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Alto Minho

Vila Nova de Cerveira adere à associação de municípios com centro histórico

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Foto: Divulgação / CM Cerveira

Vila Nova de Cerveira decidiu integrar a Associação Portuguesa dos Municípios com Centro Histórico (APMCH), informou esta segunda-feira a câmara local, que justificou a adesão com o “singular” núcleo histórico do século XIV.

Em comunicado, o município liderado por Fernando Nogueira adiantou que a adesão do concelho à APMCH decidida em reunião camarária e vai ainda ser submetida a aprovação da assembleia municipal.

Para a autarquia, a adesão do concelho àquela associação visa “potenciar a defesa, valorização, revitalização e animação” do centro histórico de Vila Nova de Cerveira, “que remonta ao século XIV, com a entrega da Carta de Foral de D. Dinis em 1321 e constituído por relevantes elementos patrimoniais”.

“Sob proteção do Castelo D. Dinis surgiu, no século XIV, o pequeno burgo que corresponde hoje ao centro histórico, demarcando-se um novo paradigma na história dos cerveirenses e, sobretudo, da sua identidade. Aqui, a história e o património andam de mãos dadas, com diversos edifícios com influência de diferentes estilos arquitetónicos e épocas, que convidam a um roteiro histórico-patrimonial, mas também artístico-cultural”, especifica a nota.

Segundo aquela autarquia do Alto Minho, “o núcleo urbano histórico de Vila Nova de Cerveira é enaltecido pela existência de uma harmonização entre o valioso legado e as marcas que alguns dos mais importantes episódios da história nacional deixaram, com as modernas intervenções urbanísticas e artísticas”.

Fundada por 15 câmaras em 1988, a APMCH, com sede em Lamego, no distrito de Viseu, e com delegações regionais em Almeida (Guarda) e em Lagos (Faro), atualmente possui cerca de uma centena de concelhos e reúne “municípios portugueses que possuam, nos seus aglomerados urbanos, zonas antigas merecedoras de preservação”.

A APMCH visa, entre outros objetivos, “promover, em conjunto ou isoladamente, todas as ações, com vista à defesa, conservação, recuperação, reabilitação, revitalização e animação desses centros históricos, considerando-as zonas carecidas de proteção prioritária, como valores que são da maior importância nacional e de indiscutível interesse público e, principalmente, como fatores determinantes para o progresso e bem-estar das populações que deles desfrutam ou usufruem”.

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