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Viana do Castelo

Viana investe mais de 1,3 milhões de euros em transportes e apoios escolares

Projeto aprovado por unanimidade

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara de Viana do Castelo aprovou hoje, por unanimidade, um investimento global de mais de 1,3 milhões de euros em transportes escolares e em auxílios económicos a alunos carenciados para o ano letivo 2019/2020.

A proposta de plano de transportes apresentada, hoje, pela vereadora da Educação, Maria José Guerreiro, na reunião ordinária do executivo municipal prevê um investimento de pouco mais de um milhão de euros “sendo da responsabilidade direta da câmara municipal mais de 895 mil euros”.

O número de alunos estimado para transportar no ano letivo 2019/2020, com base nos elementos fornecidos pelos respetivos estabelecimentos, é de 2.472, distribuídos pelo ensino pré-escolar, primeiro e segundo ciclos (570 alunos), terceiro ciclo (897), secundário (731) e 274 alunos dos circuitos especiais (destinados a alunos que residam a mais de três a quatro quilómetros dos estabelecimentos ensino).

“A previsão do custo global estimado do Plano de Transportes é de 1.085.153,47 euros, sendo da responsabilidade direta da Câmara de Viana do Castelo 894.829,57 euros (82%). O restante será suportado pelas juntas de freguesia com alunos a frequentar estabelecimentos de ensino no concelho de Viana do Castelo 25.786,35 euros (2,4%), e pela comparticipação, em 50%, pelos alunos a frequentar o ensino secundário (10.º,11.ºe 12.º) 164.537,55 euros (15,2%)”, lê-se na proposta hoje aprovada.

Foram também aprovados, por unanimidade, os apoios sociais escolares para o próximo ano letivo.

A “implementação do serviço gratuito das Atividades de Animação e Apoio à Família (AAAF)nos jardins de infância, abrangendo um universo de 773 crianças, representa para o município um encargo estimado de 237.435 euros.

O município garantirá auxílios económicos a alunos carenciados do primeiro ciclo de ensino básico e da educação pré-escolar que, incluem a aquisição de material escolar, refeições e atividades de animação e apoio às famílias.

“As famílias numerosas com alunos que frequentem as escolas de primeiro ciclo de ensino básico e pré-escolar beneficiam de uma redução de 25% no custo das refeições, a agregados com dois, três ou mais educandos é atribuída a redução de 50% no custo das refeições”.

“Este apoio abrange 257 alunos e representa um acréscimo de encargo aproximado com as refeições de 13.647 euros”, lê-se na proposta da maioria socialista.

No total, “os encargos previstos para material didático rondam os 18.370 euros, e a comparticipação das refeições a 1.274 alunos de 230.826 euros”.

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Viana do Castelo

Viana: Pagaqui disponibiliza serviço de venda de criptomoedas

Criptomoedas

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Foto: DR / Arquivo

A portuguesa Pagaqui, especializada na transação de pagamentos, informou esta segunda-feira ter disponibilizado um novo serviço de venda de criptomoedas, nos mais de três mil pontos de venda do país, incluindo os 63 situados no distrito de Viana do Castelo.

Em comunicado, a empresa adiantou que “através da parceria com a Bitnovo, ‘startup’ espanhola que tem como objetivo facilitar o acesso à compra de criptomoedas existentes no mercado e uma das empresas mais competitivas a nível europeu, a Pagaqui irá disponibilizar vouchers da Bitnovo para comprar criptomoedas como a Bitcoin, Ethereum, a Dash, entre outras”.

“A constante mudança do paradigma tecnológico de que somos alvos diariamente, cria na Pagaqui a necessidade de responder, cada vez mais rápido e de melhor forma ao perfil dos nossos utilizadores. O mercado das criptomoedas é para nós um desafio muito importante e fulcral para o crescimento da empresa. Através de uma forma fácil, rápida e segura, os utilizadores Pagaqui poderão comprar criptomoedas através de vouchers disponíveis nos nossos pontos de norte a sul do país. Estamos, assim, a facilitar o acesso às criptomoedas, de forma inovadora em Portugal”, adiantou João Barros, diretor executivo da Pagaqui, citado na nota.

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Viana do Castelo

Torres do futuro parque eólico de Viana transportadas para o alto mar – vídeo

O parque eólico que terá uma capacidade instalada de 25 megawatt (MW), capaz de produzir eletricidade suficiente para abastecer cerca de 60 mil habitações por ano

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Foto: Divulgação

A primeira plataforma flutuante do projeto Windfloat Atlantic, primeiro parque eólico da Europa continental, já está a ser transportada para alto mar, onde ficará instalada, a 20 quilómetros de Viana do Castelo, informou o consórcio Windplus.

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Viana do Castelo

Iniciada em Viana do Castelo instalação de primeiro parque eólico flutuante da Europa

Projeto Windfloat Atlantic

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Foto: DR / Arquivo

A primeira plataforma flutuante do projeto Windfloat Atlantic, primeiro parque eólico da Europa continental, já está a ser transportada para alto mar, onde ficará instalada, a 20 quilómetros de Viana do Castelo, informou hoje o consórcio Windplus.

Em causa está o Windfloat Atlantic (WFA), um projeto de uma central eólica ‘offshore’ (no mar), em Viana do Castelo, orçado em 125 milhões de euros, coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis, e que integra o parceiro tecnológico Principle Power, a Repsol, a capital de risco Portugal Ventures e a metalúrgica A. Silva Matos.

Em comunicado, hoje enviado à imprensa, a EDP adiantou que “a estrutura, que saiu do porto de Ferrol, na Galiza, Espanha, em direção a Viana do Castelo, tem a maior turbina eólica ‘offshore’ do mundo assente numa plataforma flutuante”, sendo a primeira de “três torres eólicas” a instalar a 20 quilómetros da costa da capital do Alto Minho, numa zona em que a profundidade da água alcança os 100 metros.

“Quando estiverem prontas para entrar em fase operacional, as três estruturas flutuantes vão medir 30 metros de altura e terão uma distância de 50 metros entre si”, especifica a empresa.

Segundo a EDP, “duas das plataformas foram fabricadas no porto de Setúbal, em Portugal, e a terceira nos portos de Avilés e Ferrol, em Espanha”.

“O Windfloat Atlantic inclui tecnologia de ponta que minimiza o impacto ambiental e permite produzir energia eólica em alto mar em águas profundas, como é o caso da costa portuguesa”, explica a empresa que integra a Windplus, consórcio titular da Utilização do Espaço Marítimo Nacional para a instalação daquele projeto.

Segundo a nota, “nos próximos meses, as duas outras plataformas serão também transportadas para a localização final, para completar o parque eólico que terá uma capacidade instalada de 25 megawatt (MW), capaz de produzir eletricidade suficiente para abastecer cerca de 60 mil habitações por ano”.

O WindFloat Atlantic utiliza tecnologia “de ponta”, fornecida pela Principle Power, que vai permitir a instalação das plataformas flutuantes em águas profundas, antes inacessíveis, com o aproveitamento de abundantes recursos eólicos.

O projeto é apoiado por entidades públicas e privadas e é financiado pela Comissão Europeia, pelo Governo português e pelo Banco Europeu de Investimento (BEI).

Segundo a EDP, este projeto “vai acelerar a implementação comercial de tecnologia inovadora WindFloat, que aproveita a abundância dos recursos eólicos em águas profundas, até agora inacessíveis, constituindo-se um marco importante para o setor, por ser o primeiro parque eólico flutuante semi-submersível do mundo”.

As três turbinas eólicas alicerçadas em estruturas flutuantes, ficarão “presas apenas por correntes ao leito do mar”.

“Esta tecnologia tem amplos benefícios que aumentam a sua acessibilidade e melhoram o custo-benefício, incluindo a possibilidade de a montagem ser feita em terra, numa doca seca, sem ser necessário recorrer a reboques especializados”, acrescenta.

Segundo o consórcio responsável pelo parque eólico flutuante, o projeto tem também o benefício de não depender das complexas operações que são necessárias para instalar estruturas tradicionais fixas ao fundo do mar, como nos parques eólicos ‘offshore’ tradicionais.

“O transporte da primeira das três estruturas é um marco importante neste projeto, já que conseguiu evitar a necessidade de ter um rebocador especificamente construído para este projeto. Este benefício, a somar ao processo simples de ancoragem, torna possível replicar esta iniciativa noutras áreas geográficas e facilita a fase de comissionamento de um projeto semelhante, independentemente dos limites geográficos”, revela o consórcio.

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