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Região

Viana e Barcelos nas novas notas de zero euros

Para colecionadores e turistas

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Duas notas de zero euros para colecionadores e turistas alusivas a Viana do Castelo e a Barcelos vão estar à venda a partir de 01 de outubro, conforme O MINHO verificou no site da Euro Souvenir, empresa responsável pela sua comercialização.

Foto: Divulgação

O diretor da empresa revelou, à Rádio Alto Minho (RAM),  que as cinco mil primeiras notas com a Praça da República irão ser vendidas, por dois euros, durante a exposição filatélica nacional, ficando, posteriormente, disponíveis numa máquina automática que será instalada naquela praça principal de Viana do Castelo, junto à pastelaria “Caravela”.

Foto: Divulgação

À mesma rádio, Benjamin Bush disse que se encontram “em negociações com a Confraria do Templo de Santa Luzia para a utilização da imagem do monumento numa futura nota de zero euros”.

Foto: Divulgação

No caso de Barcelos, de acordo com as imagens divulgadas, estará também disponível um selo de zero euros.

As primeiras imagens típicas de Portugal em notas de zero euros foram lançadas em 2017. A circulação da nota, que não serve como moeda de troca e tem um custo de três euros, foi autorizada pelo Banco Central Europeu (BCE) no início de outubro, nesse ano.

Nota de zero euros alusiva ao Castelo de Guimarães. Foto: DR

No site do promotor podem ser encontradas todas as imagens que foram criadas, desde então, entre as quais se encontra, por exemplo, o Castelo de Guimarães.

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Alto Minho

Alto Minho defende “necessidade imperativa” de quarentena para oriundos do exterior

Covid-19

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Foto: Divulgação

A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho alertou hoje para a “necessidade imperativa” de “emigrantes e migrantes”, que se encontram ou pretendam regressar à região, cumprirem isolamento profilático por 14 dias, devido à pandemia de covid-19.

“A partir da entrada em Portugal devem permanecer em regime de isolamento profilático/quarentena por um período de 14 dias, evitando qualquer tipo de contacto que coloque em risco a sua saúde e a dos seus concidadãos”, sublinhou a associação que agrega os 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo, na nota enviada às redações.

A CIM do Alto Minho acrescentou que os municípios que a integram “não irão passar qualquer licença para festas, romarias e eventos equiparáveis que decorram até final do mês de junho, face aos graves riscos de saúde pública associados à propagação da pandemia de covid-19 na região”.

A comunidade intermunicipal referiu ainda ser uma “necessidade imperativa evitar qualquer tipo das tradicionais atividades da época pascal, tais como compassos pascais, almoços de família, festas e romarias, etc.”.

A nota destaca ainda, tal como o presidente da CIM do Alto Minho, José Maria Costa, avançou hoje à agência Lusa, que “entrará em funcionamento, durante a próxima semana, em Viana do Castelo, um centro de diagnóstico destinado exclusivamente a pessoas com suspeitas de infeção covid-19 referenciadas pelas autoridades de saúde e com prescrição médica”.

Aquele centro “funcionará em modelo ‘Drive Thru’, deslocando-se os pacientes referenciados dentro do veículo ao ponto de recolha sem entrar em contacto com outras pessoas, reduzindo assim o risco de infeção em cada colheita”.

As decisões agora anunciadas foram tomadas, hoje, numa reunião de trabalho do Conselho Intermunicipal CIM do Alto Minho, com o presidente da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), para analisar o impacto da pandemia de covid-9 naquele território.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou cerca de 540 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 25 mil.

Em Portugal, registaram-se 76 mortes, mais 16 do que na véspera (+26,7%), e 4.268 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que identificou 724 novos casos em relação a quinta-feira (+20,4%).

Dos infetados, 354 estão internados, 71 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

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Alto Minho

Pirotecnia Minhota “serena” face a suspensão de festas até junho

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O administrador da Pirotecnia Minhota, a maior empresa de fabrico de fogo-de-artifício do distrito de Viana do Castelo, disse hoje aceitar com “serenidade e respeito” a suspensão de todas as festas na região até final de junho.

“Não entramos numa situação de loucura, dizendo que é injusto, porque efetivamente não faz sentido rigorosamente nenhum que quando se tomam medidas de contenção, para que as pessoas fiquem em casa, se façam atividades que originem aglomeração de pessoas. Temos de respeitar isso, e acima de tudo, respeitar as pessoas”, afirmou hoje à agência Lusa, David Costa.

A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho informou hoje que os dez municípios da região “não irão passar qualquer licença para festas, romarias e eventos equiparáveis que decorram até final do mês de junho, face aos graves riscos de saúde pública associados à propagação da pandemia do covid-19”.

O administrador da Pirotecnia Minhota, com 120 anos existência, disse que o setor “sereno”, por “entender, perfeitamente, que não faria sentido manter uma atividade lúdica”.

“Se há atividade que tem de ser prejudicada é esta”, referiu o empresário de 53 anos, a quinta geram de administradores da Pirotecnia Minhota.

A empresa tem sede na freguesia de Santa Cruz, em Ponte de Lima, e filiais na Madeira e Angola, empregando um total de 22 pessoas, sendo que “nos meses de maior volume de trabalho chega a ter entre 100 a 120 trabalhadores”.

Por ano, nas duas empresas portuguesas faturam cerca de 1,5 milhões de euros. Em Angola, o volume de negócios ronda os 600 mil euros.

David Costa adiantou que a empresa está a aproveitar a suspensão da atividade “para tomar medidas internas e atenta às medidas de apoio que o Estado tem anunciado”.

“O ano de 2020 está praticamente perdido. As empresas devem aproveitar para olhar para si, para dentro, e tentar superar a crise que nos vai bater à porta, que já nos está a bater à porta. O futuro não será risonho, mas as empresas têm de procurar outras alternativas de mercado e acredito que sairão mais fortes e mais dinâmicas, para fazerem a festa do Adeus à Covid-19”, referiu David Costa.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou cerca de 540 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 25 mil.

Em Portugal, registaram-se 76 mortes, mais 16 do que na véspera (+26,7%), e 4.268 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que identificou 724 novos casos em relação a quinta-feira (+20,4%).

Dos infetados, 354 estão internados, 71 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

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Ave

Empresa de Famalicão doa um milhão de luvas aos hospitais

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

A empresa famalicense Raclac, especialista no fabrico de produtos de produção individual, anunciou hoje a doação de um milhão de luvas aos hospitais onde existam centros de internamento para doentes Covid-19 positivos.

Através da sua página na rede social Facebook, a empresa sediada em Cruz, anunciou a entrega, não especificando data ou os moldes em que o pretende fazer.

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