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Vila Verde inspira exposição romântica em Felgueiras no dia dos namorados

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Felgueiras inaugurou hoje uma exposição de mesas românticas decoradas com toalhas tradicionais, preparadas por bordadeiras do concelho, para assinalar o dia dos namorados, disse a vereadora Ana Madeiros. A exposição foi inspirada nos lenços de namorados de Aboim da Nóbrega, concelho de Vila Verde.

“A Casa do Risco [onde se encontra a exposição] tem bordadeiras de mão cheia, bordadeiras com uma experiência de muitos anos, que enaltecem estas tradições [centenárias]”, comentou, em declarações à Lusa.

“São 36 lenços, todos de concelhos portugueses. A inspiração foi os lenços de namorados típicos de Vila Verde. No nosso caso, fizemos lenços da paz [com versos de poetas locais], que foi o mote dado para que outros concelhos pudessem participar”, explicou Ana Medeiros.

Segundo a autarca, a exposição destina-se, também, a assinalar o 20.º aniversário da Casa do Risco, um equipamento do município, na freguesia de Airães, onde se promove e preserva o bordado tradicional, envolvendo várias mulheres guardiãs da tradição.

Além da exposição das mesas românticas, com a suas toalhas bordadas à mão, para a qual a câmara contou com o apoio de empresas de decoração e floristas do concelho, os visitantes podem encontrar, noutra sala da Casa do Risco, uma exposição de lenços de namorados, da Direção Regional da Cultura do Norte.

Aquela mostra iniciou o seu percurso na Feira do Livro de Guadalajara, no México, seguiu depois para a Livraria Lello e encontra-se agora em Felgueiras.

A mostra na Casa do Risco contempla, também, um conjunto de peças de bordados que aliam a tradição à contemporaneidade.

“Os bordados estão espalhados por toda a exposição, com o objetivo de transmitir a mensagem de que o bordado não é só uma tradição. É uma tradição que pode, ao mesmo tempo, ser moderno e contemporâneo”, defendeu, assinalando o “requinte e a classe” das peças apresentadas.

O ponto alto da exposição, que estará patente até ao dia 26, será a tarde de domingo, com várias atividades de poesia, danças de salão, canto e música, envolvendo alunos das escolas do concelho.

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Covid-19 já matou 68.125 pessoas e infetou mais de 1,2 milhões em todo o mundo

Balanço da agência AFP

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Foto: Ilustrativa / DR

A pandemia do novo coronavírus já matou 68.125 pessoas em todo o mundo e infetou mais de 1,2 milhões desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP, às 20:00 de hoje, através de fontes oficiais dos vários países.

De acordo com os dados recolhidos pela agência noticiosa francesa, mais de 1.244.740 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 191 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro passado, na China.

A AFP alerta, contudo, que o número de casos diagnosticados reflete atualmente apenas uma fração do total real de infeções, já que um grande número de países está a testar apenas os casos que requerem atendimento hospitalar.

Entre esses casos diagnosticados, hoje, pelo menos 238.800 são considerados curados pelas autoridades de saúde.

Desde a contagem realizada às 19:00 GMT (20:00 de Portugal) de sábado, 4.690 novas mortes e 75.522 novos casos ocorreram em todo o mundo.

Os países com mais mortes nas últimas 24 horas são os Estados Unidos, com 1.082 novas mortes, Espanha (674) e Reino Unido (621).

A Itália, que registou sua primeira morte ligada ao coronavírus no final de fevereiro, tem agora 15.877 mortes, 128.948 casos e 21.815 pessoas curadas.

No dia de hoje, as autoridades italianas anunciaram 515 mortes e 4.316 novos casos.

Depois da Itália, os países mais afetados são a Espanha, com 12.418 mortes, para 130.759 casos, os Estados Unidos, com 9.180 mortes (324.052 casos), a França, com 8.078 mortes (92.839 casos) e o Reino Unido, com 4.934 mortes (47.806 casos).

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, contabilizou um total de 81.669 casos (30 novos entre sábado e hoje), incluindo 3.329 mortes (3 novas) e 76.964 curas.

Com vários casos registados oficialmente, os Estados Unidos são atualmente o país mais afetado no mundo.

Desde sábado, às 19:00 GMT, Etiópia e Haiti anunciaram as primeiras mortes ligadas ao vírus e o Sudão do Sul anunciou o diagnóstico de um primeiro caso.

A Europa totalizava às 20:00 (19:00 TMG) de hoje 49.137 mortes, para 664.514 casos, os Estados Unidos e Canadá 9.477 mortes (339.442 casos), a Ásia 4.192 mortes (118.570 casos), o Médio Oriente 3.794 mortes (76.082 casos), a América Latina e Caribe 1.053 mortes (30.539 casos), África 431 mortes (8.921 casos) e a Oceânia 41 mortes (6.675 casos).

Este balanço foi realizado com dados recolhidos pela AFP junto das autoridades nacionais competentes dos vários países e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 295 mortes, mais 29 do que na véspera (+11%), e 11.278 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 754 em relação a sexta-feira (+7,2%).

Dos infetados, 1.084 estão internados, 267 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 75 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 de março o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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Mortes em Nova Iorque baixam ligeiramente para 594 em 24 horas

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O estado de Nova Iorque, epicentro da pandemia ligada ao novo coronavírus nos Estados Unidos, registou 594 mortes nas últimas 24 horas, elevando o total de vítimas mortais para 4.159, anunciou hoje o governador, Andrew Cuomo.

O número representa uma ligeira baixa em relação às 24 horas anteriores, de sexta-feira para sábado, quando se registaram 630 mortes, o número diário mais elevado até então.

“Ainda é demasiado cedo” para tirar conclusões, disse o governador em conferência de imprensa, frisando que pode ser uma evolução episódica.

O estado de Nova Iorque tem atualmente 122.031 casos, mais 8.327 do que no sábado, número que também apresenta uma redução, já que de sexta-feira para sábado o número de novas infeções foi de 10.841.

A cidade de Nova Iorque é a área mais atingida, com 67.551 do total de casos confirmados no estado.

Da mesma forma, reduziu-se o número de novas hospitalizações, havendo hoje em todo o estado 16.479 pessoas internadas, mais 574 do que no sábado, 4.376 das quais nos cuidados intensivos.

Verifica-se uma “ligeira estabilização”, disse Cuomo, e Nova Iorque pode estar “perto do vértice”, mas só podem ser retiradas conclusões “nos próximos dois ou três dias”.

Os Estados Unidos são o país do mundo mais afetado em número de casos, com 312.481 pessoas infetadas, e o terceiro em número de mortos (8.503), depois de Itália (15.362) e Espanha (12.418).

O estado de Nova Iorque concentra mais de um terço do total de casos no país e quase metade das mortes.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 65 mil.

Dos casos de infeção, mais de 233 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

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China vendeu 4 mil milhões de máscaras desde março mas recebeu muitas reclamações

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A China vendeu quase quatro mil milhões de máscaras de proteção contra a covid-19 a países estrangeiros, desde o início de março, avançaram hoje as autoridades nacionais, garantindo que os equipamentos médicos exportados têm qualidade.

Desde o dia 01 de março, a China exportou 3,86 mil milhões de máscaras, 37,5 milhões de fardas de proteção, 16.000 ventiladores e 2,84 milhões de ‘kits’ de deteção da covid-19 para mais de 50 países, contabilizou o responsável pelas alfândegas chinesas, Jin Hai.

No total, essas exportações estão avaliadas em 10,2 mil milhões de yuans (1,33 mil milhões de euros).

Apesar do declínio do número de casos no seu território, Pequim incentivou as fábricas do país a aumentar a produção de equipamentos médicos, já que muitos países enfrentam uma escassez deste material.

No entanto, vários países têm reclamado da falta de qualidade dos equipamentos médicos importados da China.

Os Países Baixos anunciaram, na semana passada, que iam devolver 600.000 máscaras de uma carga de 1,3 milhões encomendadas à China por não cumprirem os padrões de qualidade exigidos, já que não encaixavam adequadamente no rosto e tinham membranas (filtros) que não funcionavam.

Também Espanha devolveu milhares de testes de deteção da covid-19, alegando que estavam defeituosos e que tinham sido enviados por uma empresa chinesa sem as autorizações necessárias.

As autoridades chinesas reagiram, garantindo que as notícias sobre a qualidade dos equipamentos médicos chineses “não refletem os factos” e que, em muitos casos, tinha avisado que as máscaras que estava a vender não eram cirúrgicas.

“Na verdade, existem vários fatores [que podem explicar as reclamações], como o facto de a China ter padrões e hábitos de uso diferentes dos de outros países”, disse hoje o ministro chinês do Comércio, Jiang Fan.

“O uso inadequado pode gerar dúvidas sobre a qualidade”, acrescentou.

Na semana passada, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Hua Chunying, já tinha pedido à comunicação social ocidental para não “politizar nem exagerar” a questão.

Ainda assim, Pequim apertou recentemente as regras relativas à exportação de equipamentos médicos ligados ao coronavírus, exigindo que os produtos cumpram tanto as normas chinesas como as dos países que os compram.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 65 mil.

Dos casos de infeção, mais de 233 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com mais de 642 mil infetados e mais de 47 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, 15.362 óbitos em 124.632 casos confirmados até hoje.

A Espanha é o segundo país com maior número de mortes, registando 12.418, entre 130.759 casos de infeção confirmados até hoje, enquanto os Estados Unidos, com 8.162 mortos, são o que contabiliza mais infetados (mais de 300 mil).

A China, sem contar com os territórios de Hong Kong e Macau, conta com 81.669 casos e regista 3.329 mortes. As autoridades chinesas anunciaram hoje 30 novos casos e mais três mortes.

Além de Itália, Espanha, Estados Unidos e China, os países mais afetados são França, com 7.560 mortos (89.953 casos), Reino Unido, com 4.313 mortos (41.903 casos), Irão, com 3.452 mortos (55.743 casos), e Alemanha, com 1.342 mortes (91.714 casos).

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela DGS, registaram-se 295 mortes, mais 29 do que na véspera (+11%), e 11.278 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 754 em relação a sexta-feira (+7,2%).

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