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Vamos ajudar?

Viana: Rosália precisa de ajuda para vencer um cancro

Campanha solidária

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Foto: DR

Amigos e familiares de uma mulher, a quem foi recentemente diagnosticado cancro do cólon com metástases no fígado, estão a organizar uma série de iniciativas para angariar fundos para os tratamentos, criando, para o efeito, uma página nas redes sociais chamada “Vamos ajudar a Rosália”.


$ste domingo, dia 13 de outubro, a Casa do Povo de Mazarefes recebe a “Feirinha pela Rosália”, entre as 10:00 e as 16:00, com almoço solidário.

A 20 de outubro, realiza-se uma “caminhada solidária” até ao Monte da Senhora do Castro em Deocriste, onde é esperado um almoço e a participação de vários artistas que já se uniram à causa.

Rosália, que foi mãe de uma menina em janeiro deste ano, tem 37 anos e foi diagnosticada com cancro apenas alguns dias depois do parto, após sentir dores e um “vulto”.

“Tinha sido uma gravidez e um parto perfeitamente normal. Sentiu um pequeno vulto na zona abdominal, como tal procurou descobrir do que se tratava”, escrevem familiares, revelando que seguiram-se “uma série infindável” de exames para confirmar a doença e avaliar a evolução.

Na sequência de tratamentos de quimioterapia paliativa, e sem ver melhorias, Rosália iniciou tratamentos na Fundação Champalimaud, “pois era a mais apropriada e conceituada neste tipo de casos, visto que por parte da sanidade pública pouco se poderia fazer”.

Seguiram-se 10 sessões de quimioterapia até que, em 26 de setembro, “foi feita a primeira intervenção ao fígado, uma embolização portal direita e a realização de ablação micro-ondas de lesão no segmento IV ( obstrução da veia direita do fígado ) para que a parte esquerda do fígado possa regenerar para futuramente efectuar nova intervenção, que será a remoção da parte direita”.

Os custos, cada vez mais elevados, levam a que a família apele à boa vontade popular para ajudar Rosália.

IBAN: PT50003501430002026570093, Rosália Maria Meira Gonçalves

MBway: 967884538

BIC: CGDIPTPL

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Barcelos

Onda solidária por bebé de Barcelos que precisa de tratamentos caros

Solidariedade

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Foto: DR

A família de uma bebé de 14 meses, da freguesia de Viatodos, em Barcelos, lançou uma campanha de recolha de plásticos para ajudar a pagar os tratamentos da pequena Leonor, que sofreu uma anoxia neonatal que lhe provocou lesões graves.

O caso foi dado a conhecer numa reportagem da Rádio Barcelos, na qual a mãe de Leonor, Ana Fernandes, explica que a bebé precisa de tratamentos dispendiosos e, para fazer face às despesas, a família apela à recolha de plásticos para serem entregues na Resulima.

A empresa de valorização e tratamento de resíduos sólidos paga pelas quantidades de plástico entregues.

Garrafões, garrafas, copos e garrafinhas de iogurtes, embalagens de produtos de higiene, cápsulas de café vazias podem ser entregues em vários pontos de recolha em Barcelos, Famalicão, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Braga e Viana do Castelo.

Os Bombeiros de Viatodos e a Junta de Macieira de Rates, no concelho de Barcelos, são alguns dos pontos de recolha.

Além da campanha de recolha, podem ser feitas contribuições através do NIB: 0045 1282 40314640462 74 e IBAN: PT 50 0045 1282 4031 4640 4627 4.

Há latinhas em vários estabelecimentos comerciais em que as pessoas podem deixar o seu contributo, bem como através da Associação Remelhe Saudável.

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Cávado

Conta solidária para ajudar menino de Esposende já está ativa

Solidariedade

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Foto: DR

A partir de hoje, está ativa a conta solidária de angariação de fundos para ajudar Serginho, o menino de 12 anos, de Esposende, que ficou com incapacidade de 95% após ter sido atropelado.

Quem quiser contribuir para a causa pode fazê-lo através do IBAN: PT 0050 0007 0000 0050 0021 2272 3.

O nome de beneficiário é Sérgio Filipe Cavalheiro Fernandes.

Como O MINHO noticiou, Serginho, de 12 anos, foi atropelado no dia 06 de junho de 2019, em Palmeira de Faro, à porta de casa dos avós, ficando na altura em estado crítico

Onda solidária por menino que ficou 95% incapacitado ao ser atropelado em Esposende

A criança atravessava a EN 103-1 quando foi colhido por uma viatura que seguia no sentido Barcelos – Esposende. Foi transportado para o Hospital de São João, no Porto, com vários ferimentos críticos. Ao fim de uma luta intensa, conseguiu sobreviver.

Ao assinalar-se um ano do brutal acidente, o pequeno Sérgio está agora com uma incapacidade física de 95%, dependendo dos cuidados da mãe que deixou de trabalhar desde essa altura. Apenas o pai tem sustentado a família.

Apesar de nunca terem pedido apoio público, Sara e Paulo, progenitores, aceitaram agora fazer parte de um grupo de apoio organizado por amigos e familiares, com a intenção de os ajudar, de forma urgente.

Grupo Folclórico participa com cheque na onda solidária pelo Serginho, em Esposende

Antes do acidente, Serginho era um talentoso tocador de acordeão. Os pais, sempre se envolveram na comunidade esposendense, participando como voluntários num grupo que ajudou nas consequências dos incêndios da Beira Alta, em 2017.

De acordo com fonte do grupo, embora a muito custo, os pais decidiram agora aceitar esta ajuda organizada pelos mais próximos, que vão realizar uma série de eventos ainda não divulgados e criar uma conta solidária durante os próximos dias.

O grupo, patente na rede social Facebook, pode ser acedido através deste link.

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Cávado

Onda solidária por menino que ficou 95% incapacitado ao ser atropelado em Esposende

Solidariedade

em

Fotos: Redes Sociais

Nasceu hoje uma nova corrente solidária no concelho de Esposende. Serginho, de 12 anos, foi atropelado no dia 06 de junho de 2019, em Palmeira de Faro, à porta de casa dos avós, ficando na altura em estado crítico.

A criança atravessava a EN 103-1 quando foi colhido por uma viatura que seguia no sentido Barcelos – Esposende. Foi transportado para o Hospital de São João, no Porto, com vários ferimentos críticos. Ao fim de uma luta intensa, conseguiu sobreviver.

Ao assinalar-se um ano do brutal acidente, o pequeno Sérgio está agora com uma incapacidade física de 95%, dependendo dos cuidados da mãe que deixou de trabalhar desde essa altura. Apenas o pai tem sustentado a família.

Apesar de nunca terem pedido apoio público, Sara e Paulo, progenitores, aceitaram agora fazer parte de um grupo de apoio organizado por amigos e familiares, com a intenção de os ajudar, de forma urgente.

Antes do acidente, Serginho era um talentoso tocador de acordeão. Os pais, sempre se envolveram na comunidade esposendense, participando como voluntários num grupo que ajudou nas consequências dos incêndios da Beira Alta, em 2017.

De acordo com fonte do grupo, embora a muito custo, os pais decidiram agora aceitar esta ajuda organizada pelos mais próximos, que vão realizar uma série de eventos ainda não divulgados e criar uma conta solidária durante os próximos dias.

O grupo, patente na rede social Facebook, pode ser acedido através deste link.

 

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