunto para promover, em uníssono, o potencial dos vinhos da região e da casta Alvarinho, a base de todas as receitas. Nascia assim a sociedade da Quintas de Melgaço, constituída por mais de 500 membros acionistas. O projeto rapidamente ganhou escala e se tornou num importante motor de desenvolvimento para a comunidade e para a região de Melgaço, colocando-a no atlas mundial.

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