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Região

Atenção, Braga e Viana: Vai chover até fevereiro

IPMA

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Braga chuva avenida da liberdade
Foto: O MINHO (Arquivo)

A chuva está de regresso ao território continental e os distritos de Braga e Viana do Castelo não serão excepção.

De acordo com as últimas previsões do Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA), a chuva regressa com maior intensidade no próximo domingo, prolongando-se até à próxima sexta-feira, dia 31 de janeiro.

Ainda segundo o IPMA, esta sexta-feira e sábado, há possibilidade de ocorrerem aguaceiros esporádicos na região, mas sem grande intensidade.

Quanto às temperaturas mínimas, vão subir gradualmente, dos 3 graus previstos para esta sábado até aos 9 graus esperados para quinta-feira.

Já as temperaturas máximas vão variar entre os 13 e os 16 graus ao longo da próxima semana.

O sol deve regressar nos primeiros dias de fevereiro.

 

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Alto Minho

Jovens furtam carrinha médica para roubar máscaras e dinheiro numa IPSS em Caminha

Crime

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Foto: DR / Arquivo

Uma viatura da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, cujo furto foi reportado em fevereiro, foi utilizada hoje de manhã num assalto a uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) em Caminha, disse à Lusa fonte policial.

Contactada pela agência Lusa, fonte do Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo explicou que “o assalto ao Centro Paroquial e Social de Nossa Senhora da Encarnação, em Vilarelho, no concelho de Caminha ocorreu cerca das 07:30 da manhã e foi perpetrado por dois homens com idades entre os 20 e os 30 anos”.

“Entraram no edifício através de uma janela e quando saíram foram vistos por uma funcionária da IPSS que se apercebeu que estavam a carregar sacos para a carrinha, na qual se colocaram em fuga, encontrando-se em parte incerta”, explicou a fonte.

A “funcionária conseguiu retirar a matrícula da viatura e deu o alerta às autoridades policiais, que estão a investigar o caso”.

Segundo aquela fonte, os assaltantes “roubaram 620 euros, um televisor e três computadores portáteis e máscaras de proteção”.

O Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora da Encarnação de Vilarelho, fundado em 1994, dá apoio a idosos através do centro de dia e apoio domiciliário.

Na quarta-feira, através da sua página oficial no Facebook, a IPSS pediu “ajuda” para “conseguir continuar a assegurar os cuidados a todos os nossos utentes”, devido à pandemia de covid-19.

“Todas as IPSS atravessam momentos complicados devido à covid-19 e a nossa não é exceção. Infelizmente, uma grande parte das nossas colaboradoras encontram-se de baixa médica ou baixa por assistência a filhos menores de 12 anos. Desta forma, acabamos por ver o nosso quadro de pessoal muito reduzido e as que estão a trabalhar, encontram-se demasiado cansadas devido às circunstâncias desta pandemia. Apelamos à vossa sensibilidade”, lê-se na publicação, hoje consultada pela Lusa.

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Alto Minho

Pescadores de Caminha exigem suspensão da atividade e pedem apoios

Covid-19

em

Foto: Ilustrativa / DR

O presidente da Associação de Pescadores do Rio Minho e do Mar (APPRMM) defendeu hoje que o Governo deve “decretar” o “fim da pesca local”, por ser um veículo de transmissão da covid-19, e definir medidas “compensatórias”.

“O Governo deve parar a pequena pesca que, neste altura, é um veículo de transmissão da doença. Para sobreviverem, os pescadores são obrigados a ir contra a lei, a pôr em risco a sua saúde e a de quem lhes compra o pescado. Não têm locais para a venda do pescado que capturam e, por isso, passaram a vender o peixe porta a porta, em contacto direto com as pessoas em locais, sem o mínimo controlo sanitário”, alertou Augusto Porto.

O presidente daquela associação, com sede em Caminha, no distrito de Viana do Castelo, adiantou que a paragem da pequena pesca implicará a tomada de medidas “compensatórias” que sejam ajustadas às necessidades destas comunidades piscatórias.

“As medidas que têm sido anunciadas são para as grandes empresas, mas na pesca local estamos a falar de empresas familiares. Os apoios que têm sido disponibilizados como, por exemplo, o `lay-off´ ou empréstimos bancários não se adequam à realidade destas pequenas empresas”, referiu Augusto Porto.

Augusto Porto disse adianta “discordar da possibilidade que está ser equacionada pelo Ministério do Mar de determinar a paralisação da pesca entre 22:00 de sexta-feira e as 22:00 de domingo, até 31 de maio”.

“Se for para a frente, esta medida ainda vai criar mais dificuldades à pequena pesca porque é durante o fim de semana que as comunidades locais de pesca vendem mais peixe. É a sobrevivência de centenas de famílias que está em causa. São milhares de embarcações em Portugal que ficam completamente desprotegidas e à deriva”, sustentou.

Augusto Porto explicou que se aquela medida se vier a concretizar, face ao “encerramento de praticamente todos os canais de venda, irá assistir-se à extinção de toda a frota local de embarcações com motores fora de bordo, que é representativa de grande parte da frota do país”.

“No atual estado de emergência, as pessoas encontrando-se em isolamento em casa ou nos seus postos de trabalho, só se dirigem para compras do nosso peixe que é vendido em locais específicos em mão, aos fins de semana. E mesmo assim as atuais vendas são muito diminutas, sendo que a maioria das embarcações já se encontram paradas ou com avultadas dívidas. É evidente, que se não for tomada nenhuma medida, há um sério risco destes profissionais começarem a fazer vendas avulso, sem qualquer controlo sanitário, potenciando o risco de contaminação pelo covid-19”, acrescentou.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 600 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 28.000.

Dos casos de infeção, pelo menos 129.100 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 100 mortes, mais 24 do que na véspera (+31,5%), e registaram-se 5.170 casos de infeções confirmadas, mais 902 casos em relação a sexta-feira (+21,1%).

Dos infetados, 418 estão internados, 89 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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Braga

Já pode descobrir os jardins históricos de Braga sem sair de casa

em

“À Descoberta de Braga” é uma iniciativa online sobre os jardins históricos da cidade de Braga, direcionada a todos os que estão em casa.

Este roteiro mostra alguns dos espaços mais emblemáticos da vertente cultural, ambiental e histórica dos jardins da cidade.

Para utilizar, pode aceder ao site da iniciativa através do telemóvel, tablet ou computador.

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