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Vasco da Gama de Sá Pinto nos oitavos de final da Taça sul-americana

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Foto: DR / Arquivo

O Vasco da Gama, orientado pelo treinador português Ricardo Sá Pinto, qualificou-se na quarta-feira à noite para os oitavos de final da Taça sul-americana, ao empatar sem golos na visita ao Caracas.

Sá Pinto defendeu na capital venezuelana a vantagem da primeira mão, num jogo disputado na última semana no Rio de Janeiro e no qual garantiu a vantagem na eliminatória, com um golo de Tiago Reis, aos 88 minutos.

Na segunda mão, o técnico português mostrou que a estratégia era defender o resultado, apostando numa linha de cinco defesas, com três centrais, Miranda, Ricardo Graça e Leandro Castan.

O jogo acabou por ser favorável para os vascaínos, com o Caracas reduzido a dez jogadores, após o central Villanueva ser expulso aos 67 minutos, ao ver o segundo cartão amarelo.

Nos ‘oitavos’ da competição, o Vasco da Gama vai defrontar os argentinos do Defensa y Justicia, com o primeiro jogo fora e a segunda mão no Rio de Janeiro.

Ricardo Sá Pinto foi confirmado como treinador do Vasco da Gama em 14 de outubro, com o antigo internacional português a ter quatro jogos à frente da equipa, dois na Taça sul-americana e outros dois no ‘Brasileirão’, com uma derrota com o Corinthians, e um empate diante do Góias.

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Ganhar a Taça da Liga? “Temos hotel marcado até sábado”

Carlos Carvalhal

Imagem: SC Braga

Declarações à ‘flash interview’ da Sport TV após a vitória do SC Braga sobre o Benfica (2-1), na meia-final da Taça da Liga de futebol, disputada em Leiria:

– Carlos Carvalhal (treinador do SC Braga): “Queríamos muito ganhar este jogo. Em ano de centenário, queríamos muito dar esta prenda aos adeptos.

Sobre o jogo, foi difícil, com uma equipa das melhores do nosso contexto, com grande qualidade. Fizemos um grande jogo, chego com a sensação que ganhámos bem.

Na primeira parte, oportunidades de um lado e de outro, na segunda parte nunca perdemos o controlo por mais que cinco minutos, fizemos o segundo golo e podíamos ter marcão mais.

(Foi surpreendido pela posição de Weigl?) Pela inclusão de um terceiro médio, sim. Ficámos um pouco surpreendidos. Previmos que isto podia acontecer e falámos com os jogadores. Era fundamental a atuação do Fransérgio sem bola. Creio que foi por aí que equilibrámos o jogo e que tivemos a segurança para merecer ganhar.

O Paulinho vem de uma paragem. Disse-me que gostaria de estar pelo menos no banco, se necessário entraria, tinha muita vontade. Mesmo sem treinar, só treinou dois dias, e treinos de readaptação, entrou muito bem. Estamos satisfeitos com o comportamento não só dele como da equipa toda.

(Sobre a final) Vamos preparar-nos da melhor forma para sábado, com menos um dia de preparação. Não é desculpa, evidentemente gostaríamos de ter mais um dia, de três para quatro dias é completamente diferente.

Vamos dar tudo para tentar ganhar a Taça da Liga. Temos hotel marcado até sábado. Podíamos era ter de pegar em tudo e ir embora. Tínhamos a expectativa de conseguir ir à final, e vamos fazer tudo para vencer o Sporting no sábado”.

– Jorge Jesus (treinador do Benfica): “Na alma, vai que perdi um jogo em que acho que o Benfica podia ter ganhado.

O Benfica, durante 60 minutos, foi sempre a equipa com mais oportunidades, que mais remates fez, fez 16 remates, seis enquadrados, teve mais cantos… só não tivemos mais golos, que é o que conta.

Foi um jogo bem disputado, com uma linha defensiva completamente nova, mas os jogadores lançados fizeram o que puderam, sem tanto ritmo de jogo. Bateram-se bem, não foi por isso que não ganhámos. Fomos obrigados a mexer muito na equipa e o Braga aproveitou bem o que não foram bem oportunidades, foram dois cruzamentos, foi assim que o Braga fez os golos.

O Benfica teve oportunidades de golo que não fez. Depois de o Braga estar a ganhar, nos últimos 15 minutos, foi o pior período do Benfica.

Lançámos o Cervi como lateral esquerdo, com o Grimaldo e o Nuno Tavares de fora. Foi o que tínhamos de fazer, e a equipa esteve muito bem.

Na primeira parte, controlou completamente o jogo, ofensivamente foi muito perigosa. Em dois momentos, situações fáceis de controlar, foi quando não o conseguimos falhar. Os que não têm jogado tanto fizeram o que puderam. O Cervi fez um excelente jogo.

Já o tínhamos testado ali nos treinos. Com a covid-19 nunca sabemos o que vai acontecer no próximo jogo. Estivemos bem, fizeram o que puderam”.

– Vítor Tormena (autor do segundo golo do SC Braga): “É uma sensação de objetivo concluído, por agora. Sabíamos que o Benfica era muito forte, tínhamos de estar no nosso melhor e conseguimos.

(Sobre as ausências no Benfica) O Benfica é muito bom independentemente das peças. Sabíamos que seria um jogo muito difícil.

(Sobre a final com o Sporting) O que prometemos é que vamos suar ao máximo, defender este título, correr do início ao fim e jogar de igual para igual. É também uma equipa muito boa, mas vamos entrar para ganhar”.

– Pizzi (autor do golo do Benfica): “Acima de tudo, quero dar força a todos os jogadores e ‘staff’ que passam momentos complicados [devido à covid-19]. Não é uma fase fácil para ninguém. Todos no país temos de meter a mão na consciência. Temos de ter mais consciência do que estamos a fazer.

Obviamente, não foi o desfecho que queríamos. Entrámos bem no jogo, tivemos a infelicidade de sofrer, reagimos muito bem e acabámos por empatar antes do intervalo. No segundo tempo, desconcentrações em bolas paradas deram-lhes o 2-1. Ainda tivemos algumas oportunidades, mas não conseguimos [empatar].

Agora, é levantar a cabeça, mas estamos tristes.

(Sobre as infeções de covid-19) Não nos vamos agarrar a isso, no Benfica não há desculpas. A preparação não foi a mesma, a trabalhar em grupos separados, com bastante dificuldade. É uma situação difícil para todos, e no grupo de trabalho ainda mais, ficamos limitados. Não nos vamos agarrar a isso, há que dar os parabéns a toda a rapaziada, inclusive aos que não têm jogado, que deram boa conta do recado. Ainda há muito para ganhar”.

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Braga bate Benfica e está na final da Taça da Liga

Taça da Liga

Foto: SC Braga

O Braga venceu hoje o Benfica por 2-1, com dois golos de cabeça, e vai defender o título na Taça da Liga em futebol na final de sábado, frente ao Sporting, em Leiria.

O defesa central brasileiro Tormena marcou o golo da vitória bracarense, aos 59 minutos, depois de já ter estado em posição de finalização no tento inaugural, assinado pelo espanhol Abel Ruiz, aos 28.

O Benfica, com a defesa titular e alguns dos habituais suplentes infetados pelo novo coronavírus, empatou, perto do intervalo, aos 45, por Pizzi, na conversão de uma grande penalidade.

Sem os centrais Otamendi e Vertonghen, nem os laterais Gilberto e Grimaldo, mais Nuno Tavares, o Benfica apresentou-se com um setor defensivo ‘remendado’, começando com João Ferreira à direita, o ‘capitão’ Jardel e Todibo no centro e Cervi na esquerda.

Logo a começar, Todibo ‘assustou’ Helton Leite, que também substituiu na baliza Vlachodimos, enquanto o Sporting de Braga tentava acercar-se da área ‘encarnada’, aproveitando alguma intranquilidade inicial.

Pouco depois, aos três minutos, Darwin, que fez dupla ofensiva com Seferovic, visou a baliza bracarense, após arrancada de Cervi. Ambos voltariam a tentar a sorte, aos 23, novamente com passe do argentino e finalização do uruguaio, sem sucesso.

Na área oposta, Ricardo Esgaio serviu Abel Ruiz, o ponta de lança utilizado por Carlos Carvalhal na ausência de Paulinho, remetido ao banco e que falhou os últimos três jogos, devido a lesão, mas o espanhol teve um fraco disparo.

Viria a ser mais bem-sucedido aos 28 minutos, quando desviou de cabeça, de forma subtil, o cruzamento de Ricardo Horta, inaugurando o marcador, com Tormena também em posição favorável para finalizar.

Em desvantagem, Jorge Jesus entregou a Weigl a marcação a Abel Ruiz, juntando o alemão aos centrais Jardel e Todibo, permitindo que João Ferreira e, especialmente, Cervi se aventurassem mais nas alas.

O Benfica parecia ‘crescer’, com mais posse de bola, mas viria a ser Fransérgio, com um ‘mergulho’, novamente a passe de Ricardo Horta, a falhar o cabeceamento, por pouco.

Seguiu-se a pressão ‘encarnada’ que resultaria no empate, por Pizzi, aos 45 minutos, na conversão de uma grande penalidade, a castigar falta de David Carmo sobre Darwin, depois de ter estado perto do empate.

Primeiro, aos 42, o avançado uruguaio acertou no poste, com um remate à entrada da área, depois de uma simulação sobre Esgaio, e, logo depois, na sequência do canto, Seferovic, de cabeça, obrigou Matheus a defesa apertada.

A segunda parte começou da mesma forma, com o Benfica a ficar perto de marcar, com um remate de Pizzi para as mãos de Matheus, depois de um ‘slalom’ de Darwin sobre Tormena.

O defesa bracarense acabou por se tornar o ‘herói’ da partida, ao marcar de cabeça o golo da vitória dos ‘arsenalistas’, aos 59 minutos, solto da marcação de Todibo, a passe do inevitável Ricardo Horta, pouco depois de Fransérgio ter acertado na trave da baliza ‘encarnada’, na sequência de um livre de Sequeira.

O melhor que o Benfica conseguiu, na procura da sua oitava final, depois das sete conquistas anteriores, foi um ‘tiro’ de Everton, que tinha ‘saltado’ do banco de suplentes aos 70 minutos, defendido facilmente por Matheus, já perto do fim, aos 90+1, e um ‘ultimo suspiro’, com um cabeceamento de Jardel, por cima, depois de um canto de Cervi.

No sábado, também em Leiria, a partir das 19:45, SC Braga e Sporting vão lutar por um terceiro título na competição, e pelo estatuto criado pela Liga de clubes de ‘campeão de inverno’.

O SC Braga vai estar pela quarta vez na final, depois de ter vencido a prova em 2011/12 e 2019/20 e sido finalista em 2016/17.

Já o Sporting vai disputar o jogo decisivo pela quinta vez, depois das conquistas de 2017/18 e 2018/19.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.

SC Braga – Benfica, 2-1.

Ao intervalo: 1-1.

Marcadores:

1-0, Abel Ruiz, 28 minutos.

1-1, Pizzi, 45 (grande penalidade).

2-1, Tormena, 59.

Equipas:

– SC Braga: Matheus, Ricardo Esgaio, Tormena, David Carmo, Sequeira, Fransérgio, Castro (João Novais, 78), Al Musrati, Galeno (Iuri Medeiros, 90+2), Abel Ruiz (Paulinho, 78) e Ricardo Horta (Piazon, 83).

(Suplentes: Tiago Sá, Rolando, João Novais, Piazon, André Horta, Paulinho, Raul Silva, Iuri Medeiros e Schettine).

Treinador: Carlos Carvalhal.

– Benfica: Helton Leite, João Ferreira, Jardel, Todibo (Pedrinho, 70), Cervi, Weigl, Taarabt (Chiquinho, 76), Rafa (Ferri, 70), Pizzi (Gonçalo Ramos, 90+2), Seferovic (Everton, 70) e Darwin.

(Suplentes: Vlachodimos, Everton, Gabriel, Chiquinho, Samaris, Ferreyra, Pedrinho, Gonçalo Ramos e Ferro).

Treinador: Jorge Jesus.

Árbitro: Fábio Veríssimo (AF Leiria).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Castro (20), Sequeira (34), Todibo (38), Weigl (52), Ricardo Esgaio (66), Jardel (83) e Fransérgio (90+4). Cartão amarelo para o treinador do Sporting de Braga, Carlos Carvalhal (54).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

Notícia atualizada às 22h29 com mais informação.

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Rúben Lameiras falha próximo jogo do Vitória

I Liga

O extremo Rúben Lameiras está de fora da lista de 22 convocados hoje divulgada pelo Vitória SC para a receção de quinta-feira ao Nacional, referente à 12.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Reforço dos vimaranenses no mercado de inverno, o ala, de 26 anos, foi chamado pelo treinador João Henriques para os duelos com o Moreirense, da 13.ª ronda (1-1), e com o Farense, da 14.ª, adiado para 17 de fevereiro, mas não pode disputar o jogo em atraso com os madeirenses, porque, na data inicialmente agendada, 03 de janeiro, era ainda jogador do Famalicão.

Rúben Lameiras disputou a última partida ao serviço dos famalicenses nesse dia, na derrota perante o Tondela (1-0), a contar para a 12.ª jornada da I Liga, depois de ter realizado mais 39 jogos e marcado seis golos pelo emblema minhoto na época 2019/20 e na primeira metade da temporada em curso.

O extremo foi substituído na convocatória por Luís Esteves, médio, de 22 golos, que, na presente época, marcou quatro golos em nove jogos pelo Vitória B, da série B do Campeonato de Portugal, e se sentou no banco de suplentes da equipa principal frente ao Moreirense.

Os defesas Sílvio e Mascarenhas e os médios Mikel Agu, Joseph e Jacob Maddox continuam ausentes dos relvados, por lesão.

O encontro entre o Vitória, sexto classificado da I Liga portuguesa, com 20 pontos, e o Nacional, 14.º, com 13, está agendado para as 20:15 de quinta-feira, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, com arbitragem de Gustavo Correia, da Associação de Futebol do Porto.

Lista de 22 convocados

– Guarda-redes: Bruno Varela, Matous Trmal e Jhonatan.

– Defesas: Zié Ouattara, Sacko, Abdul Mumin, Jorge Fernandes, Suliman e Gideon Mensah.

– Médios: Wakaso, Pepelu, Miguel Luís, André André, Janvier, André Almeida e Luís Esteves.

– Avançados: Marcus Edwards, Rochinha, Ricardo Quaresma, Noah Holm, Bruno Duarte e Oscar Estupiñán.

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