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Vacina contra a covid-19 deve chegar ainda este ano, anuncia a OMS

Programa Covax

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Foto: DR / Arquivo

O presidente da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, confirmou que a vacina contra o novo coronavírus deve chegar ainda este ano.


“Vamos precisar de vacinas e há esperança de que até o final deste ano possamos ter uma vacina”, disse Ghebreyesus numa reunião de executivos da OMS.

O programa Covax, que conta com a adesão de 168 países, tem nove vacinas experimentais em preparação que irão permitir a distribuição de dois biliões de vacinas contra a covid-19 até ao final de 2021.

Covid-19: OMS apela aos governos que combatam cansaço da população

A zona da OMS na Europa, que inclui 53 países, incluindo a Rússia, tem mais de 6,2 milhões de casos oficiais de covid-19 e quase 241 mil mortes relacionadas com o novo coronavírus, de acordo com a tabela de vigilância da organização.

Em todo o Mundo, a covid-19 já provocou mais de um milhão e trinta mil mortos e mais de 35,2 milhões de casos de infeção.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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País

Centenas protestam em Lisboa contra restrição de movimentos

Covid-19

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Foto: Twitter

Centenas de empresários e trabalhadores da restauração, eventos culturais e animação noturna estão hoje reunidos no Rossio, em Lisboa, exigindo apoios do Governo para lutarem contra o desemprego e continuarem “a pôr pão na mesa”.

Em frente ao Teatro Nacional Dona Maria II, e rodeados por um visível aparato policial, os organizadores do protesto fazem-se ouvir em cima de uma carrinha de caixa aberta, a partir da qual desfiam um rol de queixas que concluem sempre o mesmo: “a restauração e a cultura estão a morrer!”.

Os presentes, munidos de máscara e com algum distanciamento social, estão a empunhar cartazes onde se leem as principais reivindicações destes setores .

Queixam-se de ser o bode expiatório desta pandemia e assumem-se como os maiores cumpridores da segurança, ma dizem que, apesar disso, têm sido os mais prejudicados.

“Estão a matar 100% dos restaurantes por 3% do contágio”, “Queremos trabalhar, deixem-nos viver” ou “Não há saúde sem economia” são algumas das frases que se podem ler nos cartazes de alguns dos manifestantes.

Os vários intervenientes queixam-se de terem sido obrigados a despedir trabalhadores, nomeadamente no setor da animação cultural, mas também na restauração, na hotelaria, nas discotecas e bares noturnos e nos transportes de turistas.

Os presentes aplaudem e fazem-se ouvir com apitos.

Em cima do improvisado palanque, os discursos têm sido inflamados, muitas vezes com recurso ao uso de palavrões, e muita indignação.

O comércio e a restauração iniciam hoje o primeiro de dois fins de semana em que apenas podem abrir entre as 08:00 e as 13:00, no âmbito do estado de emergência, uma medida contestada por várias associações empresariais.

Em conferência de imprensa, ao mesmo tempo que decorre este protesto no Rossio, em Lisboa, o ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital anunciou que os apoios já disponibilizados ou anunciados para o setor da restauração na sequência da crise causada pela pandemia totalizam 1.103 milhões de euros, correspondendo a cerca de 60% do da quebra de faturação registada pelo setor.

Aquele valor global engloba 286 milhões de euros de apoios que já chegaram às empresas deste setor por via do ‘lay-off’ simplificado e do apoio à retoma progressiva ou ainda os 200 milhões de euros para o novo programa apoiar.pt que consiste na atribuição de um apoio a fundo perdido às micro, pequenas e médias empresas para as compensar pela quebra de faturação.

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Covid-19: Mais 55 mortos, 6.602 infetados e 5.135 recuperados no país

Covid-19

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Foto: Facebook / Arquivo

Portugal regista hoje mais 55 mortos e 6.602 novos casos de infeção por covid-19, em relação a sexta-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

4.154 dos novos casos de hoje são no Norte.

Há 2.798 pessoas internadas em enfermaria e 413 em cuidados intensivos.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 211.266 casos de infeção confirmados e 3.305 mortes.

Há ainda 122.517 recuperados, mais 5.135 nas últimas 24 horas.

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Comércio e restauração abrem hoje com horário limitado de fim de semana

Covid-19

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O comércio e a restauração iniciam hoje o primeiro de dois fins de semana em que apenas podem abrir entre as 08:00 e as 13:00, no âmbito do estado de emergência, uma medida contestada por várias associações empresariais.

Na madrugada de 08 de novembro, o país ficou a saber pelo primeiro-ministro, António Costa, que a circulação ia ser limitada nos dois fins de semana seguintes, entre as 13:00 de sábado e as 05:00 de domingo e as 13:00 de domingo e as 05:00 de segunda-feira, nos 121 concelhos de maior risco de contágio pelo novo coronavírus (vão aumentar para 191 a partir de segunda-feira).

No âmbito do estado de emergência decretado devido à pandemia de covid-19, o Governo decidiu também instaurar um recolher obrigatório entre as 23:00 e as 05:00 nos dias de semana, entre 09 e 23 de novembro (enquanto vigora o estado de emergência, que tem uma validade de 15 dias, podendo ser renovado), nos concelhos mais afetados, com o comércio a encerrar até às 22:00 e os restaurantes até às 22:30.

Seguiu-se uma semana de contestação e manifestação de dúvidas em relação às exceções da medida, por parte de várias associações comerciais que representam o comércio e a restauração.

Assim, na quinta-feira, o Governo decidiu ordenar o encerramento do comércio e restauração às 13:00, neste e no próximo fim de semana.

Ficou também definido que a abertura dos estabelecimentos só pode ocorrer a partir das 08:00.

“A regra é tudo fechado às 13:00”, disse o primeiro-ministro, António Costa, em conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, referindo-se aos concelhos com risco elevado de contágio de covid-19.

Os restaurantes só podem funcionar a partir das 13:00 para entrega ao domicílio, clarificou o primeiro-ministro, e não para ‘take away’, como esperavam os empresários do setor.

António Costa anunciou ainda que haverá um apoio de 20% da perda de receitas dos restaurantes nos dois fins de semana face à média dos 44 fins de semana anteriores (de janeiro a outubro 2020).

Fora da obrigatoriedade de fechar a partir das 13:00 e de abrir apenas a partir das 08:00 estão as farmácias, clínicas e consultórios, veterinários, estabelecimentos de venda de bens alimentares com porta para a rua até 200 metros quadrados, bombas de gasolina, padarias e funerárias.

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