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Braga

Universidade do Minho tem três novos estudantes com nota 20

Recorde de 3.100 novos alunos na primeira fase

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Rui Pedro Oliveira. Foto: Divulgação / UMinho

A Universidade do Minho tem três estudantes que entraram este ano letivo com média de 20 valores, anunciou hoje a instituição. Rui Pedro Oliveira, do Colégio D. Diogo de Sousa (Braga), escolheu Engenharia Informática; Andreia Ferreira, da Secundária Francisco de Holanda (Guimarães), optou por Contabilidade; e Margarida Gonçalves, da Secundária da Póvoa de Lanhoso, vai para Línguas Aplicadas. A UMinho conta com um recorde de 3.100 novos alunos que ingressaram nesta primeira fase do concurso nacional de acesso.


“Foi lógico escolher a UMinho, porque é uma referência nacional em Informática, porque todos me falam bem do curso, porque há um importante conjunto de empresas à volta e, também, porque sou de Braga”, justifica Rui Pedro Oliveira. O jovem de 18 anos está expectante para o início da vida académica e admite definir o seu futuro profissional só a partir do mestrado, pois a sua área “está em desenvolvimento constante”.

Já Margarida Gonçalves, de 50 anos, trabalhou 20 anos numa empresa de âmbito internacional e decidiu voltar a estudar durante a pandemia. Obteve nota máxima no exame nacional em Alemão e sente-se motivada para a licenciatura em Línguas Aplicadas, reconhecendo-lhe a “excelência curricular”. Tem “as melhores referências” da UMinho, onde a sua filha estuda Psicologia. Andreia Ferreira, de 40 anos, quer reforçar competências em Contabilidade, área na qual trabalha. Entrou com a média do exame nacional de Economia e tem “grandes expetativas” no curso, que pretende fazer como trabalhadora-estudante e que pode contribuir na sua progressão de carreira.

Um terço dos novos estudantes já se matriculou

De acordo com nota de imprensa enviada às redações, acima de mil novos estudantes inscreveram-se na UMinho esta segunda-feira, primeiro dia de matrículas, num processo que se estreia em formato online e que decorre de forma segura, simples e rápida. As matrículas prosseguem até sexta-feira, dia 2 de outubro. Os candidatos colocados podem antecipar as etapas do processo no portal sou.uminho.pt, através de um tutorial. Podem ainda esclarecer dúvidas escolhendo entre um chatbot, a videochamada e o telefone 253601440. A equipa de suporte inclui estudantes atuais da instituição e funciona em permanência, garantindo atendimento e encaminhamento para os respetivos canais. Adicionalmente, numa iniciativa pioneira no país, estudantes de outros anos da UMinho esclarecem online dúvidas aos alunos recém-chegados sobre como é iniciar o estudo nos novos cursos. As salas de videochamada funcionam até dia 30, das 09:00 às 18:30.

Nos primeiros dias de outubro, os novos estudantes vão poder conhecer a universidade, as suas unidades orgânicas de ensino e investigação, os cursos e a vida da academia, através dos “embaixadores UMinho”, ou seja, 300 alunos de diversos cursos da instituição que foram formados para apoiar nas várias fases de matrícula e acolhimento. Face ao contexto pandémico, o programa de acolhimento nas Escolas e Institutos vai ser desdobrado em datas, horas e locais específicos para receber novos alunos de cada curso. A Reitoria disponibiliza um conjunto de respostas a questões frequentes sobre procedimentos a adotar em diversas situações, esperando que todos sejam agentes de saúde pública. A Associação Académica da UMinho prevê também atividades formativas, culturais, desportivas e sociais, como conversas online, voluntariado e visitas às cidades de Braga e Guimarães.

A UMinho conta com um recorde de 3100 novos estudantes que ingressaram nesta primeira fase do concurso nacional de acesso. Preencheu 98.4% das vagas e a maioria dos colocados entrou em primeira opção. Em 95% dos cursos oferecidos, a classificação do ultimo colocado foi superior à do ano transato e, no caso de Medicina, Engenharia e Gestão Industrial e Engenharia Biomédica, superou os 18 valores.

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Braga

Acusado de 32 crimes de abuso sexual de criança junto a escolas de Braga e Barcelos

Arguido de 29 anos tinha sido detido em 2018

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Foto: DR

O Ministério Público acusa um designer de Braga, de 29 anos, de 32 crimes de abuso sexual de criança. O arguido, detido em 2018 pela Polícia Judiciária, exibia-se em atos de índole sexual junto a escolas do primeiro ciclo e jardins de infância de Braga e Barcelos.

Segundo o Correio da Manhã (CM), que avança a notícia, o arguido praticou os crimes entre abril de 2017 e junho de 2018 e os atos exibicionistas foram presenciados por dezenas de crianças entre os 4 e os 9 anos, em pelo menos seis estabelecimentos de ensino.

A acusação, revelada pelo CM, diz que o arguido parava o carro junto às escolas, pegava no órgão genital, “e, com a mão, realizava movimentos ascendentes e descendentes na direção dos alunos”.

O arguido usava dois diferentes e, por norma, realizava os atos sexuais “sentado no banco do condutor”.

Detido em julho de 2018 pela Polícia Judiciária de Braga, foi libertado pelo juiz com a proibição de se aproximar de escolas e das vítimas.

Trinta crianças foram ouvidas para memória futura e descreveram ao juiz os atos que presenciaram.

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Braga

Stand de Braga acusado de fraude com carros importados

Fraude fiscal

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Foto: Ilustrativa (Arquivo)

O Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Braga, acusou a firma DIEAM Auto, Unipessoal, Lda, de Real, Braga, e dois gerentes, Paulo Ribeiro e Rui Filipe Dinis, da prática do crime de fraude fiscal qualificada.

Os veículos importados da Alemanha e da Holanda vinham com “fatura” ou indicação de que tinham sido comprados a um particular ou a uma entidade que não o verdadeiro vendedor. Fugindo, assim, ao fisco.

Acusação

A acusação diz que, a partir de março de 2013, os dois arguidos “puseram em prática um esquema ilegal de compra de viaturas em países da União Europeia, para venda em território nacional, camuflando a aplicação do regime geral do IVA, aplicável à situação em que foram efetivamente adquiridas, para o regime especial de tributação dos bens em segunda mão”.

O Ministério Público concluiu que, “para ocultarem as aquisições, os arguidos legalizaram os veículos em Portugal, junto da Alfandega, utilizando faturas, elaboradas por si ou por alguém a seu mando, supostamente emitidas por sujeitos passivos, registados em território alemão ou francês, ou particulares, que não os fornecedores da DIEAM Auto”.

Faziam-no “como se estes fossem os reais fornecedores ou transmitentes dos veículos, e ainda emitidos a favor de sujeitos passivos em Portugal, a maior parte, particulares”.

Vendas forjadas

As declarações de vendas forjadas, – salienta o magistrado – “quando não se referiam a supostas operações efetuadas entre particulares, continham a indicação de que o IVA havia sido liquidado na origem, ou a menção de que a venda foi realizada pelo regime da margem, e eram normalmente de valor superior ao valor efetivo da compra realizada pela DIAEM”.

A investigação conclui que, “não foi liquidado IVA ou qualquer outro imposto nas vendas realizadas para a DIEAM por parte dos sujeitos passivos dos outros estados membros da UE, nem lhes foi aplicado qualquer regime especial, nomeadamente o regime especial de tributação de bens em segunda mão”.

Assim entre 2011 e 2015, a importadora não entregou aos cofres do Estado, um total de 1,044 milhões de euros.

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Braga

Bando de quatro deu ‘sova valente’ a jovem na zona dos bares da UMinho

Um agarrou a vítima pelas costas e os outros encheram-na de pancada

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Eram quatro. Deram uma sova valente a um jovem na zona dos bares da Universidade do Minho (UMinho), em Gualtar, Braga.

Um agarrou a vítima, o Bruno, pelas costas, imobilizando-o e os outros três encheram-no de socos e pontapés. E um dos agressores deu-lhe, ainda, uma pancada com uma garrafa de uísque na cabeça. Vão agora ser julgados no Tribunal Judicial de Braga pelo crime de ofensa à integridade física qualificada.

O caso ocorreu a 01 de novembro de 2016 naquela zona: um dos agressores, Carlos Pedro Esteves, hoje com 22 anos, abeirou-se do Bruno, que estava com um grupo de amigos, um deles de nome Eduardo, e acusou-o de lhe ter furtado a carteira.

Bruno negou a acusação e Carlos Esteves acalmou-se devido aos apelos dos presentes, acabando por abandonar o local.

Passados 20 minutos, Carlos Esteves regressou, acompanhado dos outros três arguidos, Miguel Augusto Ribeiro, conhecido como Buakan, hoje com 21 anos, Renan Ustilin, um imigrante brasileiro, de 24 anos, e Gabriel Prado, de alcunha o Biel, de 20 anos, também nascido no Brasil.

Vieram, ainda, três outros indivíduos que a polícia não conseguiu identificar. Aí, e de imediato, começaram a espancar o Bruno, a murro e pontapé, atingindo-o em todo o corpo.

O Renan – diz a acusação do Ministério Público – agarrou-o por trás e, assim, os outros continuarem a fazer dele um saco de pancada.

O amigo do Bruno, o Eduardo tentou socorrê-lo, mas levou na mesma moeda, murros na cara e pontapés no corpo.

Os agressores – acentua o magistrado – só terminaram de lhe dar porrada quando viram que o Bruno jorrava sangue pela cabeça. Aí fugiram.

Como consequência das agressões, Bruno ficou com dores, devido a traumatismos na face, tronco e mão direita.

Teve de ser suturado, com quatro pontos na cabeça, e também nos braços e na cara. Por isso, esteve dez dias de cama.

O julgamento conta com sete testemunhas.

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