Seguir o O MINHO

Alto Minho

Viana distribuiu dez mil máscaras e cinco mil luvas por IPSS

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CMVC

Fazendo o balanço das primeiras duas semanas de estado de emergência, a Câmara Municipal de Viana do Castelo anunciou que, neste período, distribuiu dez mil máscaras P1 e cinco mil pares de luvas por Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho.


A autarquia refere, ainda, que “foram servidas 1889 refeições: 517 para alunos com escalão; 340 para famílias com dificuldades; 1032 para profissionais de saúde, forças de segurança e bombeiros” e que a Linha de Apoio Social atendeu 247 pedidos que “foram encaminhados para instituições ou tratados pelos voluntários municipais”.

O estado de emergência em Portugal foi hoje renovado com medidas ainda mais restritivas, como a proibição de sair do concelho de residência e o fecho de aeroportos, entre os dias 9 e 13 de abril.

Anúncio

Alto Minho

Cão desaparecido em Ponte de Lima reencontra donos cinco anos depois

Final feliz

em

Foto: DR / Arquivo

Um cão, de nome Popeye, reencontrou-se com os donos cinco anos depois de ter desaparecido em Ponte de Lima.


Segundo conta o Jornal de Notícias, o canídeo tinha desaparecido na vila liminana durante uma visita dos donos, residentes em Aveiro, em novembro de 2015.

Foi agora encontrado em Vila Nova de Gaia por uma mulher que o levou ao Hospital Veterinário de Santa Marinha, onde foi descoberta a proveniência do animal graças ao microchip.

O hospital chegou assim aos donos, que não queriam acreditar que o animal estava vivo. Confessaram que o tinham procurado durante algum tempo mas acabaram por desistir.

Por onde andou o Popeye durante os últimos cinco anos, não se sabe, mas o reencontro terá sido de muita emoção.

Continuar a ler

Alto Minho

Exército vigia serra de Santa Luzia em Viana do Castelo

Incêndios

em

Foto: Divulgação / CM Viana do Castelo

Desde segunda-feira que a serra de Santa Luzia, em Viana do Castelo, está a ser vigiada por militares do Exército.


Em nota de imprensa, a câmara informa que antecipou a vigilância florestal na serra, tendo a Escola de Serviços do Exército iniciado o patrulhamento que decorrerá até final de setembro.

A autarquia explica que o protocolo com o Exército já se realiza desde 2011 e tem sido “fundamental” para a prevenção dos incêndios florestais ao longo destes últimos dez anos.

Os militares promovem operações de vigilância mantendo permanentemente informadas as entidades responsáveis (CODIS – Comandante Distrital de Operações de Socorro e Bombeiros Municipais de Viana do Castelo) e comunicando, de imediato, qualquer ocorrência digna de registo.

O município de Viana do Castelo sublinha que “a vigilância das áreas florestais é fundamental para a prevenção de incêndios, permitindo dissuadir eventuais atos de negligência ou mesmo criminosos e detetar eventuais ocorrências”.

O alerta para incêndios florestais deve ser dado para o número 117.

Continuar a ler

Alto Minho

PSD de Viana do Castelo garante nunca ter denegrido funcionários municipais

Política

em

Foto: Facebook

O PSD de Viana do Castelo garantiu hoje que, “em nenhum momento, denegriu ou teve a intenção de atingir o bom nome de funcionários municipais”, reagindo a um voto de protesto aprovado pela maioria PS na Câmara.


Em comunicado hoje enviado às redações, a concelhia social-democrata liderada por Eduardo Teixeira, repudiou o voto de protesto aprovado, na quinta-feira, em reunião camarária, referindo que “o único propósito” da maioria é o de criar “inexplicáveis subterfúgios” para “tentar desviar as atenções da auditoria financeira exigida pelo PSD nas últimas semanas, em virtude dos sucessivos erros na contratação pública que têm vindo a ser detetados”.

Para o também deputado do PSD na Assembleia da República, “os motivos invocados” naquele documento “mostram-se totalmente esvaziados de qualquer espécie de projetos para a cidade”.

Na quinta-feira, em reunião ordinária do executivo municipal a maioria socialista na Câmara de Viana do Castelo aprovou um voto de repúdio, proposto pelo presidente José Maria Costa, pelas afirmações que Eduardo Teixeira publicou nas redes sociais, a propósito de erros de digitação detetados em contratos da autarquia que os socialistas consideram que “atingem o bom nome” de funcionários, dirigentes e serviços municipais.

Em causa estão alegados comentários que o deputado e líder da concelhia do PSD publicou, no dia 26 de maio, nas redes sociais com “insinuações, atos intimidatórios aos funcionários Municipais, serviços municipais e Câmara Municipal”.

“Para dissipar quaisquer dúvidas que estas manobras de diversão possam provocar aos menos atentos, em nenhum momento o PSD denegriu ou teve a intenção de atingir o bom nome de funcionários, dirigentes ou empresários de Viana do Castelo, que nem sequer foram concretamente, por nós, identificados”, esclarece a concelhia do PSD.

Câmara de Viana aprova voto de repúdio contra comentário de deputado no Facebook

A estrutura local do PSD destaca que “sempre valorizou e, sem qualquer espécie de falso pudor, o profissionalismo, a dedicação e o excelente desempenho dos funcionários municipais bem como igualmente saúda todos os empresários que prestam ou tiveram a oportunidade de prestar serviços à autarquia”.

“Tal e qual toiro picado, mais uma vez, o presidente da Câmara dá murros na mesa, centrando toda a sua raiva e histeria num único alvo e em contínuos ataques pessoais. Saliente-se que as sucessivas investidas do senhor presidente e do PS de Viana do Castelo são medalhas para o PSD, qual forcado que agarra o rábico pelos cornos. Significa que o PSD está no bom caminho”, sustenta a nota.

O voto de repúdio e protesto da maioria socialista na autarquia mereceu a abstenção da vereadora da CDU, Cláudia Marinho, e a rejeição dos dois vereadores do PSD. Hermenegildo Costa disse que iria remeter o documento para a presidência da concelhia do partido. Já Cristina Veiga referiu “não concordar com o teor do voto de protesto e repúdio”, e sublinhou que “em momento algum os vereadores do partido na autarquia aturam na linha de denegrir e difamar funcionários públicos”.

“Nunca assumimos essa linha”, reforçou. A posição de Cristina Veiga levou o autarca socialista a pedir que a sua afirmação fosse incluída em ata.

O voto aprovado na quinta-feira “vai ser enviado aos funcionários municipais, Assembleia Municipal, sindicatos, Assembleia da República e comissão ética do parlamento e aos grupos parlamentares”.

Continuar a ler

Populares