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Famalicão

Vem aí o Laurus Nobilis Music, o festival rock de Famalicão

Ao todo são mais 30 bandas distribuídas por 3 palcos, dois deles gratuitos

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Foto: DR

Quatro dias, três palcos (dois deles gratuitos) e mais de três dezenas de bandas. São estes os números da quarta edição do Festival Laurus Nobilis Music, que regressa a Louro, Vila Nova de Famalicão de 25 a 28 de julho com um cartaz “da pesada” recheado de muito e bom Heavy Metal e Rock Alternativo.

Os alemães Contradiction e Crematory, os italianos Fleshgod Apocalipse, os suíços Samael, os portugueses Peste e Sida e os suecos Hypocrisy, Soilwork e Entombed A.D. são alguns dos nomes que vão passar pelo palco do Laurus Nobilis, cujo recinto terá praça de restauração, espaço de merchandising, campismo/caravanismo e um espaço para atividades lúdicas com vários artistas e associações locais.

Sobre a edição deste ano do festival, a organização garante que o Laurus Nobilis continuará a ser “uma grande festa e uma digna homenagem à Música, quer na sua vertente profissional, quer como montra para projetos artísticos emergentes, sobretudo de teor amador”.

Ao todo são mais 30 bandas distribuídas por 3 palcos – o palco principal de entrada com bilheteira (Palco Porminho) e dois de entrada gratuita (Palco Estrella Galicia e o Palco CEVE “Faz a Tua Cena”).

A 200 metros do palco principal os festivaleiros vão encontrar a zona de campismo/caravanismo. Este espaço, que abre portas já hoje, é gratuito, tem capacidade para 1000 tendas e está equipado com os indispensáveis WC, chuveiros, um pequeno mercado e uma tenda de apoio com pequenos-almoços e lanches.

Os bilhetes diários – com exceção para dia 25 (gratuito) – têm o custo de 30 euros, sendo que o passe geral para os quatro dias custa 60 euros. A organização colocou ainda à venda um Bilhete VIP, com venda exclusiva em www.laurusnobilis.pt, com acesso a estacionamento em parque privado e à zona de autógrafos e backstage, entre outras condições.

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais, entre eles a Bilheteira Online, em www.bol.pt/musica_festivais, e a loja online do Laurus, em www.laurusnobilis.pt.

Recorde-se que o Laurus Nobilis Music é promovido desde 2016 pela Associação Ecos Culturais do Louro, com o apoio da Câmara Municipal de Famalicão.

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Ave

Empresa de equipamentos doou 10 mil luvas e 3 mil máscaras aos Bombeiros Famalicenses

Covid-19

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Foto: Divulgação

A empresa de equipamentos de proteção Raclac, com sede em Famalicão, entregou hoje mais de 13 mil peças aos Bombeiros Voluntários Famalicenses (BVF), em forma de donativo, anunciaram os bombeiros ao início da noite deste sábado.

Na sequência de um apelo deixado pela corporação famalicense durante o dia de hoje nas redes sociais, a empresa sediada na freguesia de Cruz decidiu doar dez mil máscaras, três mil luvas, 200 batas e 200 toucas aos soldados da paz.

De acordo com fonte dos BVF, este material irá “munir” os “voluntários com uma maior “capacidade de resposta em segurança” para enfrentar a pandemia de Covid-19.

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Ave

Empresa de Famalicão doa um milhão de luvas aos hospitais

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

A empresa famalicense Raclac, especialista no fabrico de produtos de produção individual, anunciou hoje a doação de um milhão de luvas aos hospitais onde existam centros de internamento para doentes Covid-19 positivos.

Através da sua página na rede social Facebook, a empresa sediada em Cruz, anunciou a entrega, não especificando data ou os moldes em que o pretende fazer.

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Ave

Indústrias em Famalicão aumentam venda de carne fresca face à pandemia

Covid-19

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Foto: Divulgação

A venda de carne fresca, principalmente de aves, aumentou entre 30 a 50% na primeira semana de estado de emergência nacional devido à pandemia covid-19, mas baixou na mesma proporção esta semana, disseram hoje alguns empresários do setor, do concelho de Famalicão.

Na Carnes Landeiro, empresa criada em 1977 no lugar de Landeiro, em Nine, e que produz charcutaria tradicional, cozidos, fumados e carnes verdes selecionadas, as vendas de carne bovina e suína também aumentaram na semana em que Portugal ficou em estado de emergência devido à pandemia.

Em declarações à Lusa, Hugo Carvalho, administrador da Carnes Landeiro, confirma que registou um aumento de vendas na ordem dos 30%.

“Na semana passada houve uma correria às carnes frescas”, mas, por outro lado, esta semana as vendas diminuíram na mesma proporção (30%)”, relatou.

As justificações dadas relacionam-se com o facto de as famílias se terem abastecido em demasia e/ou terem gasto mais dinheiro do que o costume e agora estão em poupança explicou Hugo Carvalho, que tem 150 funcionários a trabalhar atualmente na Landeiro.

Na empresa Porminho Alimentação, localizada em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, a produção de fumados derivados do porco está a “laborar a 100%, como normalmente”, disse à Lusa Paula Amaral, funcionária administrativa.

Com 200 funcionários a trabalhar por turnos, a Porminho continua a produzir fumados derivados de carne de porco, principalmente “fiambre, chouriço e salpicão” para as grandes superfícies portuguesas, revela a mesma fonte.

Já o administrador do grupo Primor, uma ‘holding’ de um conjunto de empresas do setor agroalimentar, desde a produção animal até à transformação e comercialização de charcutaria de suíno e aves localizada em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, indicou hoje à Lusa que a empresa continua a funcionar.

“Estamos a trabalhar arduamente para manter os nossos colaboradores (800), os parceiros de negócio e as comunidades onde operamos em segurança durante o surto de coronavírus”, disse Amândio Santos, referindo que as fábricas e instalações permanecem operacionais” e que “os 800 colaboradores, dos quais todos os que reúnem condições estão em teletrabalho, continuam diariamente a garantir a normalidade operacional das três unidades industriais”.

Questionado sobre se houve aumento de procura dos produtos que fabricam, Amândio Santos disse que ainda é “muito cedo para quantificar o impacto financeiro do surto” da covid-19, mas acrescenta que a “situação permanece dinâmica” por causa da “natureza de rápida evolução da crise do coronavírus”.

“Esta é uma situação de emergência e a nossa prioridade é continuar a fornecer sob condições difíceis. Estamos comprometidos em garantir a continuidade da produção e das entregas dos nossos alimentos para os consumidores em Portugal e para os países para onde exportamos. Para o conseguirmos, continuamos a trabalhar em estreita colaboração com os nossos parceiros da cadeia de fornecimentos, distribuição e retalho.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais 480 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 22.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, registaram-se 60 mortes, mais 17 do que na véspera (+39,5%), e 3.544 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que identificou 549 novos casos em relação a quarta-feira (+18,3%).

O país encontra-se em estado de emergência até às 23:59 de 02 de abril devido à pandemia.

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