Seguir o O MINHO

Alto Minho

Arcos de Valdevez: Festival “Sons de Vez” apresenta cartaz para 2020

Casa das Artes de Arcos de Valdevez

em

Foto: espiraldotempo.com / DR

A Casa das Artes de Arcos de Valdevez acolhe entre fevereiro e março uma série de 11 concertos intimistas de artistas e bandas portuguesas, com o festival “Sons de Vez”, anunciou a organização no Facebook.

Este evento que, pela sua data, abre a temporada de festivais em Portugal decorre desde 2002 no auditório da Casa das Artes de Arcos de Valdevez.

O início das festividades será a 8 de fevereiro com o concerto de despedida dos Dead Combo que anunciaram, há alguns meses, o final da sua carreira.

A 15 de fevereiro será a vez dos D’Alva presentearem os visitantes com o seu som pop tropical e animação contagiante.

Pedro e os Lobos sobem ao palco dia 22 de fevereiro numa apresentação com o apoio do coro infantojuvenil do Conservatório de Música e Dança de Arcos de Valdevez.

Para finalizar o mês são chamados os Capitão Fausto que virão apresentar “A Invenção do Dia Claro”, o seu mais recente registo discográfico.

Março abre com dose dupla apresentando Omiri e a sua mescla de música eletrónica com sons tradicionais portugueses e Maria João Fura que, em quinteto, apresentará o seu álbum “Fura” numa ode a canção portuguesa.

14 de março será o dia dos Rackham e dos PAUS brindarem os festivaleiros com as suas atuações experimentais e enérgicas.

O retorno aos palcos dos Nó Cego e dos Tarântula está marcado para o dia 21 de março numa noite onde promete reinar o rock e o heavy metal nacional.

O culminar do evento, a 28 de março, ficará ao cargo de Carminho uma das vozes maiores do fado da atualidade.

No decorrer do evento estará patente uma exposição de fotografia com alguns dos momentos mais marcantes da edição passada do festival.

Todos os concertos têm hora marcada para as 23:00 e os bilhetes serão colocados à venda na semana correspondente a cada espetáculo.

Anúncio

Viana do Castelo

Fiéis entregam chave de igreja em “protesto” por nomeação em Viana

“Agora está nas mãos da Diocese”

em

Foto: Arquivo

Um grupo de paroquianos de Santa Leocádia de Geraz do Lima, em Viana do Castelo, entregaram, esta quinta-feira, ao vigário-geral da Diocese as chaves da igreja em “protesto” pela nomeação do novo pároco que contestam desde maio de 2019.

“Entregou-se a chaves e o inventário de tudo o que existe na igreja. Agora que façam o que quiserem. Agora está nas mãos da Diocese. Já que o sistema é tão ditatorial, agora a responsabilidade é da diocese”, afirmou à Lusa o porta-voz dos paroquianos, Agostinho Lima.

O impasse na tomada de posse do padre na paróquia de Santa Leocádia de Geraz do Lima, com cerca de dois mil habitantes e situada a cerca de 20 quilómetros da cidade de Viana, arrasta-se desde maio de 2019 na sequência da morte do pároco anterior, João Cunha, e da nomeação, pela diocese, do sucessor, o padre Adão Lima.

Os fiéis da nova paróquia entendem que “o padre Adão Lima é uma pessoa materialista, com grandes sinais de riqueza, autoritário, inacessível, não dialogante e um mau exemplo para a comunidade”.

Desde o início do diferendo, tanto o pároco em causa como a diocese recusam fazer comentários sobre o assunto.

Agostinho Lima explicou que a decisão de entregar as chaves do templo “foi tomada no domingo numa reunião que que juntou cerca 300 pessoas”.

Esta quinta-feira, , cerca das 10:00, “um grupo de seis fiéis deslocou-se à Cúria Diocesana para entregar o inventário feito por elementos que antigamente constituem a comissão fabriqueira e as chaves da igreja paroquial”.

Contactada pela agência Lusa, fonte do secretariado diocesano de Viana do Castelo informou que “um grupo de paroquianos foi recebido pelo vigário-geral Sebastião Ferreira”, escusando-se a prestar mais esclarecimentos sobre o assunto.

Agostinho Lima garantiu que pessoas da aldeia “estão revoltadas, cansadas e desanimadas”.

“As pessoas estão desanimadas pela forma como a igreja atua. Não é exemplo para ninguém. Os fiéis mais idosos dizem que andaram a ser enganados pela Igreja toda a vida”, apontou.

Questionado sobre o futuro da paróquia, o porta-voz dos fiéis disse desconhecer.

“Se quiseram mandar o padre Adão que mandem. Se quiserem mandar outro padre que mandem. Quem quiser ir à igreja vai, quem não quiser não vai. Se for o padre Adão, possivelmente as pessoas irão é manifestar-se à porta da igreja. Não haverá violência, mas as pessoas irão protestar”, referiu.

Em janeiro os paroquianos impediram a posse do pároco, desligando as luzes do templo.

Continuar a ler

Viana do Castelo

Vianense com suspeitas de coronavírus foi “falso alarme”

ULSAM

em

Foto: Ilustrativa / DR

Foi “falso alarme”. O homem que se terá dirigido ontem [quarta-feira] ao Centro de Saúde de Viana depois de suspeitar de sintomas similares ao Covid-19 (coronavírus), está em casa e não foi infetado pela epidemia que já matou 2.118 pessoas na China, apurou O MINHO junto de fonte hospitalar.

O homem, que regressou recentemente de um cruzeiro com sintomas de gripe, terá entrado em contacto com a linha de apoio Saúde 24, que o encaminhou para o centro de saúde de Viana do Castelo.

Segundo disse a O MINHO fonte do gabinete de comunicação da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM,EPE), o homem apresentava “alguma sintomatologia (análise detalhada)” que poderia apontar para coronavírus, mas já os próprios técnicos do Saúde 24 tinham indicado que seria pouco provável.

“Foi percebido que o doente não padecia dos mesmos sintomas [do coronavírus], pelo que foi contactado o gabinete [de crise da Ordem dos Médicos para o Covid-19] e indicaram-nos que os sintomas não seriam os mesmos”, disse a mesma fonte.

A situação acabou por ser divulgada, erradamente, como um caso suspeito que havia sido transferido para o Hospital de São João, no Porto, unidade hospitalar preparada para receber todos os utentes com suspeitas de contágio desta epidemia.

A mesma fonte que divulgou inicialmente as suspeitas, já veio desmentir o anunciado ontem à noite.

Continuar a ler

Viana do Castelo

Renúncia quaresmal de Viana apoia construção de igreja em Angola

Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Cabinda

em

Foto: Divulgação / Diocese de Viana do Castelo

O bispo de Viana, Anacleto Oliveira, anunciou, esta quinta-feira, que parte do resultado da renúncia quaresmal da diocese se destinará à construção da igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Cabinda, Angola, destruída durante a guerra.

Em causa está uma prática realizada durante os 40 dias da Quaresma em que os fiéis abdicam da compra de bens, reservando o dinheiro para projetos definidos pelo bispo da respetiva diocese.

Segundo números da Diocese de Viana, todos os anos, em média, são recolhidos cerca de 20 mil euros durante a Quaresma, que começa na quarta-feira, com a celebração de Cinzas, marcada por apelos ao jejum, partilha e penitência, que serve de preparação para a Páscoa, a principal festa do calendário cristão.

Na habitual mensagem dirigida aos fiéis da Diocese de Viana, a propósito da Quaresma, Anacleto Oliveira refere que o templo será construído “no lugar da que foi destruída durante a guerra que devastou este País irmão”, na aldeia de Tando-Zinze, paróquia de Nossa Senhora das Vitórias do Lucala-Zenze, diocese de Cabinda, em Angola.

“Desta partilha, que está aliada ao jejum e se alimenta da oração, faz parte o nosso contributo penitencial, que, este ano, será canalizado, em partes iguais, para dois fins”, adiantou, referindo que a outra parte da verba apoiará uma instituição de Viana.

Trata-se do Gabinete de Atendimento à Família (GAF), ligado à Ordem dos Carmelitas Descalços “e especialmente vocacionado para o acolhimento de pessoas, vítimas de desprezo e rejeição, violências e carências, e a precisar de apoio solidário”.

As duas finalidades da renúncia quaresmal (que resulta do dinheiro que cada católico juntou graças às renúncias que fez no período da quaresma) foram decididas pelo bispo após auscultação dos conselhos Presbiteral e Episcopal.

Continuar a ler

Populares