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Braga

‘Vezeira’ do Gerês e Rio Caldo pode ser classificada como património imaterial

Subida do gado à serra durante o verão

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As tradicionais ‘vezeiras’ do Gerês e de Rio Caldo, em Terras de Bouro, podem ser uma das próximas classificações no Inventário Nacional de Património Cultural Imaterial Português, anunciou a autarquia.


Em comunicado, a Câmara de Terras de Bouro dá nota da elaboração de um dossier de caracterização desta prática ancestral, que consiste na subida às serras do gado típico da região, para lá passarem o verão, onde são guardados ‘à vez’ pelos proprietários. Habitualmente, regressam às ‘terras-baixas’ em meados de setembro.

A subida do gado, este ano, deu-se a 17 de maio, com um evento que não contou com as tradicionais festividades face à pandemia de covid-19. Todavia, os bovinos não deixaram de subir às serras, onde se alimentarão no selvagem durante os próximos meses.

No mesmo comunicado, é explicado que a tentativa de inclusão desta tradição no inventário destina-se a proteger este tipo de manifestações que corre “risco de desaparecimento a curto e médio prazo”.

“Desta forma, espera-se poder ajudar a travar o declínio desta atividade tão importante e tão identitária das nossas populações, assumindo o município as ações de salvaguarda e valorização na edição de 2021”, destacam

A tradição, cuja descrição remonta ao século XIX, não é ímpar ao concelho terra-bourense. Também em Vieira do Minho, Ponte da Barca e em Arcos de Valdevez se cumpre a tradição, ainda que o gado seja em menor número.

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Braga

Bombeiros Voluntários de Braga resolvem incêndio em 20 minutos

Incêndios

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Foto: Arquivo

Um incêndio que deflagrou em zona de mato, durante esta manhã, em Braga, foi rapidamente resolvido em 20 minutos, não tomando maiores dimensões, disse a O MINHO fonte do Comando Distrital de Operações e Socorro.

As chamas deflagraram cerca das 10:15 horas em zona rural da freguesia de Sobreposta, na zona Este da cidade, levando à mobilização dos Bombeiros Voluntários de Braga e de um helicóptero da Proteção Civil.

“Os nove operacionais apoiados por duas viaturas resolveram o incêndio em cerca de 20 minutos, não havendo necessidade de intervenção à chegada do helicóptero”, disse a mesma fonte.

A GNR deslocou uma patrulha para o local para tentar apurar as causas do fogo.

Ao longo desta manhã e durante a madrugada foram registados mais quatro incêndios no distrito de Braga, em Cabeceiras de Basto, Famalicão, Amares e Terras de Bouro, nenhum a atingir grandes dimensões.

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Braga

Restaurantes de Braga criticam Ricardo Rio. Autarca diz que apoios estão a ser cumpridos

URBAC-19

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Foto: DR

A URBAC- União de Restaurantes de Braga de Apoio ao covid-19, que agrega 140 restaurantes,, emitiu um comunicado, no qual critica o presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, garantindo que “nunca afirmou que pretendia a aprovação de estacionamento ilegal como fórmula de estímulo”.

“ Propusemos sim, o fim do excesso de zelo por parte das autoridades, no que diz respeito a multas passadas em lugares de estacionamento com parquímetro. Uma medida, que não apoiaria apenas a restauração, mas, sim, todo o comércio e serviços”, sustenta.

E continuando, diz: “Para além disso, a URBAC propôs um projeto que a autarquia apenas utilizou para tirar aproveitamento publicitário, pois, e voltamos a repeti-lo, do anúncio do projeto “Braga de porta aberta” à sua existência vai uma grande diferença”.

Os restaurantes acentuam que, em pleno no mês de julho, “poucos são aqueles que viram as suas propostas de esplanada aprovadas”, e desafiam o autarca a ir a uma das novas esplanadas para “almoçar (ou jantar) connosco”.

E, prosseguindo nas críticas:  “pedimos “encarecidamente, que esclareçam a URBAC e, sobretudo, os bracarenses o porquê de não ser possível colocar estrados, temporários, para esplanadas em ruas com pisos irregulares e com desnível”. Pede, ainda que, “este  esclarecimento não se esconda atrás de falsas questões de circulação ou de segurança que não existem (seguindo o exemplo de outras câmaras)”.

Para além disso, a URBAC desafia a Câmara a que, também, torne público “o valor já reembolsado aos estabelecimentos que requereram as taxas camarárias de ocupação de espaço público”, relembrando que “prometeu, como estímulo, não cobrar taxas de ocupação e reembolsar quem já o  tinha feito”.

“Braga é uma cidade Romana, linda, fantástica de se visitar, mas Braga vazia, não é tão bonita. Senhor Presidente, não a mantenha vazia, simplesmente com lugares vazios pintados de amarelo (motociclos) e vermelhos (trotinetes), encha-a… “, apelam, a concluir.

Rio: esplanadas criadas

Em resposta aos repartos da URBAC, o presidente da Câmara, Ricardo Rio disse a O MINHO que, “quanto às esplanadas, a iniciativa Braga de Portas Abertas já permitiu a extensão ou criação de dezenas de esplanadas, sempre que tal foi tecnicamente possível dentro das regras e salvaguardas estabelecidas pela Câmara desde o seu anúncio”.

E acrescenta: “Ao mesmo tempo, foi assegurada a isenção total de taxas a todos os estabelecimentos comerciais (incluindo os  de restauração) em todo o ano de 2020, o que representou uma perda de receita muito significativa para a autarquia. As entidades que solicitaram o reembolso têm vindo a receber o mesmo à medida que os mesmos são processados, sem qualquer tipo de atrasos”.

O autarca garante, também, que “a Câmara vai corresponder ao anseio dos responsáveis do URBAC de fiscalizar e punir os operadores que instalam de forma ilegal, estrados e esplanadas, assim tenha conhecimento dos mesmos”.

E a concluir, afirma: O Município vai continuar a colaborar com a Associação Comercial de Braga e com todos os agente económicos, na promoção, animação e estímulo à actividade comercial, quer junto dos consumidores locais, quer numa perspectiva de dinamização turística, dentro das regras que as actuais circunstâncias determinam”.

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Braga

Autoridades resgatam vítima ferida após queda em cascata no Gerês

Resgate

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Foto: DR

Mais uma queda em cascatas do Gerês a motivar resgate. Pelas 15:50 horas deste sábado, um homem de 26 anos caiu num dos trilhos das cascatas do rio Arado, na serra do Gerês, sofrendo ferimentos.

A operação de resgate da vítima decorreu com elementos da Cruz Vermelha de Rio Caldo, militares da GNR e bombeiros de Terras de Bouro.

O homem foi estabilizado no local e transportado para o Hospital de Braga com ferimentos considerados ligeiros, depois de ter sofrido uma entorse.

(notícia atualizada às 20h14)

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