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Braga

Vila Verde acolhe doze crianças de campo de refugiados na Grécia

Em Prado

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Foto: DR

A Casa Paroquial de Prado, no concelho de Vila Verde, vai acolher doze jovens refugiados, com idades entre os 12 e os 18 anos, provenientes de um campo de refugiados na Grécia. O anúncio foi feito por Armando Osório, presidente da Cruz Vermelha de Braga, à Rádio Universitária do Minho.


Estes jovens vão ter apoio da Cruz Vermelha e integram o grupo de 500 crianças e jovens que Portugal irá receber, nos próximos tempos, provenientes de campos de refugiados.

“O Governo fez um protocolo com a Cruz Vermelha Portuguesa e Braga vai acolher doze jovens, na Casa Paroquial de Prado, cedida pelo pároco”, disse Osório, acrescentando que “primeiro é preciso elevar-lhes a auto-estima, depois ensinar-lhes português e, finalmente, fazer-lhes uma análise para ver o destino que vão ter”.

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Braga

Derrocada no edifício do Banco Alimentar Contra a Fome em Braga

Não há feridos

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Parte da estrutura do edifício onde funciona o Banco Alimentar Contra a Fome, em Semelhe, Braga, desabou ao início da manhã desta quarta-feira.

Ao que O MINHO apurou, a restante parte do edifício poderá correr riscos de derrocada.

Não houve feridos.

Entretanto, a instituição já se pronunciou sobre o sucedido na sua página de Facebook, confirmado que “caiu uma parede no armazém”.

“Uma parte do edifício está interditada (por prevenção), até que sejam avaliados todos os danos estruturais pelas autoridades competentes”, refere a publicação, acrescentando que, “logo que seja possível”, será dada “informação concreta sobre o evoluir da situação”.

Para o local foram acionados os Bombeiros Sapadores de Braga que mobilizaram seis operacionais e uma viatura.

No local esteve a Proteção Civil, cujos técnicos estão a fazer peritagens para apurar qual o estado de risco em que se encontra a estrutura.

Notícia atualizada às 12h46 com comunicado da instituição.

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Braga

Concelho de Braga com menos 525 casos ativos desde ontem, mas há mais 3 mortos

Covid-19

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Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O concelho de Braga regista hoje 1.272 casos ativos de covid-19, menos 525 do que ontem, data do último balanço publicado por O MINHO.

Apesar da descida, o município contabiliza agora 6.778 casos desde o início da pandemia, mais 119 desde segunda-feira.

Estes números foram apurados pelo nosso jornal junto de fonte local da saúde às 17:30 desta terça-feira.

Há ainda mais 641 doentes curados desde ontem, totalizando 5.410 recuperações desde o início da pandemia.

Há 96 óbitos a lamentar, mais três nas últimas 24 horas.

Por fim, estão 1.984 pessoas em vigilância ativa, mais 29 do que na segunda-feira.

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Braga

Juventude Popular suspende congresso do próximo fim de semana, em Braga

Política

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Foto: Arquivo

O XXIV Congresso da Juventude Popular, agendado para sábado e domingo, em Braga, foi suspenso e será reagendado 15 dias depois do levantamento do estado de emergência, decidiram hoje os órgãos da estrutura que representa os jovens do CDS-PP.

“A meu pedido, a Juventude Popular [JP] reuniu os seus órgãos e chegámos ao entendimento de suspender os trabalhos do congresso”, disse à Lusa o presidente, argumentando que “não estavam reunidas as condições logísticas nem políticas para a realização do congresso”.

De acordo com Francisco Mota, “será indicada uma nova data até 15 dias depois do levantamento do estado de emergência” no país.

A decisão já foi comunicada aos congressistas, através de uma nota assinada pelo vice-presidente da mesa do congresso, Ricardo Machado Azevedo, pelo presidente da comissão organizadora do congresso, Francisco Kreye, e pelo primeiro subscritor da mossa de estratégia global “Responder ao Futuro”, e candidato à liderança da JP, Francisco Camacho.

Líder bracarense da JP quer adiar congresso marcado para finais de novembro

“Perante a urgência de encontrar soluções face ao problema emergente, a solução adotada procura encontrar consenso entre as partes subscritoras, leia-se órgãos responsáveis pelo congresso, organização do congresso e primeiro subscritor da moção de estratégia global submetida”, refere o documento.

No domingo, o presidente da Juventude Popular anunciou que convocou para segunda-feira uma reunião dos órgãos daquela estrutura para debater o adiamento do congresso. A decisão deveria ter sido anunciada numa conferência de imprensa agendada para hoje de manhã, mas que acabou por não acontecer porque, na altura, ainda não tinha sido firmado o acordo.

Francisco Mota explicou que o congresso será suspenso, e não adiado, porque o adiamento “obrigaria a repetir todo o processo”.

O dirigente considerou também “natural que um processo como este não seja consensual”, e lamentou que não tenha sido aceite incluir no regulamento do congresso a sua proposta “de uma alínea que previa o adiamento no caso do agravamento da pandemia”.

A nota enviada aos 321 delegados inscritos indica também que, “atendendo à suspensão, considerar-se-ão com capacidade eleitoral ativa e passiva todos os militantes que preencham os requisitos à data inicialmente prevista”.

Francisco Mota referiu que o congresso iria decorrer em Braga, num pavilhão com capacidade para 1.400 pessoas e limpeza permanente, e que estaria disponível medição de temperatura e testes rápidos à presença do novo coronavírus.

Sobre o facto de, na segunda-feira, o presidente do CDS ter dito aos jornalistas que o congresso da JP seria adiado, Francisco Mota sublinhou que “cabe aos órgãos da JP tomar a decisão”, e não ao líder do partido.

O presidente da JP ressalvou que, segundo a lei do estado de emergência, a reunião magna daquela estrutura poderia realizar-se, mas recusou que a atividade política seja “beneficiada” enquanto estão em vigor “restrições severas para os portugueses e para as atividades económicas”, decorrentes da declaração do estado de emergência.

O país está em estado de emergência desde 09 de novembro e até 08 de dezembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado.

Na semana passada, o ministro da Administração Interna deu como quase certo que a Assembleia da República terá de aprovar uma segunda prorrogação do estado de emergência a partir de 09 de dezembro, e o Presidente da República salientou que não hesitará em propor “mais renovações posteriores”.

O regime legal do estado de sítio e do estado de emergência estabelece que “as reuniões dos órgãos estatutários dos partidos políticos, sindicatos e associações profissionais não serão em caso algum proibidas, dissolvidas ou submetidas a autorização prévia”.

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