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Desporto

Viana Garças Clube com duas medalhas de ouro e uma de prata no Nacional de Maratona de Canoagem

Desporto

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Foto: Divulgação / Viana Garças Clube

O Viana Garças Clube conquistou duas medalhas de ouro e uma de prata no Campeonato Nacional de Maratona de Canoagem, que se realizou domingo em Montemor-o-Velho e foi a primeira prova oficial da era covid-19.


A competição marcou o regresso das provas de canoagem, embora restrita às embarcações monolugares. Apesar de todas as restrições, contou com cerca de 300 embarcações, ultrapassando os valores de 2019.

Este Campeonato Nacional serve de referência para a constituição da participação portuguesa, caso se confirmem as competições internacionais (o Europeu de Maratona está agendado para 1 de outubro em Budapeste).

O Viana Garças Clube apresentou-se com cinco atletas em Montemor-o-Velho: dois Juniores (Gabriel Costa e César Araújo), dois Veteranos (Carlos Maciel Rodrigues e Rodolfo Coelho) e Sérgio Maciel, que alinha em C1.

Foto: Divulgação / Viana Garças Clube

Foto: Divulgação / Viana Garças Clube

Sérgio Maciel revalidou os títulos de campeão nacional C1 Sub 23 e C1 Sénior e Rodolfo Coelho sagrou-se vice-campeão nacional em K1 Veterano D.

Rodolfo Coelho, presidente do Viana GC, referiu que “o Sérgio conseguiu um bom posicionamento em C1-Sub 23, ao vencer a sua categoria” e adiantou que “como correu integrado no escalão absoluto de Sénior, com a sua experiência, lutou e conquistou um lugar no pódio”.

Na classificação geral de clubes, os Garças de Viana obtiveram o 7.º lugar, salientando-se que integram o grupo de 4 clubes com medalhas de ouro na prova (todos do Minho – CNPrado, CNPLima, GCDRGemeses e Viana Garças).

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Desporto

“Desporto não é setor pária”

Diz o secretário de Estado da Juventude e do Desporto

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Foto: DR / Arquivo

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto assumiu hoje que o desporto não está à margem do resto da sociedade e que o Governo tem feito tudo para o regresso dos adeptos.

Antes da partida da sexta etapa da Volta a Portugal – Edição Especial em bicicleta, nas Caldas da Rainha, João Paulo Rebelo disse ter “toda a confiança na organização e na capacidade de garantir toda a segurança sanitária” no encontro Santa Clara – Gil Vicente, o primeiro das competições profissionais com adeptos, após a paragem devido à covid-19.

“[A segurança sanitária] Hoje em dia tem de estar acima de tudo. A partir daqui, temos de continuar as nossas vidas. O desporto não é um setor pária da nossa sociedade e, portanto, não pode ficar para trás e é isso que o Governo se tem esforçado por fazer”, assegurou.

O governante lembrou que, além do jogo de hoje nos Açores, já foram anunciados mais dois jogos da II Liga com público, assim como o particular da seleção portuguesa com Espanha e o jogo com a Suécia, da Liga das Nações, ambos no Estádio José Alvalade.

“Nesta fase são jogos testes, são eventos piloto para que se possa avaliar e analisar o que depois pode acontecer. Estou absolutamente confiante na Federação Portuguesa de Futebol e na Liga, na sua capacidade de organização, para que tudo decorra da melhor forma, para que no futuro possamos alcançar o que todos ambicionamos e o que é merecido para os atletas, os artistas no desporto”, disse.

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Futebol

Vitória diminui passivo pela oitava época consecutiva

Finanças

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Miguel Pinto Lisboa. Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO (Arquivo)

O passivo do Vitória SC, clube cuja SAD tem a equipa da I Liga portuguesa de futebol, desceu pela oitava temporada seguida, tendo-se fixado nos 6,68 milhões de euros no final da época 2019/20, mostra o relatório e contas.

Publicado no sítio oficial vitoriano, na noite de sexta-feira, o documento que vai ser votado na assembleia-geral de 10 de outubro revela que o passivo baixou 10,3%, dos 7,45 para os 6,68 milhões, confirmando a tendência decrescente que ocorre desde 2011/12, quando o clube se viu com 24 milhões de passivo e teve de se restruturar financeiramente, com um Plano Extrajudicial de Conciliação.

Essa redução deveu-se quase toda ao “serviço da dívida reestruturada ao Estado e banca”, cujo valor desceu dos 6,13 para os 5,41 milhões de euros, após o Vitória ter liquidado 727 mil euros na temporada anterior, refere o parecer do conselho fiscal vitoriano ao relatório e contas, favorável por unanimidade.

Já o ativo do clube, que corresponde sobretudo às infraestruturas de que é proprietário, desvalorizou dos 34,07 para os 32,83 milhões de euros.

Depois de três épocas com resultados positivos – 798 mil euros em 2016/17, 303 mil em 2017/18 e 747 mil em 2018/19, o Vitória de Guimarães concluiu a temporada 2019/20 com um resultado negativo de 355 mil, indica ainda o relatório e contas.

Responsável por várias modalidades desportivas e pelo futebol de formação abaixo dos 11 anos, o clube minhoto ainda conseguiu um saldo positivo de 519 mil euros entre rendimentos e gastos, antes de encargos como juros e impostos, mas a receita total desceu quase 25%, dos 5,96 para os 4,49 milhões de euros.

O parecer do conselho fiscal indica que a receita com quotização e lugares anuais se manteve nos 2,25 milhões de euros, mas a das rendas baixou de 607 para 530 mil euros e das modalidades também caiu, de 759 para 528 mil euros, em parte devido ao cancelamento das atividades desportivas em março de 2020, forçado pela pandemia de covid-19.

Os gastos também caíram entre 2018/19 e 2019/20, mas somente 7,4%, dos 4,28 para os 3,97 milhões de euros, com os encargos com modalidades a serem de 1,15 milhões, valor semelhante ao da temporada anterior.

Na próxima reunião magna, os sócios vitorianos vão ainda votar o orçamento para a época 2020/21, decisão que costuma acontecer em junho, mas que o clube decidiu adiar devido à pandemia de covid-19.

O documento prevê um resultado líquido negativo de 62 mil euros, com rendimentos totais de cerca de quatro milhões de euros, sustentados principalmente pela quotização (1,6 milhões) e pelas modalidades (820 mil euros), e gastos de 3,35 milhões, destinados também às modalidades (1,02 milhões) e à porção da quotização que o clube tem de entregar à SAD (863 mil euros).

O parecer do conselho fiscal, favorável por unanimidade, refere que o orçamento constitui uma “resposta responsável ao contexto da pandemia” e é “estratégico”, quando o clube se prepara para adquirir a maioria da SAD.

O Vitória anunciou, na quinta-feira, que vai deter 96,4% da SAD, após comprar as ações de Mário Ferreira, correspondentes a 56,4% do capital, por 6,5 milhões de euros, em três tranches, até 31 de março de 2022.

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Futebol

“Dos três jogos, este foi o que mais nos custou e ganhámos”

Tiago Mendes

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Foto: DR

Declarações dos treinadores após o jogo Vitória SC-Paços de Ferreira (1-0), da terceira jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Guimarães:

Tiago Mendes (treinador do Vitória SC): “O futebol é isto. Dos três jogos, este foi o que mais nos custou e ganhámos. Estou contente, porque era uma vitória que procurávamos, que vai dar confiança à equipa. Nem tudo foi perfeito hoje, mas estou muito contente por ter ganhado.

Estou contente. Hoje foi o jogo que nos custou mais, mas tanto no jogo com o Belenenses SAD, como no jogo com o Rio Ave, estivemos bem. Hoje, tivemos alguma ansiedade. A equipa está a criar química. Somos uma equipa jovem. Criar rotinas sobre vitórias é mais fácil, e precisamos de crescer.

Falando do Bruno [Varela], foi mais uma grande exibição. Tem dado segurança à equipa. Na verdade, a equipa tem trabalhado muito bem. Sofremos um golo de bola parada e nem sei bem a parte com que o jogador do Belenenses SAD marcou [na derrota por 1-0 na primeira jornada]. Ele tem demonstrado nos treinos e nos jogos que está bem.

Faltou-nos ter mais bola. Eram quase sempre os nossos centrais a iniciar os lances de ataque. Nem o Agu, nem o Pepelu estavam a conseguir pegar no jogo e tive de tirar um deles [para colocar o Janvier]. Não gosto de tirar um jogador à meia hora de jogo.

Não sei dizer a equipa que irá jogar [no próximo jogo, com o Boavista]. Isso nem me preocupa. Vão ser duas semanas boas para nós. Ganhar dá-nos confiança.

Na primeira vez que [o Marcus Edwards] saiu, estava lesionado. Hoje, saiu para entrar o Rochinha, que esteve bem. O que vai na cabeça dele [sobre uma possível saída] só ele sabe. Eu sinto-o bem, a treinar bem.”

Pepa (treinador do Paços de Ferreira): “Não entrámos muito bem nos primeiros 15 minutos. Na recuperação de bola, não estávamos a sair da pressão. A partir dos 15 minutos, pegámos no jogo e tivemos várias oportunidades, com jogo fluido por dentro e por fora. Saímos daqui frustrados pelo resultado. São as vitórias morais que não existem, mas foi uma exibição muito conseguida pelos jogadores.

O Bruno Varela [guarda-redes do Vitória de Guimarães] foi o melhor jogador em campo. Não tenho problemas nenhuns em reconhecer quando o adversário é superior. Hoje, o Paços foi superior ao Vitória. Temos de manter este volume ofensivo, porque a bola vai entrar. Estaria preocupado se não tivéssemos criado oportunidades, mas criámos.

Fomos infelizes em Portimão, no penálti no último minuto dos descontos [falhado por Douglas Tanque], mas eu não vou crucificar alguém por uma má decisão [Fernando Fonseca, que cometeu penálti sobre Rochinha]. Fez um bom jogo, mas foi infeliz nesse lance. Ele sabe que teve uma abordagem infeliz. Vou-me agarrar ao que a equipa fez de bom.

Nunca me vou lamentar de quem não está [relativamente aos casos de covid-19 detetados em Diaby e em João Amaral]. São jogadores importantes, como são todos os outros. Se o processo estiver identificado e todos souberem o que têm de fazer dentro de campo, conto com eles.

Queria dar os parabéns ao Rio Ave, porque caiu de pé [no ‘play-off’ da Liga Europa] e o futebol português saiu valorizado.”

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