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Viana do Castelo

Viana quer investir em mais transporte escolar para o próximo ano letivo

Escolas

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Foto: DR

A Câmara de Viana do Castelo quer investir, no ano letivo 2020/2021, mais de 2,1 milhões de euros em transportes escolares, refeições e auxílios económicos a alunos do concelho, informou hoje a autarquia.


Em nota enviada à imprensa, o município adiantou que a proposta de investimento da maioria socialista no próximo ano letivo vai ser apreciada, na quinta-feira, em reunião ordinária de executivo. A sessão tem início marcado para as 15:00, no salão nobre dos Antigos Paços do Concelho, na Praça da República.

O plano de transportes escolares proposto pela maioria socialista “implica a maior fatia deste investimento, ascendendo a 1,315 milhões de euros”.

Aquele plano inclui “o recurso à implementação de circuitos especiais para alunos do 1º, 2º e 3º ciclos e secundário quando a oferta de transporte público existente se afigure desadequada aos horários de funcionamento das escolas e ainda o recurso à implementação de circuitos especiais de táxi para crianças e alunos com necessidades essenciais integrados na educação inclusiva”.

“O número de alunos estimado para transportar no próximo ano letivo é de 2.283, distribuídos pelos diferentes níveis de ensino. Assim, do pré-escolar, 1º e 2º ciclo, serão abrangidos 720 alunos, do 3º ciclo serão abrangidos 865 alunos, do secundário 698 alunos, sendo ainda 329 estudantes dos diversos ciclos transportados através de circuitos especiais”, especifica a nota.

Já no âmbito da “delegação de competências nas Juntas de Freguesia, para o transporte de crianças e alunos de áreas de escolas encerradas serão promovidos circuitos locais, o que implicará a transferência de uma verba global de 162.960 euros”.

A “contratação de vigilantes para apoio a transportes de crianças e alunos a verba estimada será de 49.755 euros, a ser transferida como apoio às Juntas de Freguesia que irão colaborar no serviço”.

No transporte de refeições, que “será feito através de apoio às Juntas de Freguesia, implica um investimento municipal de 15.840 euros”.

“A Câmara Municipal tem implementado um serviço de refeições escolares, em estabelecimentos de menor dimensão, através do recurso ao ‘catering’, a partir de outras unidades educativas que lhe são próximas, medida que permite uma gestão mais eficiente dos recursos humanos e melhor controlo da qualidade do serviço”.

Ainda no âmbito da delegação de competências nas Juntas de Freguesia, o município prevê investir 91.800 com o pessoal de apoio às cantinas escolares.

A ação social escolar tem contemplada uma verba de 221. 375 euros, para atribuição de auxílios económicos a alunos carenciados do primeiro ciclo do ensino básico e da educação pré-escolar.

“A Câmara Municipal assegura um apoio direto aos alunos que se encontrem posicionados nos escalões 1 e 2 de abono de família, ao nível da educação pré-escolar e primeiro ciclo do ensino básico. Estes apoios traduzem-se num conjunto de medidas adotadas pela autarquia destinadas a garantir a igualdade de oportunidades de acesso e sucesso escolares aos alunos de agregados familiares cuja situação económica não lhes permite suportar integralmente os encargos decorrentes da frequência da escola”, especifica.

Em material didático, a autarquia prevê investir 16.970 euros, sendo que a comparticipação às refeições de 1.330 crianças está estimada em 237 mil euros.

A implementação do serviço gratuito das atividades de animação e apoio à família nos jardins-de-infância, abrangendo um universo de 691 crianças, representa um encargo anual estimado de 221.375 euros.

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Viana do Castelo

Viana mantém unidade de saúde no centro cultural se aumentarem casos

Covid-19

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Foto: DR

O presidente da Câmara de Viana do Castelo disse hoje que a unidade instalada no centro cultural para receber infetados com covid-19 só será desmontada na última semana de outubro, se a evolução da doença “não ficar descontrolada”.

“Só o vamos desativar na última semana de outubro. Até lá, vamos verificar a evolução da doença. Se a situação estiver controlada desativaremos o espaço. Se estiver descontrolada, naturalmente ficará disponível para que a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), se assim o entender, o poder utilizar”, afirmou José Maria Costa à agência Lusa.

O autarca socialista adiantou que, apesar de estar previsto para dia 31 de outubro, naquela sala de espetáculos, um concerto com a banda portuguesa D.A.M.A, o mesmo poderá ser adiado se houver necessidade de manter a unidade de saúde instalada.

“Se verificarmos que há risco acrescido de uma evolução negativa [covid-19], não vamos fazer o espetáculo e continuaremos a ter disponível aquele espaço”, disse.

O concerto com os D.A.M.A esteve inicialmente marcado para março, mas foi cancelado devido à pandemia do novo coronavírus.

Aquela unidade de saúde de retaguarda, com 200 camas, foi instalada em abril na maior sala de espetáculos do Alto Minho para receber idosos infetados com covid-19, evitando a sua permanência em lares, num investimento de 16 mil euros.

O espaço não chegou a ser utlizado para esse fim, mas acolheu recentemente, segundo José Maria Costa, bombeiros de várias corporações do país que auxiliaram no combate a incêndios que assolaram a região.

Questionado pela Lusa a propósito de medidas que o município planeia tomar para enfrentar uma eventual nova onda da covid-19, José Maria Costa destacou o “reforço do nível de segurança e prevenção individual”.

O autarca apelou “ao uso da máscara de proteção nos espaços públicos, ao cumprimento do distanciamento social e à não realização de convívios ou situações que possam representar risco”.

“Neste momento a nossa preocupação passou ainda por garantir reservas de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), em ‘stock’ nos nossos armazéns, para suprir as necessidades da Câmara e das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e por termos toda a estrutura do serviço municipal de proteção civil disponível para, se for necessário, entrar em funcionamento”, especificou.

José Maria Costa, que é também presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto disse que, no seio daquela estrutura que agrega os dez concelhos do distrito de Viana do Castelo, é realizada semanalmente uma reunião com a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte.

“Nessas reuniões tomamos conhecimento da evolução da doença e logo que surja uma situação mais crítica acionarei o gabinete de emergência”, reforçou.

O autarca socialista garantiu que as “forças de primeira intervenção” do concelho de Viana do Castelo estão hoje “muito mais bem equipadas e treinadas”, para enfrentar uma eventual nova vaga da doença, apontando como exemplos as duas corporações de bombeiros e a Cruz Vermelha.

“Temos já muita experiência na adequação dos sistemas de desinfeção e de proteção individual. No âmbito do nosso gabinete de emergência temos previsto um conjunto de outras soluções, como voluntários e a rentabilização de equipamentos municipais para fornecimento de refeições ou outro tipo de apoio”, disse.

A Lusa também questionou a ULSAM sobre as medidas que estará a implementar para enfrentar uma segunda vaga da doença, mas até ao momento não obteve resposta.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas, contando com 2.500 profissionais, entre os quais 501 médicos e 892 enfermeiros.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 984.068 mortos e cerca de 32,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.936 pessoas dos 72.055 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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Viana do Castelo

Concelho de Viana com 45 casos ativos, 18 mortos e 271 recuperados

Pandemia

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Foto: O MINHO

O concelho de Viana do Castelo registava, até às 17:00 horas desta sexta-feira, 45 casos ativos de covid-19, disse a O MINHO fonte da Unidade Local de Saúde do Alto Minho.

A capital do Alto Minho regista ainda 271 casos dados como recuperados, num total de 334 infeções pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. Há ainda a lamentar 18 óbitos.

Segundo a mesma fonte, o distrito de Viana do Castelo regista, até à mesma data, 215 casos de infeção ativa por entre a população. 717 já recuperaram e 58 morreram.

O Alto Minho regista o total de 990 infeções desde o início da pandemia.

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Viana do Castelo

Estacionamento gratuito até final do ano em Viana do Castelo

Medida de mitigação do impacto económico da pandemia

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Viana do Castelo informou hoje a isenção de pagamento de estacionamento na via pública (parquímetros) e na utilização do Parque de Estacionamento do Campo d’Agonia (PECA) até final do mês de dezembro.

Em comunicado, o município adiantou que a medida foi aprovada, na quinta-feira, em reunião camarária, no âmbito das medidas de mitigação do impacto económico e social da covid-19.

O executivo aprovou também a isenção de taxas de ocupação do domínio público, taxas de concessão e rendas de aluguer até ao final do mês de dezembro nos bares e espaços de restauração, posto de Turismo “Welcome Center” e empresas instaladas no parque empresarial da Praia Norte (a isenção corresponde a 50% do valor da taxa liquidada, percentagem de receita retida pelo Município; restantes 50% são receita da Administração Portos Douro, Leixões e Viana do Castelo).

São ainda abrangidas pela medida a incubadora, o mercado municipal, a feira semanal e terrado do mercado, sendo que as medidas de isenção de taxas de rendas de aluguer abrangem 30 empresas do concelho.

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