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Venda de casas sobe 16,6% em 2018 e atinge recorde em dez anos

Instituto Nacional de Estatística (INE)

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Foto: Arquivo

A venda de casas em Portugal aumentou 16,6% em 2018 face ao ano anterior, para um total 178.691 habitações, o registo mais elevado do Instituto Nacional de Estatística (INE) da série disponível que se inicia em 2009.

De entre as transações realizadas, 85,2% respeitaram a alojamentos existentes, mais 0,7 pontos percentuais (pp) do que no ano anterior.

Segundo fonte oficial do INE, a série relativa ao Índice de Preços de Habitação, que divulga informação sobre o número de vendas de alojamentos (total, existentes e novos), inicia-se em 2009 e tem divulgação trimestral.

Em 2018, o preço mediano de alojamentos familiares vendidos em Portugal foi 996 €/m2, um aumento de 6,9% relativamente a 2017, e o preço mediano da habitação superou o valor nacional nas regiões Algarve (1.523 €/m2), Área Metropolitana de Lisboa (1.333 €/m2) e Região Autónoma da Madeira (1.207 €/m2).

Segundo o INE, o número de edifícios licenciados em Portugal no ano passado cresceu 17,6%, face ao ano anterior, tendo sido licenciados mais 30,3% fogos, num total de 28,3 mil, revela hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

No entanto, o aumento foi inferior ao crescimento de 19% registado em 2017, face a 2016.

O INE revela ainda que as obras licenciadas para reabilitação de edifícios cresceram 11,7% em 2018, quando tinham diminuído 0,1% no ano anterior, e que foram concluídos mais 19% de edifícios, num total de 13,5 mil, quando em 2017 tinham aumentado 7,1%.

Por tipo de obras, as obras de construção nova foram as que demoraram mais a ser executadas (22 meses), e as obras de alteração (11 meses) as que menos demoraram.

Nas obras de construção nova, a região Norte registou o prazo efetivo mais elevado (28 meses) enquanto a Região Autónoma dos Açores apresentou o prazo mais curto (13 meses).

Nas obras de alteração foi ainda a região Norte que surgiu com o maior prazo efetivo na conclusão (14 meses), enquanto na Região Autónoma da Madeira o tempo médio para a conclusão deste tipo de obras foi de apenas dois meses.

Os 15,6 mil fogos concluídos no país representaram um aumento de 36,3%, acima do aumento de 13,1% em 2017, enquanto as obras de reabilitação concluídas cresceram 10,6% em 2018, contra um aumento de 2,6% no ano anterior.

Em 2018 transacionaram-se 178.691 habitações, mais 16,6% do que no ano anterior e o preço mediano de alojamentos familiares vendidos foi 996 €/m2, mais 6,9% do que em 2017.

O valor médio da avaliação bancária de habitação aumentou 5,8% em 2018, fixando-se em 1 192€/m2, e o valor mediano das rendas dos 77.723 novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares celebrados em 2018 em Portugal foi de 4,80 €/m2, representando um aumento de 9,3% face ao ano anterior.

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País

Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: O MINHO

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 19 de novembro: 8, 10, 15 ,30 e 42 (números) e 4 e 6 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 123 milhões de euros.

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País

TAP inaugura três novas ligações para o continente americano em 2020

Com partidas de Lisboa (duas) e Ponta Delgada (uma)

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Foto: DR

A TAP vai começar a voar, no início de 2020, para três novos destinos no Brasil (Maceió), Canadá (Montreal) e Estados Unidos (Boston), sendo que esta ligação aos EUA será de e a partir de Ponta Delgada.

Em comunicado hoje divulgado, a TAP refere que as três novas ligações vão ao encontro da estratégia da empresa em “apostar fortemente nas Américas” e reforçam “a tendência de forte crescimento da atividade no mercado brasileiro e do Atlântico Norte”.

Com as novas ligações entre Lisboa e Montreal e Ponta Delgada e Boston, a TAP aumenta para 11 as rotas no Atlântico Norte, número que quase quadruplica face às três que registava em 2015.

Citado no comunicado, o presidente executivo da TAP, Antonoaldo Neves, refere que “este é mais um passo importante no plano de diversificação e expansão da rede da companhia, que reforça a sua exposição a novos e menos voláteis mercados”, acrescentando que as 11 rotas no Atlântico Norte estão em linha com o número de rotas com o Brasil.

A nova ligação a Montreal, no Canadá, terá seis frequências semanais, com voos a sair da capital portuguesa todos os dias da semana, exceto às quartas-feiras, cerca das 14:55 horas.

A abertura da rota Ponta Delgada-Boston, vem juntar-se a Lisboa-Boston, fazendo com que a transportadora passe a dispor de duas ligações diretas com cidade ‘hub’ da JetBlue (parceira da TAP), o que lhe permitirá reforçar o número de passageiros provenientes de vários pontos dos EUA.

Com estas novas rotas e outros incrementos na oferta, a TAP estima transportar entre Portugal e o Atlântico Norte mais de 390 mil norte-americanos (85 mil nas duas rotas) no próximo ano.

O comunicado adianta que atualmente a TAP transporta perto de um milhão de passageiros da América do Norte, sendo que este representa já um dos três principais mercados da transportadora.

A ligação a Maceió, que será operada com Airbus 321LR, vai ser a 11.ª da TAP com destino ao Brasil, sendo a primeira vez em cinco anos que a companhia anuncia uma nova rota com destino a este país.

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País

Mais de duas mil caixas multibanco desapareceram em 10 anos

Segundo o Banco de Portugal

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Foto: Ilustrativa / DR

Mais de duas mil caixas ‘multibanco’ desapareceram em Portugal nos últimos 10 anos, existindo agora 11.569 caixas automáticas, segundo as séries longas do Banco de Portugal hoje divulgadas.

Em 2008, havia 13.637 caixas automáticas, que passaram para 11.569 em 2018, ou seja, menos 2.068.

O ano em que houve mais caixas multibanco foi em 2010, quando havia 14.614. Se as contas forem feitas face a esse ano, a queda até 2018 foi superior a 3.000 caixas de levantamento automático (conhecidas vulgarmente em Portugal por caixas ‘multibanco’, por esta ser a rede mais representativa no país).

Em sentido contrário à queda das caixas ‘multibanco’, tem aumentado o número de terminais de pagamento automático, que eram 322.336 em 2018, mais 40 mil do que em 2010.

Já face a 2000, o número de terminais de pagamento automáticos (que existem habitualmente nas lojas, que permitem pagar bens e serviços com cartão bancário) triplicou, já que nesse ano eram poucos mais do que 106 mil.

A exceção foram os anos de 2011, 2012 e 2013, em que estes terminais diminuíram, o que o Banco de Portugal relaciona com “os efeitos da crise [que] se poderão ter feito sentir no número de estabelecimentos comerciais”.

Segundo o banco central, Portugal continua acima da média da zona euro tanto no número de terminais de pagamento automático como no número de caixas multibanco, na comparação face a um milhão de habitantes.

O Banco de Portugal divulgou hoje as séries longas do setor bancário português 1990-2018, a qual a partir de agora será atualizada anualmente. Estes dados contêm indicadores como número de agências bancárias (incluindo por regiões), trabalhadores bancários, assim como valores de lucros, capital próprio ou empréstimos.

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