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Viana reforça ensino do português para facilitar integração de imigrantes

Alto Minho

Viana reforça ensino do português para facilitar integração de imigrantes

A Câmara de Viana do Castelo vai reforçar o ensino do português para facilitar a integração da comunidade imigrante no concelho ao abrigo de um plano municipal a implementar nos próximos dois anos.

O Plano Municipal para a Integração dos Imigrantes de Viana do Castelo (PMIIVC), aprovado por unanimidade em reunião do executivo municipal, prevê ainda, entre outras medidas, a “aposta na formação em áreas de competência facilitadoras da angariação do primeiro emprego, e a criação de oportunidade de participação em atividades culturais, artísticas e associativas”.

“A grande dificuldade apontada pelos imigrantes é ao nível da língua. Já temos ensino de português nas duas escolas secundárias da cidade, mas é insuficiente”, frisou a vereadora de Ação Social da Câmara Municipal, Ana Margarida Silva.

O objetivo “é promover a integração, participação, igualdade e coesão social dos cidadãos imigrantes na comunidade local e desenvolver sentimentos de confiança, equilíbrio e segurança dos cidadãos nacionais relativamente aos imigrantes, assim como criar mecanismos facilitadores da vida quotidiana”.

De acordo com a responsável autárquica, parte das medidas prevista no plano vão ser “implementadas de imediato”, suportadas pela autarquia, enquanto outras dependem de financiamento.

Aquele PMIIVC, para executar entre 2015 e 2017, resulta de uma candidatura aprovada no âmbito Programa de Financiamento Europeu para a Integração dos Nacionais de Países Terceiros (FEINPT).

O documento, que integra medidas em 13 áreas diferentes, definidas pelo Alto Comissariado para as Migrações, resultou de um diagnóstico efetuado no concelho.

O levantamento, coordenado pela autarquia e que envolveu 18 instituições públicas e privados do concelho, permitiu identificar um total de três mil imigrantes, sendo quase 700 Nacionais de Países Terceiros (NPT), sobretudo ucranianos, brasileiros e chineses, mas também “alguns” refugiados de várias zonas em conflito.

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