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Valença

Valença ganha novo cais no Rio Minho

Recuperação da antiga pesqueira de Frades

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Foto: CM Valença

Um novo ancoradouro foi construido em Ganfei, na Pesqueira dos Frades. A obra abrangeu, também, a recuperação da antiga Pesqueira dos Frades e a beneficiação da rampa de acesso para embarcações. Um investimento de 89 mil euros na dinamização deste espaço, em Ganfei.

A obra foi desenvolvida pela Câmara Municipal de Valença e contou com um financiamento de 75%, assegurado pelo programa europeu POCTEP, através do projeto Visit Rio Minho.

O novo ancoradouro tem uma estrutura flutuante destinada à amarração e acostagem das embarcações.

A rampa para embarcações foi beneficiada, de modo a garantir o acesso, em segurança e comodidade, ao rio Minho.

A antiga pesqueira dos Frades recuperou a imponência e a dignidade original como ponto privilegiado de pesca.

Estas eram pretensões antigas da população ribeirinha e dos muitos pescadores da região.

Estas obras inseriram-se no projeto municipal de aproximação do concelho ao rio, protegendo, valorizando e potenciando este recurso natural que atravessa Valença de norte a sul, numa extensão de 22 Kms.

O novo ancoradouro pretende potenciar as atividades náuticas já praticadas na zona como o remo, a canoagem, o ski aquático e o jet ski.

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Valença

Tui quer criar com Valença 1ª área metropolitana da Galiza e Norte de Portugal

“Independente e não subordinada a ninguém mais”

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Foto: DR

O presidente da Câmara de Tui, Galiza defendeu hoje a criação de uma área metropolitana internacional, com Valença, reivindicando para a atual eurocidade, formada pelas duas localidades vizinhas, o “papel de epicentro” da eurorregião luso-galaica.

“Temos que construir uma área metropolitana Valença e Tui, independente e não subordinada a ninguém mais”, afirmou Carlos Vázquez Padín, em Valença, durante a sessão de apresentação anuário da eurorregião Norte de Portugal-Galiza 2018.

No final da sessão, questionado pela agência Lusa, o autarca explicou ser “apologista da criação de um Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT), próprio, para Valença e Tui de forma a aprofundar a cooperar em áreas, atualmente, de gestão política e administrativa”.

Carlos Vázquez Padín que “seria importante” para atual eurocidade formada em 2012 pelas duas cidades e composta por cerca de 30 mil habitantes, “ter um AECT próprio para podermos gerir áreas em comum, como o turismo, a cultura, o desporto, os transportes, entre outras”.

“É uma discussão que estamos a fazer em conjunto. Há dificuldades, prós e contras”, disse.

Adiantou que as duas cidades vizinhas devem trabalhar com essa “mentalidade”, independentemente da designação que venha a ter a estrutura,

“Podemos ou não chamá-la de Área Metropolitana. Devemos é ter humildade, mas ambição para competir e atrair mais investimento, população e turistas”, reforçou.

Já o presidente da Câmara de Valença, Jorge Mendes, sublinhou que a pretensão do colega de Tui passa “dar uma certa autonomia à eurocidade para que as duas cidades possam ter políticas comuns”.

“Da nossa parte nós temos toda a autonomia para o fazer. Compreendo o repto do meu colega porque, do lado de lá, os municípios não têm essa autonomia. Precisam de fazer pactos com as deputações e com a Junta da Galiza. A execução das políticas dos municípios galegos depende, financeiramente, de orçamentos que são da deputação, e da Junta da Galiza”, afirmou.

Quanto à criação de um AECT Valença – Tui, Jorge Mendes disse tratar-se de “um sonho que todas as eurocidades existentes entre municípios portugueses e galegos acalentam há muito tempo, mas que precisa do apoio da União Europeia e dos Governos de Portugal e Espanha”, sendo que na eurorregião já existem dois, o AECT Galiza – Norte de Portugal e o Rio Minho.

A oitava edição do anuário da eurorregião Norte de Portugal – Galiza, relativo a 2018, hoje apresentado na Câmara de Valença, reúne relatórios, comunicações de responsáveis políticos, agentes sociais, jornalistas e instituições que operam na eurorregião Galiza – Norte de Portugal.

Lançado pelo AECT Galiza – Norte de Portugal, em parceria com a Junta de Galiza e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), a publicação conta com uma tiragem de 500 exemplares, de distribuição gratuita, reunindo contactos das principais instituições das duas regiões, além da caracterização socioeconómica através de textos de jornalistas portugueses e galegos.

Na sessão de apresentação do anuário, o vice-presidente da Junta da Galiza, Alfonso Rueda, disse que a eurocidade Tui – Valença “tem ainda muitos passos pela frente para se consolidar” e manifestou a esperança que a Europa, apesar das eleições europeias de maio, continue a apostar na cooperação transfronteiriça

“Construir a Europa e construir é construir zonas transfronteiriças. Espero que esse seja um objetivo claro em toda a fronteira entre Portugal e Espanha, em particular, no Norte de Portugal e Galiza”, disse.

O vice-presidente da Junta da Galiza reforçou ser “muito melhor cooperar do que separar” e apontou o anuário hoje apresentado publicamente, como “testemunho do muito trabalho que se faz na eurorregião”.

Também a vice-presidente da CCDR-N, Ester Silva, referiu que a apresentação da oitava edição do anuário representa um momento “normalidade e de maturidade das relações que se estabelecem entre Norte de Portugal e a Galiza”.

“As duas regiões estiveram sempre muito próximas, são conhecidas as suas afinidades, mas do ponto de vista político essa afinidade nem sempre existiu. Após três décadas atingimos uma situação normal. Hoje apresentamos testemunhos do trabalho que fazemos na fronteira e isso traduz não só uma ideia de maturidade, mas uma atitude descomplexada desta cooperação”, reforçou.

Ester Silva acrescentou que apesar do “sentimento de dever cumprido” por terem sido concretizados “alguns dos objetivos que estabelecidos” a eurorregião “não está totalmente satisfeita por ser ambiciosa”.

“Num momento particularmente sensível do ponto de vista político, devido aos atos eleitorais que se avizinham e à discussão do novo quadro comunitário de apoio, a verdade é que esta zona de fronteira, sendo a mais desenvolvida e povoada entre Portugal e Espanha tem ainda problemas de desenvolvimento, desertificação e envelhecimento”, disse.

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País

Única morte registada na Operação Páscoa foi em Valença

Dados provisórios da GNR

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Foto: DR/Arquivo

GNR regista 615 acidentes com 22 feridos graves e um morto na Operação Páscoa

Lisboa, 21 abr 2019 (Lusa) – A GNR registou 615 acidentes nas estradas portuguesas, com 22 feridos graves e uma vítima mortal, durante os três primeiros dias da Operação Páscoa, de acordo com os dados provisórios hoje divulgados.

Desde quinta-feira, as patrulhas da Guarda Nacional Republicana fiscalizaram 13.300 condutores, dos quais 236 conduziam com excesso de álcool. Destes, 101 foram detidos por apresentarem uma taxa de alcoolemia igual ou superior a 1,2 gramas álcool por litro de sangue.

Foram ainda detidas 34 pessoas sem carta de condução, indica a GNR em comunicado.

O acidente, que causou uma vítima mortal, resultou da colisão entre três veículos, no concelho de Valença, tendo provocado ainda cinco feridos, dois dos quais com gravidade.

A vítima mortal, um homem de 34 anos, seguia numa das viaturas.

Segundo os Bombeiros de Valença, no veículo, viajava uma mulher de 24 anos, que sofreu ferimentos graves e foi transportada ao Hospital de Braga.

Num segundo carro envolvido viajava uma criança com 9 anos de idade, que ficou em estado grave e foi transportada para o Hospital de Santa Luzia em Viana do Castelo. A mulher de 31 anos que conduzia a viatura sofreu ferimentos ligeiros, disse à agência Lusa a mesma fonte.

Num terceiro carro viajavam duas mulheres, com 56 e 58 anos, que sofreram ferimentos ligeiros.

Estiveram envolvidos nas operações de socorro 23 operacionais.

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Valença

Valença vai criar faixas de contenção de incêndios

Intervenções começam a 01 de junho

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Foto: CM Valença

Valença vai avançar com a criação de três faixas de contenção de incêndios florestais, abrangendo as áreas mais sensíveis do concelho. As intervenções começam a 01 de junho e abrangem cinco freguesias, segundo informação municipal.

“As faixas abrangem as áreas consideradas mais sensíveis no concelho e foram estabelecidas conforme o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios”.

Desde o campo de futebol de Friestas até ao lugar de Laços, em Gondomil, serão alvo de intervenção todas as árvores pendentes para a rede viária, abrangendo as freguesias de Friestas e Gondomil e os limites de Sanfins.

Entre o lugar de Fujacos, em Gondomil e Cimo de Vila, em Boivão, será criada uma faixa de contenção com 10 metros de largura, na estrada municipal, bem como estabelecida uma distância das copas das árvores de 10 metros.

Na freguesia de Cerdal será criada uma faixa de contenção, com 10 metros de largura, na estrada municipal que liga os lugares de Gondim e Gosende bem como estabelecida uma distância das copas das árvores de 10 metros.

“Os proprietários que pretendam efetuar as limpezas, das áreas identificadas, devem fazê-lo até 1 de junho. Após essa data avança a limpeza, no âmbito do plano, podendo os proprietários acompanhar os trabalhos e deverão proceder à remoção dos materiais resultantes das limpezas num prazo máximo de 10 dias úteis”, informa o Município em comunicado.

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