Seguir o O MINHO

Braga

Vila Verde abre Casa do Conhecimento para combater exclusão digital

em

A Casa do Conhecimento de Vila Verde, que tem como principal objetivo a inclusão digital da população e que significou um investimento de 2,5 milhões de euros, abre na próxima segunda-feira, informou hoje o município.

Em nota publicada no seu site, o município acrescenta que se trata de “um espaço de criatividade e inovação, para o desenvolvimento e experimentação de tecnologia”.

A Casa tem as valências de teatro virtual, ambiente automático virtual (CAVE), área de exposição interativa e salas de formação.

Contempla, ainda, um auditório dotado de um sistema de projeção 3D interativa, uma CAVE assente no conceito Educação e Entretenimento e uma área de exposição interactiva.

Tem também salas de formação equipadas com sistemas de projeção multimédia, quadros interativos e videoconferência, formação presencial e em regime de b-learning, sistema que é um misto de ensino presencial e à distância.

Nesta área, permite um sistema de formação de largo espetro em termos de conteúdos e públicos, que “passam pela iniciação, pelo aperfeiçoamento, pela reciclagem ou pela especialização tecnológica, indo de encontro ao conceito de formação ao longo da vida”.

A Casa do Conhecimento vai dispor, também, de uma sala internet, dentro do formato tradicional, com computadores, impressoras, equipamento multimédia e acesso à rede.

Foi implantada no local da antiga central de camionagem de Vila Verde, sendo que o investimento de 2,5 milhões de euros inclui a construção do edifício, a aquisição do equipamento e o arranjo do espaço envolvente.

 

logo Facebook Fique a par das Notícias de Vila Verde. Siga O MINHO no Facebook. Clique aqui

Anúncio

Braga

Braga com viatura adaptada para desinfeção de ruas

Covid-19

em

Foto: Divulgação / AGERE

Uma viatura adaptada à desinfeção de ruas está, desde este sábado, ao serviço do concelho de Braga, após reforço da AGERE.

A adaptação da viatura foi levada a cabo pela Perfect Eventos, Braga Eventos e Uselabel, segundo informa a empresa responsável pelos resíduos e limpeza de ruas no concelho bracarenses.

Com esta nova viatura, a AGERE passa a colaborar ativamente com as juntas de freguesia para a desinfeção de espaços públicos, embora a medida não seja recomendada pela Direção-Geral de Saúde (DGS).

Desinfeção das ruas sem efeito na contenção do contágio, diz DGS: “Não é uma medida que se recomende”

A diretora geral da saúde afirmou no passado dia 25 de março que não há evidência científica que as desinfeções de vias e espaços públicos sejam eficazes contra o contágio pelo novo coronavírus.

“Para a doença covid-19 não há nenhuma evidência científica que sejam eficazes [as desinfeções] e portanto não é uma medida que se recomende”, afirmou Graças Freitas na conferência de imprensa diária no Ministério da Saúde, em Lisboa.

Para a diretora-geral da saúde, “não é prioritário ter trabalhadores a desinfetar ruas”, para combater o contágio pelo novo coronavírus, como acontece em algumas autarquias, porque não há qualquer certeza que tenha influência.

“O que vai travar a covid-19 é estarmos distantes uns dos outros”, frisou Graça Freitas.

 

Continuar a ler

Braga

Estafeta da Telepizza ferido após despiste na circular em Braga

Acidentes

em

Foto: O MINHO

Um jovem de 27 anos, estafeta da cadeia de restaurantes Telepizza, sofreu ferimentos na sequência de um despiste ao final da tarde deste sábado, na entrada da circular urbana de Braga, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

O condutor seguia na descida proveniente do Hospital de Braga quando, por motivos desconhecidos, entrou em despiste, já na entrada da variante do Braga Parque.

Apesar do aparato, o jovem acabou por sofrer apenas escoriações nos membros superiores e inferiores, sendo estabilizado no local pelos Bombeiros Voluntários de Braga, que fizeram o transporte da vítima para o Hospital de Braga.

A PSP de Braga registou a ocorrência.

Continuar a ler

Braga

Sete suspeitos de tráfico vão ser libertados por falta de espaço na cadeia de Braga

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Sete jovens suspeitos de tráfico de droga vão ser libertados da medida de prisão preventiva por ordem da juíza que conduz o processo, uma vez que, diz a magistrada, a cadeia de Braga não dispõe das condições de distanciamento impostas pelo decreto do Governo, para combater a pandemia de covid-19.

Segundo escreve o Jornal de Notícias, citando a juíza, a decisão surge após “ter sido declarada pela Organização Mundial de Saúde a pandemia por SARS-CoV-2 (Covid-19), a par do estado de emergência em que nos encontramos e que, com elevada probabilidade, será prolongado a partir dos próximos dias, além do apelo das Organização das Nações Unidas efetuado no tocante à população prisional, em particular os mais vulneráveis”.

Presos preventivamente no Estabelecimento Prisional de Braga, os jovens beneficiam da decisão da juíza por aquela cadeia não comportar condições para “o distanciamento recomendado pela Direção Geral da Saúde e a Organização Mundial de Saúde”, “isto em decorrência da sobrelotação das prisões”, e que pode trazer “consequências gravosas, caso ocorra foco de contaminação”.

Por esta altura, já deveria ser conhecida a sentença do grupo que traficava drogas duras nos distritos de Braga e Porto, mas face às condicionantes impostas pela chegada da covid-19, o julgamento foi sucessivamente adiado.

Ao que apurámos, os jovens ficarão em prisão domiciliária enquanto aguardam o retomar das sessões de tribunal.

Continuar a ler

Populares