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Braga

Vieira do Minho reúne mais de 50 cantadores ao desafio, autarca também “dá uma perninha”

Músico “de ouvido”, António Cardoso assume-se quase como um “homem dos sete instrumentos”

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Foto: Imagens YouTube

Mais de 50 cantadores ao desafio vão juntar-se no domingo, em Vieira do Minho, para mostrarem o que valem na arte da desgarrada, num evento em que o próprio presidente da Câmara promete “dar uma perninha”.

“A tocar concertina, lá estarei, certamente. A cantar ao desafio, já não é tão certo, mas se tiver de ser também alinharei”, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara de Vieira do Minho.

Músico “de ouvido”, António Cardoso assume-se quase como um “homem dos sete instrumentos”.

Vídeo: YouTube (02/2019)

“Toco concertina há meia dúzia de anos, mas desde pequeno que toco viola. Também toco harmónica, acordeão e cavaquinho. Tudo de ouvido”, referiu.

No domingo, a Câmara e a Junta de Freguesia de Vieira do Minho promovem o Dia do Cantador, um vento que, para além da vertente lúdica e recreativa, terá também um caráter solidário, uma vez que o valor das bebidas vendidas no recinto reverterá para os bombeiros do concelho.

São esperados mais de 50 tocadores, a que se juntarão pelo menos outros tantos tocadores de concertina.

O programa começa com uma missa, na Igreja Paroquial de Santa Maria Mãe de Deus, em Tabuaças, animada pelos cantadores que participam no encontro.

De tarde, terão lugar as desgarradas.

O evento servirá também para homenagear Casimiro Fernandes, um cantador do concelho, com 75 anos, que “desde cedo denotou aptidão para a música e para a poesia, improvisando melodias e fazendo as suas próprias flautas”.

“Este vieirense muito tem contribuído para o desenvolvimento da música popular do concelho, uma vez que foi fundador e cofundador do rancho folclórico “Passarinhos da Ribeira”, conjunto típico “Flores de Abril” e grupo de cantares ao desafio “Rouxinóis do Vale do Cávado”, refere um comunicado do município.

Segundo o mesmo comunicado, Casimiro Fernandes “é um devoto da concertina” e ensina a tocar o instrumento a “estudantes” da Universidade Sénior de Vieira do Minho.

“Com o processo a decorrer de candidatura à Unesco do canto ao desafio e do repentismo português, esta homenagem ao cantador ao desafio Casimiro Fernandes vai no sentido de dar valor a esta arte tão popular”, remata o comunicado.

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Braga

Homem morre após despiste de mota em Prado, Vila Verde

Óbito

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Foto: Funerária Gandarela

Um homem, com cerca de 60 anos, não resistiu aos ferimentos na sequência de um despiste na Estrada Nacional 205, na quinta-feira, em Vila de Prado, concelho de Vila Verde.

A mota em que a vítima seguia terá entrado em despiste acabando por embater contra um muro, junto ao cemitério daquela freguesia, ficando com vários ferimentos.

Acabou por ser transportado de urgência pelos Bombeiros de Vila Verde, dando entrada na unidade de cirurgia do Hospital de Braga, ficando depois internado na unidade de cuidados intensivos, mas não resistiu aos múltiplos ferimentos e fraturas que sofreu.

No local do acidente estiveram os Bombeiros de Vila Verde, a equipa médica da VMER de Braga e a GNR de Prado.

Ainda não há data para as cerimónias fúnebres.

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Braga

Bombeiros da Póvoa de Lanhoso sem mãos a medir após tempestade ‘surpresa’

Mau tempo

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Foto cedida a O MINHO

O mau tempo que se abateu sobre Póvoa de Lanhoso ao final da tarde de sexta-feira, ao longo de vários minutos, provocou vários estragos e inundações naquela vila, levando a que os bombeiros fossem mobilizados entre as 20:00 e as 02:00 horas, para limpar ruas e desobstruir condutas de águas pluviais, limpeza da praça principal e ainda remoção de árvores caídas.

Foto cedida a O MINHO

Os trabalhos começaram pouco depois da chegada do fenómeno de mau tempo, com várias ruas a ficarem inundadas no centro da vila povoense. Alguns estabelecimentos foram inundados levando a que os proprietários tentassem minimizar os estragos com a retirada da água.

Foto cedida a O MINHO

Recorde-se que, cerca das 19:30, a chuva intensa começou a cair em Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Cabeceiras de Basto, após um fenómeno extremo de mau tempo.

 

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Braga

Presidente do CDS reuniu com empresários da restauração de Braga

Francisco Rodrigues dos Santos

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Foto: Divulgação

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos esteve em Braga onde reuniu com a União de Restaurantes de Braga de Apoio ao Covid-19 (URBAC19) e a Associação Comercial de Braga (ACB) para avaliar o impacto negativo da crise pandémica no setor.

Para o líder do CDS-PP, “a restauração é um dos setores particularmente fustigado pela situação que atravessamos, registando perdas muito acentuadas nos últimos meses, que se debate com sérias dificuldades em manter os seus estabelecimentos de portas abertas e salvar empregos dos seus trabalhadores”.

“O CDS propõe uma estratégia, para a retoma da economia, assente na recapitalização das empresas e num quadro de baixos impostos, para que se possa captar investimento, promover atividade económica e gerar emprego”, afirma Francisco Rodrigues dos Santos.

“Entendemos que o caminho que o Governo tem seguido, de mais endividamento para as empresas com recurso a crédito e assente numa lógica de adiamento de obrigações fiscais, não pode ser mantido para futuro, por isso, propomos medidas como o alargamento do lay-off simplificado até ao final do ano, uma vez que o Governo previa que se gastasse por mês mil milhões de euros e, até agora, registam-se a peso uma execução de trezentos milhões. Estender esta medida até ao final de 2020, seria muito útil para que os empresários pudessem resistir esta crise e pagar ordenados aos seus funcionários”, declara.

Francisco Rodrigues dos Santos defende “a eliminação dos pagamentos por conta, uma vez que esses são baseados em cálculos de faturação que não têm qualquer tipo de paralelismo com os do ano 2020, onde se está a notar um arrefecimento uma paralisação muito grande da atividade económica. A duplicação do valor das linhas de crédito às empresas, sendo que uma percentagem delas deve estar consignada a fundo perdido, porque as empresas que compõem a maior parte do nosso tecido empresarial estão alavancadas em dívida e não podem contrair mais sob pena de se endividarem ao ponto de não conseguirem honrar seus compromissos, portanto é necessário que o Estado injete liquidez na economia, uma percentagem garantida por si, que seja garantida por si, que seja fundo perdido e que não agrava a situação de Tesouraria das empresas”.

“Defendemos ainda, um mecanismo de acerto de contas entre o Estado e os contribuintes, que permita a uma empresa ou um particular a quem o Estado deve dinheiro poder descontar o valor dessa dívida em impostos ou contribuições pagas ao Estado e, por último, a renovação do adiamento das obrigações fiscais até ao final do ano”, reitera o líder do CDS.

Por fim, “estas são medidas que na opinião do CDS ajudariam a revitalizar a atividade económica, aquilo que chamamos de uma vitamina CDS para salvar empregos e reativar a economia do país”.

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