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Viana do Castelo

Viana caminha contra o cancro este domingo

“Outubro Rosa”

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Foto: Ilustrativa

Viana do Castelo vai caminhar contra o cancro, neste domingo, a partir da Praça da República, anunciou a autarquia.


A partida dá-se pelas 10:00 horas e o custo de inscrição é de 3 euros, com oferta de uma t-shirt.

Esta caminhada insere-se no mês “Outubro Rosa”, de prevenção e de luta contra o cancro, que engloba várias iniciativas a nível global.

O percurso corresponde a cerca de 4,5 quilómetros, entre a praça central, a marginal e o parque da cidade, regressando novamente à praça.

As receitas reverterão a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Em 2017, a Liga disponibilizou mais de 1 milhão de euros para aquisição de medicamentos, próteses, transporte para consultas e tratamentos, e alimentação dos doentes mais carenciados.

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Viana do Castelo

Politécnico de Viana do Castelo assegura 157 camas para alunos deslocados

Protocolos com unidades hoteleiras e pousada da juventude

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Foto: ipvc.pt / DR

O Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) celebrou hoje cinco protocolos com unidades hoteleiras e com a pousada de juventude, garantindo 157 camas na região para alojar alunos deslocados, 84 das quais já ocupadas.

“Muitos dos nossos alunos estão deslocados e são bolseiros. Devido à pandemia de covid-19 o IPVC perdeu cerca de 30% da capacidade de alojamento nas suas três residências universitárias. Uma redução que teve impacto ao nível do serviço que prestamos aos estudantes. No entanto, conseguimos arranjar na região e até à data, 157 camas em hotéis, residenciais e Pousadas de Juventude”, afirmou o presidente da instituição de ensino superior, Carlos Rodrigues.

O responsável, que falava durante a sessão de assinatura dos protocolos, adiantou que aquele alojamento está situado nos concelhos de Viana do Castelo, Melgaço, Vila Nova de Cerveira, Ponte de Lima e Valença.

O administrador dos Serviços de Ação Social (SAS) do IPVC disse acreditar que o número de camas a disponibilizar na região para os alunos deslocados irá aumentar no futuro.

“Estamos a trabalhar nesse sentido, em prol dos estudantes”, referiu Luís Ceia.

Com cerca de cinco mil alunos, o IPVC tem seis escolas – de Educação, Tecnologia e Gestão, Agrária, Enfermagem, Ciências Empresariais, Desporto e Lazer -, ministrando 28 licenciaturas, 40 mestrados, 34 Cursos de Técnicos Superiores Profissionais (CTESP) e outras formações de caráter profissionalizante.

O secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, que participou na cerimónia através de videoconferência, por estar a cumprir quarentena profilática, após a confirmação da infeção por covid-19 ao ministro Manuel Heitor, referiu “estar previsto no próximo Orçamento de Estado (OE) um incremento substancial da ação social”.

“Esse aumento tem a ver o complemento de alojamento. Estamos a falar de um valor, por exemplo, em Viana do Castelo, de cerca de 220 euros e, em Lisboa, de 285 euros. É um aumento de cerca de 60% face ao ano passado”, referiu Sobrinho Simões.

O governante acrescentou que “o Governo decretou ainda que, este ano, todos os alunos do secundário que tinham bolsas de ação social do primeiro escalão, ao ingressar no ensino superior têm atribuição automática da bolsa”, sendo que a análise dos processos será feita posteriormente.

Presente na sessão, o presidente da Câmara de Viana do Castelo pediu ao secretário de Estado de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, que o Alto Minho venha a ser contemplado na “proposta de contratualização de mais residências universitárias” previstas para o país.

“Que este espaço territorial seja um espaço concreto para a sua aplicabilidade”, disse José Maria Costa.

O autarca socialista acrescentou que existir “toda a cooperação e interesse” dos municípios do Alto Minho e do IPVC “para, em conjunto, com o Governo serem encontradas soluções técnicas para aproveitar bem os próximos recursos financeiros que vão estar disponíveis e aumentar a capacidade de alojamento instalada da região”.

Além das escolas superiores de saúde, educação e tecnologia e gestão, situadas em Viana do Castelo, o IPVC tem escolas superiores instaladas em Ponte de Lima (Agrária), Valença (Ciências Empresariais) e Melgaço (Desporto e Lazer).

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Viana do Castelo

Nova casa mortuária em Viana do Castelo começará a ser construída até final do ano

Aguarda visto do Tribunal de Contas

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Projeto da nova Casa Mortuária de Viana do Castelo

A construção da nova casa mortuária de Viana do Castelo vai começar ainda este ano, num investimento de quase 800 mil euros que aguarda o visto do Tribunal de Contras, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara.

Segundo José Maria Costa, o contrato com a empresa que ganhou o concurso público, Boaventura & Boaventura, já foi assinado, aguardando-se “luz verde” do Tribunal de Contas para iniciar a obra.

O contrato final da empreitada que tem um prazo de execução de 210 dias foi publicado no portal Base, de contratação pública, no passado dia 07.

Segundo o documento, hoje consultado pela Lusa, a empreitada representa um investimento de 781.505,16 euros.

O novo equipamento está previsto para “os terrenos do horto municipal, aproveitando a proximidade ao cemitério existente e o seu enquadramento com a área ajardinada envolvente”.

A construção proposta, “com uma área bruta de 561,70 metros quadrados, agrega dois volumes”, um deles “mais baixo que se constitui como área de circulação e de ligação entre os diferentes espaços, visualmente aberto para a área ajardinada”.

O volume mais alto “integra as quatro salas mortuárias, mais fechadas para o exterior e com iluminação zenital”.

A galeria que “dará acesso às salas mortuárias, áreas sanitárias, salas de família e sala de apoio faz a comunicação entre os vários espaços exteriores”.

Viana do Castelo quer construir nova casa mortuária por 800 mil euros

Isto, “desde a área de acesso automóvel, a zona ajardinada correspondente ao atual jardim do horto municipal, até ao arruamento pedonal criado a poente e que faz a ligação ao largo da Igreja do Convento da Ordem Terceira de São Francisco, Igreja de Santo António e galeria de acesso ao cemitério municipal”.

Segundo a proposta da autarquia socialista, “as salas mortuárias que se distribuem ao longo da galeria correspondem a quatro espaços autónomos e foram projetadas para oferecer uma certa polivalência, podendo dois dos espaços constituir uma única área com maior capacidade – duplicação de área – após abertura da parede, que é constituída por painéis acústicos que separam as duas salas”.

O projeto prevê que “cada uma das salas mortuárias tenha um espaço específico para o féretro, que poderá ser fechado por painéis de vidro, constituindo um espaço ventilado e arrefecido, separado do restante espaço, mas perfeitamente visível”.

A empreitada contempla ainda remodelação do espaço exterior, propondo uma área ajardinada, com circuitos pedonais estruturados.

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Viana do Castelo

Hospital de Viana do Castelo com mais 16 enfermeiros e 400 mil euros para material

Unidade Local de Saúde do Alto Minho

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Foto: DR / Arquivo

A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) foi reforçada com mais 16 enfermeiros e lançou seis concursos públicos para comprar material de proteção à covid-19, no valor de 400 mil euros, disse hoje o administrador.

Contactado pela agência Lusa, a propósito da publicação hoje em Diário da República daqueles procedimentos de aquisição, Franklim Ramos disse que a ULSAM “contratou há pouco tempo mais 16 enfermeiros e continua a fazer mais contratações”.

O presidente do conselho da administração da ULSAM adiantou que o número de camas na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) do hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, “passou de sete para 25″, adiantando que vai continuar em funcionamento, no centro cultural da sede do distrito, uma unidade de saúde de retaguarda com 200 camas.

De acordo com o responsável, “as necessidades imediatas estão a ser feitas, mas os reforços vão-se construindo, mediante as necessidades”.

“Nesta fase, muitos doentes não precisam de internamento, porque são pessoas mais jovens do que na primeira vaga. Temos uma capacidade instalada para situações mais graves muito maior do que tivemos na primeira vaga. Na primeira vaga tínhamos sete camas nos cuidados intensivos e, agora, temos 25”, observou.

Em Ponte de Lima, especificou, foi criada uma “enfermaria geral” numa unidade de cuidados continuados que foi “desativada”, por registar uma redução de procura.

“A ULSAM tem o seu plano de ação preparado. É um plano que pode ser continuamente ajustado, em função das necessidades. E esse ajustamento é feito rapidamente. Houve uma aprendizagem na primeira vaga que nos permite agora agir”, sublinhou Franklim Ramos.

O responsável referiu ainda que a unidade de saúde de retaguarda instalada no centro cultural de Viana do Castelo, para receber infetados com covid-19 vai continuar montada.

“O presidente da Câmara concorda que se mantenha esta unidade. Quando não sabemos a dimensão que uma coisa vai ter é sempre bom ter reservas estratégicas preparadas. Temos de ter a estrutura montada e planos para situações mais graves, complexas”, afirmou.

Em causa está uma unidade de saúde de retaguarda, com 200 camas, instalada em abril o centro cultural de Viana do Castelo para receber idosos infetados com covid-19, evitando a sua permanência em lares, num investimento de 16 mil euros.

Em setembro, questionado pela Lusa, o presidente da Câmara, José Maria Costa tinha dito que aquela unidade só seria desmontada na última semana deste mês, se a evolução da doença não se descontrolasse.

“Temos pessoal médico, de enfermagem e auxiliares em quem podemos confiar. No Alto Minho, as pessoas podem estar descansadas. Os profissionais estão muito bem treinados e são capazes de responder plenamente como aconteceu na primeira vaga. Não tenho dúvidas nenhumas”, reforçou Franklim Ramos.

Quanto aos anúncios hoje publicados em Diário da República, dizem respeito à aquisição, por parte da ULSAM, de nove lotes de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e fatos (192.000 euros), zaragatoas (81.550.00 euros) e solução alcoólica (17.799.60 euros).

Aquela unidade quer ainda comprar diverso material para o serviço de otorrinolaringologia (25.207.32 euros), e medicamentos (76.367.32 euros), e equipamentos ergonómicos (10.240.00 euros)

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas dos dez concelhos do distrito de Viana do Castelo, e algumas populações vizinhas do distrito de Braga.

Em todas aquelas estruturas trabalham mais de 2.500 profissionais, entre eles, cerca de 500 médicos e mais de 800 enfermeiros.

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