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Guimarães

Veja as imagens da nova Ecovia de Guimarães, uma das mais “deslumbrantes” da região

O percurso dá a conhecer uma nova dimensão da encosta da Penha e é, segundo o autarca local, “deslumbrante do ponto de vista estético”.

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Fotos: Facebook de Vítor Oliveira

Foi inaugurada este sábado, 22 de setembro, Dia Europeu sem Carros, a 1.ª fase da Ecovia de Guimarães, numa cerimónia que decorreu na rotunda da Avenida D. João IV, e que contou com a presença do Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, do Presidente da Câmara, Domingos Bragança, e do Arcipreste de Guimarães e Vizela, Padre Constantino Sá, que abençoou a obra.

Ecovia de Guimarães. Foto: Facebook de Vítor Oliveira

Ecovia de Guimarães. Foto: Facebook de Vítor Oliveira

Ecovia de Guimarães. Foto: Facebook de Vítor Oliveira

Ecovia de Guimarães. Foto: Facebook de Vítor Oliveira

Ecovia de Guimarães. Foto: Facebook de Vítor Oliveira

Ecovia de Guimarães. Foto: Facebook de Vítor Oliveira

Ecovia de Guimarães. Foto: Facebook de Vítor Oliveira

Ecovia de Guimarães. Foto: Facebook de Vítor Oliveira

A nova ecovia vimaranense, que liga o Parque da Cidade à Cidade Desportiva, passa a contar com os dois primeiros quilómetros, entre o local onde foi inaugurada e a Academia de Ginástica, no Parque da Cidade.

Domingos Bragança, na sua intervenção, citado numa nota enviada a O MINHO, fez um apelo para que todos os cidadãos usufruam de “novas perspetivas da cidade”, só possíveis de experienciar durante o percurso deste novo troço da ecovia. O percurso dá a conhecer uma nova dimensão da encosta da Penha e é, segundo o autarca, “deslumbrante do ponto de vista estético”.

Depois da primeira fase, já há planos para, em 2019, construir o troço que vai ligar a Cidade Desportiva, na Veiga de Creixomil, a Pevidém, através do Caminho Real.

Mais tarde, segundo revelou o Presidente da Câmara, os objetivos de expansão passam por levar a ecovia a outros pontos do concelho, nomeadamente na linha ao longo do Rio Ave que se estende desde o Parque de Ardão, em Silvares, à extrema norte do território, bem como a extensão para sul do concelho.

“Podemos fazer tudo em conjunto, como é prova o trabalho das Brigadas Verdes, que aproveito para saudar”, disse.

Inauguração da 1.ª fase da Ecovia de Guimarães. Foto: Divulgação / CM Guimarães

A encerrar a cerimónia, o Secretário de Estado José Mendes disse estar feliz por estar em Guimarães, que considera a sua casa, e poder assistir ao percurso que ali está a ser trilhado.

“Não podemos perder a pedalada”, disse, citado na mesma nota, lembrando que em Portugal apenas 1% das viagens se efetuam de bicicleta, o que fica ainda longe dos 7% da média europeia.

Espera-se que até 2030 Portugal possa chegar a esses números, através do programa de apoio Portugal Ciclável 2030, que disporá de cerca de 300 milhões de euros. “É necessário investir na promoção do uso da ciclovia, principalmente nos mais novos”, acrescentou.

Em nota final, o Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente revelou estar convicto que “só um modelo bottom-up, que nasça da vontade dos cidadãos, é possível mudar o paradigma da mobilidade em Portugal. “Os atores fundamentais são os cidadãos”,

Após a cerimónia oficial, toda a comitiva e convidados percorreram os cerca de dois quilómetros de ligação até à Academia de Ginástica, uns a pé e outros de bicicleta.

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Guimarães

Deputado de Guimarães eleito pelo PSD assume problemas de alcoolismo

Pedro Rodrigues

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Foto: Twitter

O deputado Pedro Rodrigues, natural de Guimarães, assumiu esta quinta-feira, através das redes sociais, ter “um problema de alcoolismo”, de forma a evitar “ataques pessoais inaceitáveis” que, diz, tem vindo a ser alvo.

É que Pedro Rodrigues, contra alguma da corrente atual do partido, foi o primeiro subscritor de uma iniciativa de um grupo de deputados do PSD que pediu uma consulta popular (referendo) sobre a eutanásia, ao invés de ser aprovado apenas pelos deputados.

Eleito pelo círculo eleitoral de Lisboa, onde tem vivido nos últimos anos, o advogado de 40 anos e ex-líder da JSD nacional revela que, face ao problema de que é alvo, há quem “considere” que o mesmo não é capaz de defender “uma posição política de princípio”, a propósito dos projetos-lei sobre a despenalização da eutanásia, aprovados esta quinta-feira na Assembleia da República.

“Sim tenho um problema de alcoolismo. É um tema que apenas diz respeito à minha intimidade e à minha família. Tenho vivido esse tema com o firme apoio da minha mulher e da minha família. Decidi hoje assumi-lo porque além do sofrimento pessoal em que estou mergulhado tenho sofrido ataques pessoais inaceitáveis”, escreveu.

“A ideia de que não posso assumir uma posição política de princípio, porque alguém considera que não sou capaz é algo que me repugna profundamente. Não estarei hoje na Assembleia da República como devia. Peço desculpa aos que acreditam em mim. Mas não consigo fazê-lo… Estarei junto dos meus sempre… Mas jamais deixarei de lutar intransigentemente por aquilo em que acredito…”, vinca.

Pedro Rodrigues é licenciado e doutorando em Direito, desempenhando funções como advogado. Já havia sido eleito deputado à Assembleia da República na XI legislatura (2009) pelo círculo eleitoral de Braga.

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Guimarães

Funcionário da Câmara de Guimarães acusado de ‘desviar’ quase três mil litros de gasóleo

Peculato

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusou de peculato um funcionário da Câmara de Guimarães, por alegadamente se ter apropriado de pelo menos 2.815 litros de gasóleo e por uso de veículos automóveis do município em proveito próprio.

Em nota hoje publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que o arguido era assistente operacional e que com a sua conduta terá obtido uma vantagem patrimonial ilegítima superior a 3.070 euros.

Segundo o MP, o arguido recorreu a “vários expedientes” e chegou a usar viaturas do município ao fim de semana.

O suspeito está acusado de um crime de peculato, de um crime de peculato de uso e de um crime de falsificação.

O MP promoveu que seja condenado a pagar ao Estado o valor que terá “ganho” com a sua conduta, sem prejuízo do ressarcimento ao município em que venha eventualmente a ser condenado.

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Guimarães

Empresário de Guimarães dissipou 3,5 milhões em património para não pagar a credores

Insolvência dolosa

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público acusou de insolvência dolosa agravada o administrador de uma empresa de Guimarães que terá dissipado património num valor de quase 3,5 milhões de euros para assim evitar pagar aos credores, nomeadamente aos trabalhadores.

Em nota hoje publicada na sua página na internet, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que o Ministério Público (MP) considerou indiciado que, por sentença datada de 19 de junho de 2014, a sociedade anónima de que o arguido era administrador foi declarada insolvente.

Nesse processo, embora tenham sido apreendidos bens no valor de 383 mil euros, ficaram créditos por satisfazer, incluindo créditos laborais.

Só por conta dos créditos laborais devidos pela sociedade aos seus trabalhadores, o Fundo de Garantia Salarial pagou a quantia ilíquida global de 2,2 milhões de euros.

O MP considerou ainda indiciado que o arguido, de 2011 a 2014, introduziu na sociedade “um esquema de manipulação da faturação, diminuindo artificialmente o valor desta, para que parte das vendas não ficasse registada na contabilidade”.

Além disso, acrescenta o MP, o arguido retirou do património líquido da sociedade quantias monetárias.

No total, foi dissipado património da sociedade no valor de 3,49 milhões de euros.

O MP promoveu que o arguido seja condenado a pagar ao Estado este valor, correspondente à vantagem da atividade criminosa que desenvolveu.

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