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Região

Vídeo – A neve chegou ao Minho

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A neve chegou a Melgaço, Arcos de Valdevez e Terras de Bouro, concelhos que abrangem a área do Parque Nacional da Peneda Gerês.

O fotógrafo Carlos Pontes documentou algumas imagens na manhã desta segunda-feira em Arcos de Valdevez.

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Braga

“Braga não aceita retrocesso na qualidade do hospital com fim da PPP”, diz Ricardo Rio

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Foto: DR / Arquivo

O presidente da Câmara de Braga afirmou hoje que não aceitará “nenhum retrocesso” no nível da qualidade do hospital público da cidade, na sequência do fim da PPP constituída há 10 anos para assegurar a gestão da unidade.

“Naturalmente, Braga, cada um dos bracarenses, não aceita nenhum retrocesso no nível de qualidade a que este hospital nos habituou ao longo dos últimos anos”, referiu Ricardo Rio, eleito pela coligação PSD/CDS/PPM.

Para o autarca, “cumpre ao Estado” garantir que o nível de qualidade do hospital “vai continuar nos anos vindouros”.

Ricardo Rio falava na sessão comemorativa dos 10 anos do Hospital de Braga, sob a gestão do Grupo Mello Saúde, ao abrigo de uma parceira público-privada (PPP) que dura desde setembro de 2009 e que chegará ao fim em 31 de agosto.

O autarca reiterou críticas à não renovação da PPP, sublinhando que “Braga está hoje muito satisfeita” com o hospital, quer em termos de acessibilidade aos cuidados de saúde quer à qualidade e ao nível do serviço prestado.

“Parece pouco racional que cada vez mais nosso país se discuta o modelo em vez de se discutir os resultados”, apontou.

Disse que os 10 anos de PPP fizeram do Hospital de Braga “um dos melhores, se não mesmo o melhor do país”.

A gestão do Hospital de Braga passa para o Estado em 01 de setembro, depois de Grupo Mello e Ministério da Saúde não terem chegado a acordo sobre a continuação daquela PPP.

Em maio, foi já criada a Hospital de Braga Empresa Pública, para assegurar a gestão dos serviços.

O fim da PPP foi igualmente criticado pelo presidente do Conselho de Desenvolvimento Sustentado do Hospital de Braga, Luís Braga da Cruz, que considerou que os últimos 10 anos no Hospital de Braga constituem “um manual de boas práticas” na gestão hospitalar.

Para Braga da Cruz, “não é aceitável” acabar com uma parceria que se revelou “virtuosa”, só por “preconceito ideológico”.

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Viana do Castelo

Resistentes do prédio Coutinho em Viana esperam que tribunal trave despejo

Providência cautelar

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Foto: DR / Arquivo

Ao terceiro dia, os nove moradores de seis frações do prédio Coutinho, em Viana do Castelo, resistem já sem água e sem gás, aguardando que o tribunal aceite a providência cautelar que interpuseram na segunda-feira para travar o despejo.

“É só isso que queremos. Que o tribunal se pronuncie sobre a providência cautelar que interpusemos na segunda-feira” para travar o despejo, afirmou hoje à Lusa Francisco Rocha, que desde segunda-feira não abandona o apartamento de três assoalhadas, no oitavo andar daquele prédio, que comprou na década de 70.

Contactada hoje pela Lusa, fonte do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) disse “ainda não haver despacho da providência cautelar que deverá ser hoje apreciada pelo juiz”.

Francisco Rocha e a mulher, de 73 e 72 anos, respetivamente, dizem que vão resistir “até à morte”.

“Não temos água desde segunda-feira, o gás foi cortado na terça-feira, cerca das 18:00, e luz ainda temos. Não tomámos banho, cheiramos mal, a comida tem chegado pela janela. Temos amigos que nos fazem chegar através de uma corda. Já comprei uma espécie de roldana para puxar uma botija de gás. Cá nos arranjaremos”, afirmou Francisco Rocha.

O morador adiantou que “quem sair do prédio não volta a entrar”.

O advogado dos moradores, Magalhães Sant’Ana, chegou ao edifício Jardim, localmente conhecido por prédio Coutinho, cerca das 10:30, para reunir com os últimos moradores.

Esta ação de despejo estava prevista cumprir-se às 09:00 de segunda-feira, na sequência de uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, de abril, que declarou improcedente a providência cautelar movida pelos moradores em março de 2018.

Na terça-feira, à Lusa, a VianaPolis informou que, “das 105 frações do prédio Coutinho, seis estão por entregar e são habitadas por nove pessoas”, estando em curso negociações com vista a um acordo com os últimos moradores.

“Continuam a decorrer contactos com os residentes no sentido de uma saída voluntária, estando a VianaPolis disponível para chegar a acordo como chegou com os proprietários de 22 frações que, na segunda-feira, entregaram voluntariamente as chaves dos apartamentos”, sustentou a fonte da sociedade que gere o programa Polis de Viana do Castelo que prevê, desde 2000, a desconstrução do imóvel de 13 andares.

A fonte da VianaPolis “apelou ao bom senso dos ocupantes das frações do edifício Jardim para que cumpram a lei e as decisões dos tribunais”.

Referiu ainda que, na segunda-feira, a “sociedade foi notificada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) da ação de intimação pela defesa dos direitos, liberdades e garantias”, também movida pelo advogado dos moradores e interposta no dia 19.

“Não tendo esta notificação efeitos suspensivos, a VianaPolis irá responder ao tribunal dentro do prazo previsto”, referiu.

A fonte daquela sociedade explicou que “só podem entrar no edifício pessoas autorizadas”.

“Os moradores podem sair livremente. A entrada só com autorização da VianaPolis”, reforçou, adiantando que “a suspensão do fornecimento de água ao prédio já foi concretizada e que ainda hoje será cortado o abastecimento de gás”.

Na segunda-feira, os últimos 11 moradores no edifício recusaram entregar a chave das habitações à VianaPolis, no prazo fixado pela sociedade que gere o programa Polis, para tomar posse administrativa das últimas frações do edifício.

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Braga

Circuito turístico “Braga e Bom-Jesus Tour” já está disponível

Turismo

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Foto: DR/Arquivo

Os TUB – Transportes Urbanos de Braga retomam esta terça-feira, e até o dia 30 de setembro, o circuito turístico ‘Braga e Bom-Jesus Tour’.

O circuito que funciona em parceria com a Carristur dispõe de oito viagens diárias, entre as 10:00 e as 17:00, com uma duração aproximada de uma hora.

O circuito tem inicio na Avenida Central e percorre os principais pontos de interesse turístico da cidade. No percurso destaca-se uma paragem junto ao Posto de Turismo, bem como uma paragem junto ao pórtico do Bom Jesus.

O circuito permite, ainda, fazer a ligação ao funicular do Bom Jesus, à Estação Central de Camionagem e à Estação do Caminho de Ferro. Este serviço dispõe de um sistema áudio que está disponível em seis línguas: português, inglês, espanhol, alemão, francês e italiano.

O preço dos bilhetes é de 12 euros para adultos e 6 euros para as crianças. Grupos com quatro ou mais pessoas usufruem de desconto de 10%. Os bilhetes podem ser adquiridos a bordo ou nos agentes identificados para o efeito.

O bilhete permite, ainda, realizar a viagem de ida e volta no funicular do Bom Jesus, bem como, viajar em toda a rede dos Transportes Urbanos de Braga.

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