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Alto Minho

Valença investe mais de 600 mil euros em ciclovia urbana com quase 3 quilómetros

Tem como “grande objetivo oferecer uma rede atrativa e segura de mobilidade urbana que incentive o uso de meios de transporte mais saudáveis e amigos do ambiente”

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Valença vai investir 636 mil euros na criação de uma ciclovia urbana, com quase três quilómetros de extensão, cuja construção avançará em 2019 e tem um prazo de execução de um ano.

A autarquia adiantou, em comunicado, que o novo percurso (2.800 metros) ligará as Portas do Sol, na Fortaleza de Valença, ao centro coordenador de transportes, à estação dos caminhos de ferro, ao Centro de Interpretação da Ecopista do Rio Minho e à Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE).

A obra, financiada pelo programa Norte 2020, integra o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável de Valença e “pretende criar um corredor ciclável ligando o centro histórico, com a área central da cidade e os principais pontos de fluxo de mobilidade da cidade”.

A criação da ciclovia incluirá a “requalificação completa” da avenida dos Combatentes da Grande Guerra e prevê a instalação de iluminação, de um piso mais confortável, um melhor enquadramento urbanístico e nova arborização.

O projeto prevê ainda, na Ponte Seca, “a construção de uma nova ponte pedonal e ciclável, com estrutura metálica, junto à ponte atual”, intervenção que “resolverá um problema antigo da ligação da cidade à parte norte da ecopista do rio Minho”.

Segundo a Câmara de Valença, a criação daquela ciclovia urbana “tem como grande objetivo oferecer uma rede atrativa e segura de mobilidade urbana que incentive o uso de meios de transporte mais saudáveis e amigos do ambiente”.

O primeiro troço da ecopista do rio Minho entre Valença e Monção foi inaugurado em 2004 e tem, atualmente, uma extensão superior a 20 quilómetros entre os centros históricos dos dois municípios vizinhos.

Em 2009, aquele troço da ecopista do rio Minho foi classificado como o quarto melhor da Europa.

Em 2017, o percurso total, de cerca de 46 quilómetros, entre Seixas, no concelho de Caminha, e Monção, recebeu o título de terceira melhor Via Verde da Europa.

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Viana do Castelo

Colisão com dois feridos graves corta estrada Barcelos-Viana

Acidente

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Foto: DR

Uma colisão rodoviária provocou o corte total da EN 103, entre Alvarães e São Romão do Neiva, concelho de Viana do Castelo.

Há registo de dois homens com ferimentos graves, com idades compreendidas entre os 66 e os 70 anos.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Viana, a Cruz Vermelha de Neiva, a VMER de Barcelos e a GNR.

O alerta foi dado cerca das 17:30.

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Alto Minho

‘Freestyle’ de concertinas regressa a Arcos de Valdevez (com máscaras e distanciamento)

Tradição minhota

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Foto: Arcos de Valdevez (página de Facebook)

É uma particularidade de domingo no centro de Arcos de Valdevez. As rodas de improviso com concertinas e castanholas a puxar a um pé de dança ao som de modas minhotas estiveram interrompidas durante mais de dois meses face à pandemia de covid-19. Mas hoje regressaram. E sem aviso.

No centro daquela vila, vários tocadores, munidos de máscara e assegurando a distância de segurança recomendada pelas autoridades de saúde, replicaram músicas do coração do Minho, atraindo novamente alguns populares.

No período áureo, durante o verão e com emigrantes, chegam a juntar-se mais de 200 pessoas a cantar, dançar e, claro, a tocar. A moda acabou por ser interrompida pelo surto de covid-19, mas parece agora regressar, ainda de forma tímida, mas com vários participantes.

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Viana do Castelo

IPMA alerta banhistas para perigo de toxicidade dos bivalves em Viana

Ameijoa-relógio, mexilhão, lapa e ameijoa branca

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Foto: Ilustrativa / DR

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) lançou um aviso para a zona litoral de Viana do Castelo face ao perigo de toxicidade de bivalves e outros moluscos que habitualmente se encontram nas praias.

Segundo aquele instituto, que atualizou o mapa de interdição de apanha e comercialização de “moluscos bivalves, equinodermes, tunicados e gastrópodes marinhos vivos”, está proibida a apanha deste género alimentar, tanto para profissionais como para os banhistas.

Em toda a costa de Viana do Castelo está interdita a apanha de ameijoa-relógio, mexilhão, lapa e ameijoa branca, “por conterem toxinas que provocam intoxicação paralisante”, sendo apenas permitida a apanha de ouriço-do-mar.

Ameijoa Branca

Lapa

De acordo com o IPMA, estes bivalves “podem conter toxinas que provocam intoxicação amnésica, intoxicação diarreica ou intoxicação paralisante”.

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