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Valença vai ter lar residencial para cidadãos com deficiência mental

APPACDM

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Foto: Divulgação / CM Valença

Valença vai ceder edifício para lar residencial, para os cidadãos com deficiência mental, utentes da APPACDM.


O Bloco C da zona escolar da cidade de Valença vai ganhar nova vida, através desta cedência do Município à APPACDM para instalação de um lar residencial para cidadãos com deficiência mental, foi hoje anunciado.

Numa nota de imprensa, a autarquia dá conta da obra de remodelação do complexo escolar da EB 2,3 e S de Valença, que já se encontra em curso.

“A autarquia ficou com a possibilidade de ceder o Bloco C a esta instituição e ajudar a concretizar o sonho de o concelho ter um lar residencial para a APPACDM”, refere a mesma nota.

“Esperamos que este equipamento social possa ser uma realidade em breve. É um orgulho para Valença poder contribuir para a integração do Cidadão com Deficiência Mental, zelar pelo respeito dos seus princípios de Normalização, Personalização, Individualização e Bem-estar. Valença terá de ser sempre um sitio melhor, feito por todos e para todos”, disse o presidente da Câmara.

Reforçar Serviços da APPACDM Valença

Resposta 24 horas por dia, 365 dias por ano, é o objetivo da APPACDM Valença para os seus utentes, a breve prazo e “o Município deu o primeiro passo cedendo este edifício para esta instituição poder apresentar uma candidatura”, refere a nota.

Com o novo lar residencial a APPACDM passará a disponibilizar um espaço com residência permanente todos os dias do ano.

Atualmente esta estrutura consegue assegurar residência durante a semana, a oito utentes. Com a nova residência será reforçada a oferta de alojamento até 20 utentes.

Uma residência própria e fixa é um desejo antigo desta estrutura da APPACDM de Valença que tem recorrido, nos últimos anos, ao aluguer de residências na cidade.

Para além da cedência das instalações na avenida 25 de abril a autarquia ajuda, também, financeiramente nas aulas de equitação, na mobilidade com o projeto Vida Ativa e utilização gratuita da Piscina Municipal, bem como com apoios logísticos ao funcionamento diário.

“Através de uma campanha lançada junto da comunidade portuguesa radicada nos Estados Unidos da América a autarquia conseguiu reunir grande parte da verba para que este estabelecimento tivesse, também, uma sala snozen”, finaliza a nota.

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Viana do Castelo

Viatura cai à água junto à zona portuária de Viana do Castelo

No rio Lima

Foto: Divulgação / AMN

Uma viatura destravada e sem ocupantes caiu esta quinta-feira à agua do rio Lima, na zona portuária de Viana do Castelo.

O alerta foi dado cerca das 16:00 horas para a queda junto à rampa nas proximidades do edifício do comando local da Polícia Marítima.

Na sequência do incidente, tripulantes da Estação Salva-vidas entraram dentro de água para prestar auxílio, evitando, com a colaboração de uma embarcação de pesca, que a viatura continuasse a submergir.

De acordo com fonte da Autoridade Marítima Nacional (AMN), o alerta foi recebido “através de um popular que se apercebeu da ocorrência”.

Fonte: AMN

Fonte: AMN

Fonte: AMN

“Alertou de imediato os elementos desta estação, que se deslocaram para o local e entraram dentro de água para verificar se se encontrava alguém dentro da viatura”, refere nota da AMN.

“Os elementos da Estação Salva-vidas constataram que não havia nenhuma pessoa dentro do carro, tendo passado um cabo de reboque na parte de trás da viatura e, com a colaboração de uma embarcação pesca, impedido que esta continuasse a submergir”, continua o documento.

Foi depois retirado o carro da água, rebocando-o com recurso a uma viatura.

A Polícia Marítima registou a ocorrência.

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Viana do Castelo

Politécnico de Viana do Castelo renova “Carta Erasmus” até 2027

A Carta Erasmus constitui um selo de garantia de qualidade para cooperação europeia e internacional no ensino superior

Foto: IPVC / Arquivo

A candidatura apresentada pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) à Comissão Europeia para renovação da Carta Erasmus para o Ensino Superior (Erasmus Charter for Higher Education, ECHE), foi aprovada até 2027, anunciou hoje a instituição educativa.

Em comunicado, o IPVC afirma que esta renovação “evidencia a aposta (…) na internacionalização e reconhece mérito ao plano de ação proposto para a implementação do Programa Erasmus+ no período 2021-2027”.

“De referir que a Carta Erasmus evidencia os princípios fundamentais a respeitar no âmbito deste programa europeu sendo um dos pré-requisitos para que as instituições de ensino superior possam efetuar candidaturas a projetos de mobilidade ou cooperação nas diversas ações do Erasmus mais”, realça a instituição.

A experiência de mobilidade internacional pode ser escolhida entre as 156 instituições parceiras do programa Erasmus + e 20 instituições parceiras ao nível da mobilidade internacional creditada.

O politécnico dinamiza ainda mais de uma dezena de projetos nas diversas sub ações do projeto Erasmus mais, refere o IPVC.

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Viana do Castelo

Homem condenado por matar outro a tiro em Viana do Castelo recorre da sentença

Crime

Foto: DR

O homem que o Tribunal de Viana do Castelo condenou a 12 anos de prisão por ter matado outro a tiro naquela cidade, em 2013, recorreu da sentença, disse hoje fonte do gabinete do advogado Aníbal Pinto.

A mesma fonte, hoje contactada pela agência Lusa, adiantou que o recurso deu entrada no Tribunal da Relação de Guimarães, fundamentado no facto de o arguido ter agido em legítima defesa.

Em outubro, no início do julgamento, Aníbal Pinto disse que o seu constituinte “lamenta a morte, mas que agiu em clara e legítima de defesa” e que “o que fez foi para repelir agressões, defendendo a sua integridade física e a sua vida”, bem como a “da mulher e do filho”.

Já o tribunal rejeitou a tese de legítima defesa invocada pelo advogado do arguido, por considerar ter ficado provado que o arguido, “antevendo eventuais agressões”, após o esfaqueamento de um dos irmãos, “preparou-se com uma arma de fogo” para a chegada do irmão que viria a morrer e de outros familiares à sua residência.

“Já ia munido de uma arma de fogo quando se deslocou para a alameda onde ocorreram os factos”, sublinhou.

A magistrada destacou que durante o julgamento o arguido remeteu-se ao silêncio sobre onde teria arranjado a arma, que nunca foi encontrada.

O homem que chegou a tribunal acusado de homicídio qualificado foi condenado por homicídio simples, por não ter sido encontrada a arma do crime.

Durante a leitura do acórdão, a juiz presidente do coletivo adiantou que o arguido, que se encontra em prisão preventiva após sete anos em fuga, foi absolvido de outros dois crimes, um de ofensa à integridade física qualificada e o outro de detenção de arma proibida.

A magistrada explicou não ter sido suficiente para a condenação daqueles dois crimes “a prova documental e testemunhal” produzida durante o julgamento, que teve início em outubro.

O coletivo que julgou o caso decidiu ainda condenar o homem a pagar uma indemnização à mãe da vítima mortal no valor total de 141 mil euros.

Os factos remontam a 15 de janeiro de 2013, em Viana do Castelo, e vitimaram dois irmãos.

Segundo a acusação do Ministério Público, “o primeiro foi atingido por golpes de arma branca e o segundo foi atingido mortalmente com um tiro de uma espingarda caçadeira, quando, acompanhados por outros familiares, procuravam o arguido, junto da respetiva residência.

Na sequência dos factos, e ainda nessa noite, o homem hoje condenado a 12 anos de cadeira, “colocou-se em fuga, ausentando-se para o estrangeiro onde tinha familiares emigrados”.

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