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Valença

Valença ganha novo cais no Rio Minho

Recuperação da antiga pesqueira de Frades

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Foto: CM Valença

Um novo ancoradouro foi construido em Ganfei, na Pesqueira dos Frades. A obra abrangeu, também, a recuperação da antiga Pesqueira dos Frades e a beneficiação da rampa de acesso para embarcações. Um investimento de 89 mil euros na dinamização deste espaço, em Ganfei.


A obra foi desenvolvida pela Câmara Municipal de Valença e contou com um financiamento de 75%, assegurado pelo programa europeu POCTEP, através do projeto Visit Rio Minho.

O novo ancoradouro tem uma estrutura flutuante destinada à amarração e acostagem das embarcações.

A rampa para embarcações foi beneficiada, de modo a garantir o acesso, em segurança e comodidade, ao rio Minho.

A antiga pesqueira dos Frades recuperou a imponência e a dignidade original como ponto privilegiado de pesca.

Estas eram pretensões antigas da população ribeirinha e dos muitos pescadores da região.

Estas obras inseriram-se no projeto municipal de aproximação do concelho ao rio, protegendo, valorizando e potenciando este recurso natural que atravessa Valença de norte a sul, numa extensão de 22 Kms.

O novo ancoradouro pretende potenciar as atividades náuticas já praticadas na zona como o remo, a canoagem, o ski aquático e o jet ski.

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Alto Minho

Cultivava canábis numa moradia em Valença e foi detido

Tráfico de droga

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Foto: GNR

Um homem de 52 anos foi detido, na terça-feira, em Valença, por tráfico de droga, anunciou hoje a GNR.

A detenção foi efetuada pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Valença, na sequência uma denúncia sobre o cultivo de plantas de canábis localizadas numa moradia.

Em comunicado, a GNR explica que os militares “apuraram que havia uma plantação dissimulada no terreno exterior da propriedade”.

Foram apreendidas cinco plantas de canábis que, após secagem e transformação, corresponderiam a mais de 3.300 doses de droga.

O proprietário do terreno foi constituído arguido e os factos remetidos para o Tribunal Judicial de Valença.

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Alto Minho

BE questiona Governo sobre plantação de árvores em muralha de Valença

Política

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Foto: DR / Arquivo

O Bloco de Esquerda questionou o Ministério da Cultura sobre a plantação de árvores no pano da muralha da fortaleza de Valença feita ao abrigo de um projeto de requalificação do centro histórico da cidade, foi hoje divulgado.

Numa pergunta dirigida à ministra Graça Fonseca, os deputados Alexandra Vieira, Beatriz Gomes Dias e Jorge Costa referem que “moradores e especialistas têm vindo a público denunciar o perigo que representa a plantação de pereiras bravas em cima da muralha”, numa zona designada por adarve da Gaviarra.

“[O perigo é] por duas razões. Uma é que os panos de muralha não têm árvores, nem nunca tiveram, precisamente para garantir a sustentação da muralha que não é maciça. A outra razão é estrutural e tem a ver com as raízes e o porte das árvores. As raízes infiltram-se e causam danos na muralha. O peso do porte das árvores também tem esse efeito negativo”, aponta o documento enviado, na semana passada, ao Ministério da Cultura.

O Bloco de Esquerda acrescenta que, “além destas ameaças, há ainda o “perigo de derrocada que representam árvores de grande porte como é o caso das pereiras bravas”, plantadas na muralha, e que “atingem a altura de 13 metros e as suas raízes são de rápido crescimento”.

“Perante estas evidências, e sensível às questões levantadas, o gabinete de arquitetura coordenado por Eduardo Souto de Moura já mostrou disponibilidade para alterar o projeto. A própria Direção-Geral do Património Cultural também levantou questões quanto à plantação de árvores naquele local, tendo já instado a Câmara de Valença a remover as árvores, há pelo menos um ano. Como se trata de um monumento nacional classificado, se a Câmara de Valença mantiver esta posição, incorre em crime contra o património”, reforçam os deputados do Bloco de Esquerda.

O BE quer saber se o Governo, liderado pelo socialista António Costa, está a acompanhar a situação e o que vai fazer para salvaguardar a fortaleza de Valença, monumento nacional e candidatado a Património da Humanidade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO, em inglês).

Não há “qualquer perigo”, diz presidente da Câmara

Em declarações à Rádio Vale do Minho, o presidente da Câmara de Valença diz que não há “qualquer perigo”. “Antes das pereiras bravas, existiam lá dois carvalhos de grande porte e nunca puseram a muralha em perigo”, recordou Manuel Lopes.

“As pereiras bravas que estão plantadas fazem parte de um projeto que esteve em discussão pública durante um mês e ninguém levantou esse problema. Só o levantaram agora, depois delas estarem plantadas. As pereiras só crescem se as deixarmos crescer. Aquilo são árvores ornamentais e não de grande porte”, sublinhou.

Manuel Lopes acredita que o problema pode não estar propriamente nas pereiras bravas. “Tenho a impressão de que uma pessoa que tem por ali uma vivenda estará preocupada com as vistas que tem sobre Tui. As pereiras não tiram qualquer vista”, assegurou o autarca.

O monumento assume particular importância pela dimensão, com uma extensão de muralha de 5,5 quilómetros, e pela história, tendo sido, ao longo dos seus cerca de 700 anos, a terceira mais importante de Portugal.

A fortaleza desempenhou um papel preponderante na defesa dos ataques de Espanha e chegou a receber cerca de 3.500 homens, em dois regimentos do Exército. A presença militar só terminou em 1927, com a saída do último batalhão do Exército.

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Alto Minho

Três anos de cadeia para homem que agredia mulher há quase 40 anos em Valença

Violência doméstica

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Foto: DR / Arquivo

Um homem de 60 anos que, há quase 40 anos, exercia violência doméstica sobre a esposa, em Valença, foi condenado a três anos e dois meses de prisão efetiva.

O suspeito foi detido pela GNR na terça-feira, no âmbito de uma investigação relacionada com violência doméstica, a decorrer no Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE).

Em comunicado, a GNR refere que “a vítima, de 62 anos, foi violentamente agredida ao longo de quase 40 anos, tendo por diversas vezes sido hospitalizada em estado grave”.

“Os problemas de alcoolismo do suspeito, e a situação de extrema pobreza em que o casal vivia, coabitavam com o cenário de agressões sucessivas sobre a vítima, muitas vezes privada do dinheiro e obrigada a passar fome”, acrescenta aquela força militar.

Até novembro de 2019 a vítima sempre defendeu o agressor, dizendo que “as causas das lesões que aparentava eram motivadas por quedas”.

“Nessa data foi condenado à medida de coação de afastamento da vítima mas esta acabou por retomar a relação”, relata a GNR, mas “foi agora condenado a pena efetiva de prisão de três anos e dois meses, ficando a aguardar o início de cumprimento da pena em prisão preventiva”.

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