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Futebol

“Vamos encontrar um Benfica pressionado”

24.ª jornada da I Liga

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Foto: Twitter / Arquivo

O defesa Sílvio, do Vitória de Setúbal, admitiu hoje que o Benfica vai entrar “pressionado” no encontro de sábado e confessou-se surpreendido com a queda dos ‘encarnados’ para o segundo lugar da I Liga portuguesa de futebol.

O lateral direito mostrou-se, no entanto, consciente de que o Vitória de Setúbal vai enfrentar uma equipa “com muita qualidade” e lembrou, na antevisão ao encontro da 24.ª jornada do campeonato, que o adversário “não pode perder pontos” na visita ao Estádio do Bonfim.

“Vamos encontrar um Benfica pressionado para conseguir os três pontos. Cabe-nos estar a 100 por cento para conseguirmos um bom resultado, porque não vamos ter facilidade nenhuma”, assumiu o defesa sadino, surpreendido com a perda de “uma vantagem confortável” por parte do adversário, que foi ultrapassado pelo FC Porto e que, agora, terá de “correr atrás do prejuízo”.

Por outro lado, Sílvio garantiu que a estratégia para ‘travar’ o Benfica é “a normal” e que o plantel tem “trabalhado bem” tendo em vista o desafio com uma “equipa muito forte” e que, como “qualquer grande, é sempre uma motivação extra” de defrontar.

O Vitória de Setúbal, 12.º classificado da I Liga, não vence para o campeonato há cinco jornadas consecutivas e recebe no sábado, às 18:00, o Benfica, que somou apenas um triunfo nos últimos quatro jogos e caiu para o segundo lugar após empatar com o Moreirense na ronda anterior.

O médio Éber Bessa, que cumpre castigo após completar uma série de cinco cartões amarelos, é a única ‘baixa’ dos setubalenses para a receção aos campeões nacionais.

Por sua vez, Artur Jorge e Hildeberto Pereira estão de regresso às opções do técnico Julio Velázquez, depois de cumprirem um jogo de castigo com o Portimonense, enquanto o avançado Alex Freitas já se treina sem quaisquer limitações.

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Desporto

Sindicato de jogadores diz que recurso ao ‘lay’-off’ é “escandaloso”

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF) apelidou hoje de “escandaloso” o recurso ao regime de ‘lay-off’ e considerou que os clubes profissionais devem comportar-se “de outra forma” perante os problemas financeiros causados pela pandemia de covid-19.

“É escandaloso que alguns clubes procurem recorrer aos apoios estatais desta forma, passando para a sociedade portuguesa a mensagem de que, em tempos de crise, não só não conseguem resolver os problemas que os afetam, como ainda vão exigir fundos que deveriam estar disponíveis, de forma imediata, para os portugueses e respetivos setores de atividade em risco de colapso”, referiu o SJPF, em comunicado.

O sindicato presidido por Joaquim Evangelista condenou o que considera ser “uma atitude egoísta, que lesa todos os portugueses”, tendo em conta que os próprios jogadores já “mostraram disponibilidade para uma negociação séria”.

O SJPF deixou críticas ao Belenenses SAD, que “no domingo à noite, interpelou os seus jogadores, dando-lhes conhecimento” de que iria avançar para o ‘lay-off’, invocando não a “quebra de receitas, mas o encerramento total ou parcial da empresa, furtando-se deste modo à prestação de contas”.

Desta forma, o sindicato de futebolistas pretende “convocar todas as entidades públicas e órgãos de governo do futebol, para a necessidade de pôr termo a uma atuação que lesa os jogadores, mas sobretudo os contribuintes e o país”.

“O futebol tem capacidade de dar resposta a este problema, o futebol profissional pode e deve comportar-se de outra forma. Felizmente, há muitos clubes que, nas mesmas circunstâncias, adotaram uma atitude diferente, partilhada e na justa medida. A esses fica o reconhecimento e a disponibilidade dos jogadores para ultrapassar esta crise”, conclui a nota emitida pelo SJPF.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 70 mil. Dos casos de infeção, mais de 240 mil são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 311 mortes, mais 16 do que na véspera (+5,4%), e 11.730 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 452 em relação a domingo (+4%).

Dos infetados, 1.099 estão internados, 270 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 140 doentes que já recuperaram.

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Futebol

Rochinha, do Vitória SC, considera necessárias duas semanas de ‘pré-época’

Covid-19

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Foto: DR

O jogador do Vitória SC, Rochinha, disse hoje que a equipa precisa de até duas semanas de trabalho no relvado para se aproximar da forma anterior à interrupção causada pela covid-19.

Apesar de se manter em contacto com os colegas de equipa por videoconferência, enquanto treina em casa, o extremo, de 24 anos, lembrou que “treinar no campo é completamente diferente”, razão pela qual o plantel treinado por Ivo Vieira terá de cumprir um processo semelhante ao de uma pré-época caso o campeonato regresse.

“Se calhar uma semana e uma semana e meia [de treino no relvado, sem competição] já nos ajuda a voltar à forma. Ao treinar em casa, vamos perdendo alguma da dinâmica da equipa. Mas, antes da interrupção, tivemos cerca de seis meses ou mais a treinar juntos. Em duas semanas, voltaríamos certamente ao normal”, afirmou, numa videoconferência promovida pelo clube minhoto.

Rochinha assumiu o desejo de ver o campeonato retomado, até pelo facto de o Vitória, atual sexto classificado, com 37 pontos, ambicionar a presença na Liga Europa, mas negou uma eventual vantagem dos minhotos face a outros clubes nesse regresso, por estarem a usufruir de um ‘período de descanso’ após uma época com 42 jogos cumpridos até agora.

“Não vamos tirar algum proveito disso comparativamente às outras equipas. Vão todos partir do mesmo [sítio]. Se o campeonato voltar, vamos ter de dar ao máximo para voltarmos à forma em que estávamos quando isto começou”, defendeu.

Autor de quatro golos em 32 partidas disputadas, o atacante foi titular em 13 dos 15 jogos realizados até ao final de setembro de 2019, mas perdeu espaço na equipa, tendo ficado de fora dos últimos quatro jogos em que os vitorianos participaram – pisou o relvado pela última vez em 08 de fevereiro, na goleada sobre o Famalicão (7-0).

Rochinha considerou que o afastamento da equipa se deveu mais à existência de alternativas para a posição “numa forma muito boa” – o Vitória conta ainda com Davidson, Marcus Edwards, Ola John e Ouattara para as alas – do que a uma eventual “quebra física”.

O jogador prometeu, contudo, “trabalhar todos os dias” para “voltar a ter o espaço” que já teve em Guimarães, caso sejam cumpridas as 10 jornadas da I Liga ainda em falta.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 68 mil e recuperaram mais de 238 mil.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que se encontra em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 17 de abril, já se registaram 311 mortes, mais 16 do que na véspera (+5,4%), e 11.730 casos confirmados de infeção, mais 452 face a domingo (+4%), segundo a atualização de hoje da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Desporto

AF Viana oferece material de proteção à ULSAM e à APPACDM

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Associação de Futebol (AF) de Viana do Castelo ofereceu material de proteção individual a duas instituições do concelho, foi hoje anunciado.

Em colaboração com a Federação Portuguesa de Futebol, foram oferecidas máscaras, luvas, toucas e cobre sapatos, que serão entregues à ULSAM – Unidade Local de Saúde do Alto Minho e à APPACDM Viana do Castelo – Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental.

E nota à imprensa, a direção da AFVC “espera que este material possa ser uma importante ajuda, e que seja assim uma contribuição para que estas duas instituições tenham os seus profissionais mais protegidos neste cenário de pandemia”.

“Continuamos a reforçar o pedido global, a todos os que podem, fiquem em casa e façam assim muito por todos aqueles que têm de sair, que têm de manter serviços e actividades essenciais para toda a comunidade”, acrescenta a mesma nota.

“Mostremos a nossa união, a nossa cidadania e respeitemos todos os que dão a vida diariamente por todos nós”, vinca a AF Viana.

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