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Braga

Universidade do Minho apela aos alunos para não realizarem convívios e jantares

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Comissão de Elaboração e Gestão do Plano de Contingência Interno Covid-19 da Universidade do Minho (UM) divulgou, esta terça-feira, uma carta aberta em que pede aos estudantes que se abstenham de convívios e jantares para conter a propagação da pandemia.


“Nos últimos dias tem-se registado em Portugal um agravamento significativo de casos de infeção provocada pelo SARS-CoV 2, com especial incidência na Região Norte, e têm-se verificado grandes surtos de COVID 19 noutras Instituições de Ensino Superior, em contextos de contágio que não estão relacionados com as atividades letivas, mas com encontros e convívios que terão ocorrido nos últimos dias e semanas, fora dos espaços dessas Universidades”, começa por referir o documento.

A carta salienta que, “no momento que vivemos é essencial que todos cumpram as normas e recomendações de proteção, em particular fora do contexto letivo, onde o risco de contágio é superior se não forem adotadas as medidas de proteção nos contactos sociais”.

“Porque queremos manter a universidade aberta, porque queremos manter as atividades letivas em regime presencial, porque queremos garantir o conforto de todos, e porque queremos salvaguardar a saúde dos nossos estudantes, dos nossos professores, dos nossos investigadores, dos nossos trabalhadores e das famílias de cada um de nós, lembramos que este não pode ser tempo para promover encontros, convívios, jantares, ou outras atividades em grupo, colocando em risco a saúde de todos”, aponta a Comissão.

“No presente contexto pandémico a indução de alunos ou grupos de alunos a participarem nessas atividades, comporta um risco de saúde pública que pode originar surtos com consequências imprevisíveis e eventuais implicações jurídicas”, acrescenta o texto, reforçando o apelo a que sejam cumpridas
“escrupulosamente as recomendações das autoridades de saúde competentes e das normas em vigor”.

A UM aconselha, ainda, a instalação da aplicação Stayaway Covid.

A Comissão de Elaboração e Gestão do Plano de Contingência é composta por Paulo J. S. Cruz, Presidente da Comissão e Pró-Reitor, Alexandre M. C. Carvalho, Professor Convidado da Escola de Medicina, Pedro R. L. Morgado, Professor Auxiliar da Escola de Medicina, Teresa A. Ruão C. Pinto, Professora Associada do Instituto de Ciências Sociais, Carlos A. S. Menezes, Administrador da Universidade do Minho, António M. V. Paisana, Administrador dos Serviços de Ação Social, Mauro M. M. P. Fernandes, Técnico de informática do Serviços de Comunicações, e Rui J. M. Oliveira, Presidente da Associação Académica.

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Braga

PJ deteve homem que esfaqueou sem-abrigo em Braga

Agrediu vítima “por motivos fúteis”

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Foto: Ilustrativa / DR

A Polícia Judiciária (PJ) deteve ontem, fora de flagrante delito, um homem de 65 anos suspeito de ter esfaqueado um sem-abrigo, na terça-feira, em Braga.

Em comunicado, a PJ sublinha que o detido é suspeito da prática de um crime de homicídio qualificado na forma tentada e que os factos começaram “por um desentendimento verbal entre o agressor e a vítima, um homem de 53 anos de idade”.

“Por motivos fúteis, o presumível autor utilizou uma arma branca que consigo trazia, e desferiu vários golpes na zona abdominal da vítima, provocando-lhe lesões de natureza corto-perfurante”, refere o comunicado.

Sem-abrigo esfaqueado por três vezes em Braga

Devido aos golpes que lhe foram infligidos, a vítima foi transportada pelos Bombeiros Voluntários de Braga para o Hospital de Braga.

O autor pôs-se em fuga do local.

A investigação da PJ permitiu recolher “elementos de prova, vindo o presumível autor a ser, ontem, localizado e detido, e apreendido o meio utilizado na agressão”.

O arguido vai ser hoje presente às autoridades judiciárias competentes no Tribunal de Guimarães, para primeiro interrogatório judicial e aplicação de medidas de coação.

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Braga

Braga Parque apela às compras de Natal antecipadas para evitar aglomerados

“Não deixem o Natal para o Natal” é o mote da campanha

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Foto: Divulgação / Braga Parque

O Braga Parque já deu início à época natalícia com uma campanha que tem como mote “Não deixem o Natal para o Natal”, anunciou hoje a empresa.

Em comunicado, o Braga Parque adianta que quem visitar o centro já vai poder ver toda a decoração de Natal, cheia de luzes e cores, e o “magnífico Presépio”, localizado na escadaria central.

Presépio no Braga Parque. Foto: Divulgação / Braga Parque

“É neste ambiente que o Braga Parque convida todos os seus visitantes a fazer desde já as compras de Natal, com calma e segurança, aproveitando o prazo alargado de trocas, até 15 de janeiro (a lista das lojas aderentes pode ser consultada no site)”, lê-se no comunicado.

Foto: Divulgação / Braga Parque

“Queremos convidar todos os nossos clientes a visitar o Braga Parque, a ver a decoração e surpresas que temos preparadas e, é claro, a começar a pensar nas suas compras de Natal. Esta é a melhor altura, sem pressas e com toda a segurança, queremos que as pessoas saibam que já podem comprar as prendas para a sua família e amigos” refere António Afonso, diretor do Braga Parque, citado no comunicado.

O Braga Parque considera que esta é uma forma de evitar as filas e aglomerados de pessoas que caracteriza as compras de última hora, que muitos deixam para os dias 23 e 24 de dezembro.

“A aproximadamente um mês e meio do Natal, há tempo para pensar e escolher as prendas que mais combinam com os nossos entes queridos, garantindo a segurança e o bem-estar de todos”, conclui o comunicado.

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Braga

Câmara de Braga autoriza abertura do comércio às 08:00 no fim de semana

Covid-19

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Foto: O MINHO

O município de Braga decidiu que, nos dias 13, 14, 20 e 21 de novembro os estabelecimentos de comércio do concelho cujo funcionamento não esteja interditado por lei podem abrir a partir das 08:00.

Em comunicado, o município refere que a medida obteve o parecer favorável da autoridade local de saúde e das forças de segurança.

“Desta forma, o município contribui para evitar situações de potencial concentração de pessoas que possam decorrer das limitações horárias impostas, incentivando a diluição da intensidade do público no acesso aos estabelecimentos”, justifica a autarquia.

Por outro lado, diz, “estabelece-se um equilíbrio, rigoroso e ponderado, entre a salvaguarda da atividade económica e da saúde pública”.

O Governo declarou o estado de emergência até 23 de novembro, estipulando, para os 121 concelhos de maior risco de contágio, a obrigação de recolhimento aos fins-de-semana no período compreendido entre as 13:00 e as 05:00, bem como em todos os dias úteis entre as 23:00 e as 05:00.

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