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Região

Vem aí uma semana de sol (e inclui o Carnaval)

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A chuva prevista para segunda-feira, dando continuidade ao tempo húmido que se sente durante este domingo, deverá dissipar-se durante a noite, dando lugar a vários dias de céu limpo e parcialmente nublado, sem sinais de precipitação nos distritos de Braga e Viana do Castelo.


As previsões do Instituto Português de Mar e Atmosfera (IPMA) dão conta de uma semana onde o sol dominará predominantemente, entre esta terça e a próxima (dia de Carnaval).

As temperaturas máximas devem rondar os 18 graus durante esta semanas, mas podem chegar aos 21 graus na outra segunda-feira, véspera de Carnaval. Chuva, diz o IPMA, nem vê-la.

No que diz respeito às temperaturas mínimas, essas vão descer significativamente podendo atingir valores negativos nas terras altas do distrito de Viana do Castelo, como é o caso de Melgaço.

Para o resto da região, as mínimas vão rondar os 2 graus de mínima durante toda a semana, notando uma subida gradual com o aproximar da outra semana, véspera de Carnaval (onde devem rondar os 6 graus).

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Braga

Eis a árvore de Natal de Braga

Natal

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Foto: Ricardo Rio / Facebook

A iluminação da árvore de Natal gigante situada na Praça da República, em Braga, acendeu esta noite, em testes, e o momento foi captado pelo presidente da Câmara.

Numa publicação nas redes sociais, Ricardo Rio desvenda o novo modelo para 2020 e deseja um “Noite Feliz” aos seguidores.

A iluminação de Natal em todo o concelho está prevista para o final da tarde do próximo sábado, no entanto, e sabe O MINHO, a mesma pode acender-se já esta sexta-feira, uma vez que não há qualquer cerimónia associada ao ligar do interruptor.

“Será tudo automatizado, não há qualquer espetáculo nem estarão figuras políticas para o ligar do interruptor como em outros anos”, disse fonte do executivo.

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Braga

Alegada venda ilegal de apartamento em Braga vai a julgamento

Justiça

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Foto: Ilustrativa (Arquivo)

Mais um processo cível no Tribunal de Braga por causa da venda de uma casa a um casal de emigrantes em França feito por uma advogada de Braga.

Não houve acordo na tentativa de conciliação hoje realizada na Unidade Cível do Tribunal de Braga.

Um casal alega que a advogada Anabela Nogueira lhes vendeu, em 1996, um apartamento em Gualtar, Braga, sem sua autorização, e com recurso a uma falsificação de assinatura e a uma procuração falsa.

A ação tem o valor de 77.870 euros.

Hoje, o advogado oficioso que a defende não chegou a entendimento com a defensora do casal, pelo que o caso segue para julgamento.

Falta, no entanto, que o juiz decida sobre a possibilidade ser feita uma perícia à assinatura da advogada, já que esta diz nada ter falsificado.

De acordo com fonte dos queixosos, foi a jurista que lhes vendeu o apartamento em 2017.

No final de setembro, Anabela Nogueira – que tem vindo a negar as irregularidades – enfrentou duas ações do mesmo teor,

A advogada, que nega ter praticado qualquer crime, é suspeita de ter vendido ilicitamente vários imóveis que pertenciam a clientes, a maioria emigrantes. A burla atingirá um valor superior a um milhão de euros.

Em 2019, foi constituída arguida sendo-lhe imputados crimes de burla qualificada e falsificação de documentos.

Contudo, ainda não há acusação do Ministério Público.

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Cávado

Tribunal lê esta sexta-feira acórdão à mulher que esfaqueou marido nas costas em Esposende

Justiça

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal de Braga procede, esta sexta-feira, à leitura do acórdão do julgamento de uma mulher, de origem colombiana, mas já naturalizada portuguesa, que, em abril de 2018, nas Marinhas, Esposende, deu uma facada nas costas do marido, quando ele dormia, com a intenção de o matar.

A faca partiu-se pelo cabo, ficando a lâmina, de oito centímetros, enterrada no corpo da vítima. Nas alegações finais, a procuradora do Ministério Público pediu, por isso, ao Tribunal que seja condenada por homicídio qualificado na forma tentada.

A magistrada rejeitou a tese de que teria havido um acidente, com a vítima a cair em cima da faca, e lembrou que a arguida Eliana Yurlev Henão, de 37 anos, nem sequer pediu socorro apesar de o marido, António Maria Ganas, estar a sangrar abundantemente.
Valorou os depoimentos da vítima e da filha deste, Maria, que, ao ouvir os gritos do pai, correu para o quarto e estancou a perda de sangue, salvando-lhe a vida. E chamou o INEM.

Já a advogada de defesa Raquel Rodrigues Ribeiro pediu a absolvição da sua constituinte, argumentando que “não teve intenção de espetar a faca”, e defendeu insistindo que se tratou de um acidente, ocorrido num contexto de seis anos de violência doméstica: “houve confrontos físicos que culminaram com a faca espetada, por acaso”, disse.

Anteriormente, a arguida, que agora vive em Valença, pedira a palavra para voltar a dizer que não quis matar o marido e manifestar-se “arrependida”. Solicitou “uma segunda oportunidade para poder cuidar dos filhos e do neto”.

“Não fui eu!”

Na primeira sessão do julgamento, e conforme o MINHO noticiou, a mulher declarou: “Não sei. Não fui eu que o esfaqueei, nem tentei matá-lo”. E, posteriormente, veio a acrescentar que se «enrolou» com o marido numa briga e que este caiu em cima da cama, tendo sido espetado pela faca que ali estaria.

Foi esta a versão dada ao Tribunal de Braga pela imigrante colombiana, Eliana Yurlev Henão, de 37 anos, já naturalizada portuguesa, a qual contou que, na noite do crime, em abril de 2018, discutiu com o marido, o português António Maria Ganas, após ter ido à cozinha beber água e comer uma maçã.

Diz ter pegado numa faca para cortar a fruta e ter ido dormir para o quarto em que estava com dois adolescentes, um filho seu e uma jovem de 16 anos, filha dele. Afirmou que não sabe o que sucedeu depois, nem mesmo o destino da faca, só se lembrando de ter acordado os filhos e chamar o 112. Atribuiu as discussões do casal a ciúmes do marido.

Marido desmente

Esta versão é desmentida pela vítima que disse ao MINHO que ela o esfaqueou nas costas, enquanto dormia, deixando-lhe uma parte da lâmina, com nove centímetros, no corpo, o que lhe perfurou um pulmão e chegou ao coração. E ainda tentou impedi-lo de respirar. “Mente. Quando foi detida disse à PJ de Braga e ao juiz que me tinha dado uma facada para me matar. Está no processo”, acrescentou.

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