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Braga

VI Festival de Guitarra de Braga com “cartaz de excelência” e em “fase de maturidade”

De 15 de fevereiro a 10 de março

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Foto: Facebook de Xavier Díaz-Latorre

O sexto Festival de Guitarra de Braga apresenta-se ao público “já numa fase de maturidade”, com um “cartaz de excelência”, marcado pela “diversidade” dos oito concertos, atividades paralelas e ainda um concurso.

Apresentado esta tarde, o VI Festival de Guitarra decorre de 15 de fevereiro a 10 de março, e vai percorrer várias salas das cidades, desde a Capela da Imaculada e a Capela de Nossa Senhora de Guadalupe, até aos museus dos Biscainhos e D. Diogo de Sousa, tendo em 2018 um orçamento que ronda os 25 mil euros.

“Já é um festival com grande diversidade, oito concertos este ano. Este é um excelente festival pelos nomes, pela diversidade, pela consistência, mas também pelo conjunto de atividades paralelas”, destacou o diretor artístico do evento, Vitor Gandarela.

Para a autarquia, pela voz da vereadora da Cultura, Lídia Dias, o Festival de Guitarra de Braga assume-se já como um dos eventos de referência da cidade: “Começou há seis anos, de forma muito ponderada, sempre, com um orçamento pensado para um festival que encontrasse o seu caminho e espaço e nesta sexta edição temos a certeza de que temos um festival consolidado. No tempo e junto da comunidade”, salientou.

Lídia Dias destacou ainda a “fase de maturidade do projeto”, considerando que nesta sexta edição o festival apresenta “um cartaz de excelência, que percorre um bocadinho das salas mais ou menos convencionais da cidade”.

Além dos concertos e das atividades paralelas, o certame destaca-se pela promoção do 1.º Concurso Nacional de Guitarra Clássica de Braga.

“Apesar da existência em Portugal de vários concursos de Guitarra, a criação deste concurso reveste-se de sentido dada a dimensão da cidade. A tradição dos instrumentos de corda em Braga, o elevado número de praticantes deste instrumento bem como a grande diversidade de estabelecimentos dedicados ao ensino deste instrumento”, justifica a organização.

Realizado bienalmente, em alternância com o Concurso Internacional de Música de Câmara com Guitarra, aquele galardão “tem elementos diferenciadores” com a “obrigatoriedade dos participantes interpretarem uma obra portuguesa inédita, resultante da encomenda feita pelo festival a compositores portugueses”.

Organizado pelo Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, em parceria com a autarquia, o evento apresentará em Braga nomes como Xavier Díaz-Latorre (16 fevereiro), Jeremy Jouve (17 de fevereiro), Pedro Caldeira Cabral – Trio (23 de fevereiro), Arsis Duo (24 de fevereiro), Bruskeres Duo (01 de março), Gomziakov/Barceló – Duo (02 de março), Pavel Steidl (07 de março), Barrios Quartet (07 março), que compõem um “cartaz de excelência”, a que se juntam ações de formação, palestras e conferências.

O programa completo pode ser consultado em www.festivalguitarrabraga.pt.

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