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Braga

Vídeo de “bandido” a perguntar por ouriversarias em Braga viraliza

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O youtuber Pierre Zago gravou um vídeo nas ruas de Braga que está a viralizar. O humorista vestiu-se de bandido e foi pedir indicações de joalherias, ouriversarias e bancos às pessoas.

Até a noite desta segunda-feira, o vídeo publicado no domingo já levava mais de 20 mil visualizações.

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Braga

“Conselho Nacional deu novo fôlego ao PSD e mais legitimidade a Rui Rio”

José Manuel Fernandes, presidente da Distrital do PSD de Braga, a O MINHO

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Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

O presidente da Distrital do PSD de Braga, José Manuel Fernandes, afirmou a O MINHO que “o Conselho Nacional deu um novo folego ao PSD e ainda mais legitimidade a Rui Rio”, já que o líder do Partido Social Democrata viu a sua margem de apoio legitimada a nível expresso e reforçada, mesmo em voto secreto, com a maioria de 75 votos sobre 50, obtendo uma maioria qualificada e expressa de 60%, face a 40% obtidos pelos “críticos”.

Aprovada moção de confiança à direção de Rui Rio

Para o também eurodeputado do PSD, “este Conselho Nacional foi muito participativo, onde a liderança de Rui Rio e a posição do Partido Social Democrata saíram bastante reforçados, com uma moção de confiança apresentada que acabou por se traduzir numa votação que permite agora dar até novo fôlego também para o Partido Social Democrata”.

Para José Manuel Fernandes, “eu votei a favor da moção de confiança à direção de Rui Rio, porque considero que não faz nenhum sentido criar um precedente grave estar-se a marcar eleições diretas de cada vez que um militante desafiasse um líder, o que poderia para além do mais ter repercussões até nas nossas Distritais e em termos das Concelhias”.

Ainda segundo o antigo presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, que foi um dos principais vencedores deste Conselho Nacional que se realizou no Porto, “nunca nos devemos esquecer que o presidente do PSD é eleito em eleições diretas, no caso concreto teve mais de 22.500 votos, de quem lhe confiou uma missão de se candidatar a primeiro ministro, ele não foi ainda a eleições, há aqui atos eleitoras que começam na segunda parte do mandato, no segundo ano, nomeadamente as eleições legislativas em outubro e depois europeias, depois ainda há que ter em contra em setembro as eleições na Madeira”.

“Não abrir precedente das sondagens”

José Manuel Fernandes acrescentou a O MINHO que “também não podemos abrir um outro precedente, que é o das sondagens, porque um partido não se pode deixar governar por sondagens, pois caso contrário seriam então as empresas de sondagens a comandar os partidos, se seguíssemos essa lógica, Pedro Passos Coelho até nem sequer teria ganho as eleições: na campanha das últimas legislativas teve meses de sondagens desfavoráveis”.

“Por outras palavras, quem quiser defender as sondagens tem de ser consequente e até mesmo antes de se candidatar, tem de fazer uma sondagem sobre si próprio e ver se tem alguma possibilidade inclusivamente em relação ao líder que está a desafiar”, destacou, ele que dias antes postou um vídeo no seu Facebook, explicando o porquê do apoio a Rio.

“Este Conselho Nacional também teve questões formais que acabaram por ser resolvidas e foi o voto secreto, que era o grande obstáculo e o grande problema que esses críticos estavam a colocar, pronto, foi voto secreto, mas presumo que aquilo que era o pedido de uma clarificação, presumo que essa clarificação já exista, mas agora eu espero que todos trabalham para um objetivo comum que é o do PSD, referiu ainda José Manuel Fernandes.

“Isto porque o PSD é a única alternativa ao António Costa, ter todas as condições e a toda a mobilização do Partido Social Democrata, para apresentar propostas e para fazer face à desgovernação que está a ser a do Partido Socialista, porque nunca tivemos serviços públicos tão maus, nunca um investimento público tão baixo, em simultâneo a maior dívida pública da nossa história e ainda a maior carga fiscal, que é a máxima, com serviços públicos mínimos, pelo que isto tem de ser invertido, está tudo desmascarado”, concluiu.

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Braga

Carbonizado dentro de carro era empresário de Amares

José Manuel Cachada, empresário avícola, nasceu em Esposende

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Foto: Vieira do Minho TV / Paulo Magalhães

O homem que foi encontrado carbonizado dentro de um carro, esta sexta-feira, entre Campos e Ruivães, em Vieira do Minho, era empresário em Amares e natural de Esposende. Informação já confirmada através de análises forenses ao cadáver, no Gabinete Médico-Legal de Braga.

José Manuel Cachada, de 45 anos de idade, nascido em Rio Tinto, Esposende, era um dos principais responsáveis por uma exploração avícola em Carrazedo, Amares, continuando a ser ainda investigadas pela Polícia Judiciária de Braga as causas da sua morte numa estrada secundária paralela à EN103, em Paradinha, concelho de Vieira do Minho.

Foto: O MINHO

A situação foi descoberta por um popular, “Manel Pastor”, que explicou a O MINHO “ter visto um fumo negro e quando me aproximei, vi que era um carro, já a arder muito, tendo eu chamado por dois condutores que passavam na estrada nacional, que chamaram logo as autoridades”.

Foto: O MINHO

Os Bombeiros Voluntários de Salto e os Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho, ao chegarem ao local da ocorrência, já nada puderam fazer, porque o automóvel, um Renault Megane branco, de três portas e de uso comercial, tinha ardido.

Foto: O MINHO

Depois de combatidas as últimas chamas e dissipado o fumo, foi encontrado um cadáver no banco do condutor, o que foi constatado pelo Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Grupo de Braga do INEM, cuja equipa clínica constatou o óbito no próprio local da ocorrência.

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Braga

Moradores da Sé, em Braga, temem aumento do ruído com novo regulamento para os bares

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Foto: O MINHO

A associação Poder Viver na Sé discorda de algumas das medidas da proposta de regulamento de funcionamento de bares e estabelecimentos noturnos elaborada pela Câmara de Braga e cuja discussão pública terminou esta quinta-feira.

“Somos os mais afetados. Só na Rua D. Paio Mendes, há mais de 10 bares com esplanadas, que ocupam a totalidade da rua de forma anárquica, junto ao principal ex-libris da cidade, a Sé Catedral”, diz o organismo, em texto enviado ao Município.

O seu presidente, António Ferrete disse a O MINHO que a proposta tem aspetos negativos como o da autorização das lojas de vending durante toda a noite: “as lojas sitas junto à UMinho tornaram-se locais de permanência noturna, com transtornos para os residentes devido ao barulho”, afirma.

O organismo discorda, também, da medida que prevê que as esplanadas, que funcionam até à meia-noite, passem a fechar às duas da madrugada, às sextas, sábados e vésperas de feriado.

O morador critica, ainda, a possibilidade de os bares colocarem colunas de som no exterior, o que – afirma – “só aumentará o nosso desassossego”. Considera que a obrigatoriedade de obtenção de parecer positivo dos habitantes de um dado prédio, quando se quer abrir um bar, deve ser alargada aos vizinhos, isto porque, as colunas de som “ficam encostadas às paredes, e vibração espalha-se aos prédios contíguos”.

A Viver a Sé aplaude, no entanto, a decisão de obrigar os bares a fechar portas e janelas, quando há música ao vivo e a orientação tendente a que sejam obrigados a ter limitadores de potência.

E fiscalizar?

Os moradores da Sé acham, ainda, que qualquer regulamento só funciona se for fiscalizado: “a PSP diz que tal é com o Município, e este que a culpa é da Polícia”, lamenta. O que – afirma “tem levado à saída de residentes e à desertificação da zona histórica”.

Entretanto, a Associação Comercial de Braga congratulou-se, em documento publicado na imprensa local, com as alterações que o vereador João Rodrigues propõe para o setor. Mas, José Cardoso, da associação de moradores contrapõe que “os comerciantes não podem viver à custa do bem-estar dos cidadãos”.

Morador critica

Em dezembro, e em carta enviada ao presidente da Câmara, José Manuel Cardoso, morador na Sé, escreve que “o horário das esplanadas praticado entre 15 de Junho e 31 de Outubro ocasionou um ruído que se prolongava até às 03.00 horas ou mais, dado que os frequentadores nunca abandonam, de imediato, os espaços públicos da zona”.

“Lamento, mais uma vez que, em nome dos consumidores se violente o descanso dos moradores da zona histórica e se desrespeite a legislação nacional do ruído”, acrescenta.

O MINHO não conseguiu contactar o vereador com o pelouro do espaço público, João Rodrigues.

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