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Região

Viana do Castelo e Braga em aviso amarelo devido à agitação marítima

IPMA

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Foto: DR / Arquivo

Sete distritos de Portugal continental estão quarta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa estão desde as 03:00 desta segunda-feira e até às 18:00 de quarta-feira sob aviso amarelo por causa da agitação marítima, prevendo-se ondas de oeste/noroeste com 4 a 5 metros.

Devido ao estado do mar, as barras marítimas de Caminha, Vila Praia de Âncora, Esposende, Póvoa do Varzim, Vila do Conde e Ericeira estão fechadas à navegação.

De acordo com a Autoridade Marítima Nacional, as barras de Viana do Castelo, Aveiro, Figueira da Foz, São Martinho do Porto, no continente, e Santa Cruz das Flores e Lajes das Flores, na ilha das Flores, Açores.

O IPMA emitiu também um aviso amarelo para os distritos de Vila Real, Porto, Braga e Viana do Castelo por causa da previsão de vento forte com rajadas até 80 quilómetros por hora no litoral e até 100 quilómetros por hora nas terras altas entre as 18:00 de hoje e as 06:00 de quarta-feira.

Ainda para o continente, o IPMA emitiu um aviso amarelo para os distritos do Porto, Viana do Castelo, Aveiro e Braga devido à previsão de períodos de chuva, por vezes forte, entre as 03:00 e as 09:00 de quarta-feira.

O instituto colocou também sob aviso amarelo os grupos ocidental (Flores e Corvo) e central (Graciosa, Pico, Faial, Terceira e S. Jorge) devido à previsão de vento forte até às 09:00 de hoje (10:00 em Lisboa) e agitação marítima até às 15:00 de hoje (16:00 em Lisboa).

O aviso amarelo traduz situações de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

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Ave

Metalomecânica acentua tendência de crescimento em Famalicão

Economia

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Foto: Divulgação / Famalicão Made IN

O volume de negócios da indústria metalomecânica cresceu 17% em Vila Nova de Famalicão, acima dos 312 milhões de euros, informou hoje o Famalicão MadeIN.

Dados macroeconómicos
• Número de Pessoas ao Serviço: 3.031
• Número de Empresas: 288
• Volume de Negócios: 312 M€
• Volume de Exportações: 171 M€
• Valor Acrescentado Bruto (VAB): 107 M€

De acordo com aquela agência de investimento da autarquia, trata-se de “um crescimento superior a dois dígitos, em linha com a tendência dos últimos anos, e que atesta o peso cada vez mais significativo do setor na economia do concelho. Resulta, aliás, da aposta numa estratégia de expansão e modernização da capacidade instalada em infraestruturas e tecnologia de vanguarda, que tem sido decisiva para a afirmação da indústria metalomecânica famalicense no plano nacional e internacional”.

De acordo com a fonte, a robustez do setor encontra também leitura no valor acrescentado bruto, que cresceu 14%, para os 107 milhões de euros, de acordo com os mais recentes dados macroeconómicos divulgados pelo INE, no Anuário Estatístico Regional 2018, bem como no número de empresas existentes no concelho (288 contra 286) e no número de pessoas ao serviço (3031 contra 2782), um aumento de 9%.

Quanto às exportações, há a registar um ligeiro decréscimo para os 171 milhões de euros (face aos 174 milhões em 2017), correspondendo a 8% do total das exportações do concelho, sendo Espanha (23%), França (21%), Alemanha (9%) e EUA (6%) os principais mercados das vendas internacionais.

“Em Vila Nova de Famalicão, empresas de dimensão mundial produzem o que outras não são capazes. Vantagem competitiva em todo o mundo e aspeto altamente diferenciador é precisamente o que estas empresas conquistam ao produzirem máquinas para setores tão diversos como o têxtil, naval, militar, químico, petrolífero e automóvel, entre outros”, destaca o Famalicão MadeIN.

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Viana do Castelo

Carlos Meira “em almoço” em Viana por acordo que vença João Almeida

Eleições no CDS

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Candidatos debateram, ontem, na RTP3. Foto: Imagens RTP

Carlos Meira, militante de Viana do Castelo e candidato à liderança do CDS-PP, manifestou-se disponível para, durante o 28º congresso nacional, chegar a acordo com Filipe Lobo d’Ávila e Francisco Rodrigues dos Santos para ganhar a João Almeida.

“Posso confirmar que almoçamos, em Viana do Castelo, com o Francisco Rodrigues dos Santos e o Filipe Lobo d’Ávila. Fiz uma tentativa de nos unirmos os três para ganharmos ao João Almeida. Posso confirmar que poderemos, no congresso, tentar essa união para conseguirmos ganhar e lutarmos contra o sistema”, afirmou o empresário dos setores florestal e construção civil de 34 anos.

Em entrevista à agência Lusa, Carlos Meira, natural de Viana do Castelo e militante do CDS-PP desde os 19 anos, defendeu que a sua candidatura é a “única fora do círculo de Lisboa que quer lutar contra o sistema e a elite do partido.

“O partido não é só para servir Lisboa e o centralismo de Lisboa”, atirou.

Carlos Meira disse ser “um crítico” da candidatura de João Almeida por ser “de continuidade”.

“Fez parte da direção de Assunção Cristas e, imagine-se, foi seu porta-voz. É a renovação na continuidade. Não vai dar certo”, sustentou o empresário.

Questionado sobre como financiará a sua campanha à liderança do partido, Carlos Meira assegurou que está a ser suportada com “meios próprios”.

“Vivo do meu trabalho e, por isso, é tudo pago com o meu ordenado. Não tenho apoios financeiros”, disse, adiantando que “só em viagens a Lisboa” já gastou “400 euros”.

O ex-presidente da concelhia do CDS-PP de Viana do Castelo defendeu que para “reerguer e reestruturar” o partido é necessário, “em primeiro lugar”, realizar uma “auditoria externa”.

“É um ponto fulcral. Saber como foi feita a sede do Porto e quem andou a receber avenças dentro do partido. Só depois podemos reestruturar o partido e que podemos pensar no futuro”, sustentou.

Meira apontou o “deslumbramento” com os resultados na Câmara Municipal de Lisboa, nas últimas eleições autárquicas, como um dos “principais erros” da anterior liderança do CDS.

“Assunção Cristas esqueceu-se completamente das bases do partido. Entrou no partido a mando de Paulo Portas e que não tinha conhecimento de como funcionava o partido. Esqueceu-se completamente das concelhias, das distritais e com deslumbramento de Lisboa perdeu-se completamente do que deveria ser a governação e a gestão do próprio partido. Julgava que isto era uma gestão à moda da Revista Caras ou da VIP”, referiu.

Carlos Meira, que nas eleições autárquicas de 2013 foi candidato à câmara da capital do Alto Minho, admitiu que “muitos não apreciam o estilo e linguagem” que utiliza, mas defendeu que, “por vezes, é a única forma de conseguir transmitir a mensagem”.

“As críticas que faço são naturalmente políticas e nunca pessoais e não é com base em pressões, ameaças, que irei alterar a minha forma de intervir. Gostava inclusivamente que surgissem outros Carlos Meira noutras forças políticas”, desafiou.

Questionado sobre se com o aparecimento do Chega o CDS poderá radicalizar o seu discurso ou se poderá enveredar por eventual entendimento num cenário de maioria parlamentar ou de um Governo de centro-direita, o candidato defendeu que o partido “deve fazer um caminho próprio, procurando como reafirmar a sua matriz e identidade”.

“O CDS deve fazer o seu próprio caminho, de forma autónoma, ativa, serena, recompondo-se e reerguendo-se. Respeitamos igualmente todos os partidos do arco parlamentar e não parlamentar não socialistas. O CDS não deve ter cordões sanitários com partidos não socialistas, mas também não deixará de se bater pelas suas causas. Tudo tem o seu tempo, tudo se verá a seu tempo. O CDS agora precisa é de olhar por si e para si. O nosso vizinho não é preocupação nossa”, observou.

Já sobre um eventual apoio à recandidatura de Marcelo Rebelo de Sousa às eleições presidenciais, Carlos Meira disse que o atual chefe de Estado “inovou e instaurou uma presidência inédita em Portugal”, num “registo que não agrada a gregos e a troianos” e defendeu que o CDS deve assumir um “papel e uma posição de responsabilidade”.

“O CDS deve apoiar a candidatura que, no espaço à direita do PS, se venha a apresentar em melhores condições de vencer. É fundamental a eleição de um Presidente da República onde o centro, o centro-direita e a direita democrática se possam rever, mormente num momento em que a esquerda está a governar”, referiu.

Além de Carlos Meira são candidatos à liderança do CDS-PP Abel Matos Santos, João Almeida, Filipe Lobo d’Ávila e Francisco Rodrigues dos Santos.

O 28.º congresso nacional do CDS-PP, marcado para 25 e 26 de janeiro em Aveiro, vai eleger o sucessor de Assunção Cristas na liderança dos centristas.

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Braga

Vieira do Minho espalha sal nas estradas para impedir formação de gelo

Previsão de baixa temperatura

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Foto: CM Vieira do Minho

A Câmara de Vieira do Minho está a espalhar sal pelas estradas do concelho para evitar uma possível formação de gelo esperada para os próximos dias, anunciou a autarquia.

Para esse efeito, estão alocados meios do serviço municipal de Proteção Civil em colaboração com as juntas de freguesia, de forma a “prevenir acidentes rodoviários”.

Esta medida surge face às condições climatéricas que se prevêem para os próximos dias, com os termómetros a atingirem temperaturas mínimas muito baixas.

“O Município apela a todos os automobilistas para adotarem uma condução defensiva e terem cuidados redobrados na circulação, dado que se prevê a continuação de tempo frio e formação de gelo no nosso território”, refere a autarquia, em comunicado.

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