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Região

UMinho vai disponibilizar computadores e acesso à Internet aos alunos mais carenciados

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

A Universidade do Minho (UMinho) vai disponibilizar computadores e acesso à Internet aos alunos mais carenciados, para garantir que ninguém fica para trás com o ensino à distância implementado por causa da covid-19, anunciou hoje o reitor.


Em conferência de imprensa, Rui Vieira de Castro disse que já está a ser feito um “levantamento exaustivo” das situações mais críticas e adiantou que uma das soluções pode passar pela alteração do regulamento do Fundo Social de Emergência (FSE).

O objetivo é que o FSE possa ser aplicado na compra de equipamentos e comunicações, de forma a que os alunos possam completar as suas unidades curriculares.

Paralelamente, vão ser feitas campanhas junto de antigos estudantes da UMinho, para que também estes possam dar uma ajuda.

“Esta é uma realidade à qual estamos muito atentos”, referiu Rui Vieira de Castro.

Sublinhou que, entre os cerca de 19.500 estudantes da academia, há perto de 6.000 com bolsa.

A atividade letiva na UMinho relativa ao 2.º semestre do atual ano letivo será assegurada em regime de ensino à distância.

O período letivo é alargado até 27 de junho, de forma a permitir uma gestão “mais flexível” do desenvolvimento das unidades curriculares.

Estas medidas são consequência da pandemia da covid-19, que já tinham levado a Universidade do Minho, no início deste mês, a suspender as atividades letivas presenciais.

Rui Vieira de Castro disse que a transição das aulas presenciais para o ensino à distância tem sido bem-sucedida e tem permitido o normal funcionamento da grande maioria das unidades curriculares, mas admitiu “normais dificuldades” naquelas em que há uma mais forte componente prática.

Em relação aos funcionários, a esmagadora maioria está em teletrabalho.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 866 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 43 mil.

Dos casos de infeção, pelo menos 172.500 são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 187 mortes, mais 27 do que na véspera (+16,9%), e 8.251 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 808 em relação a terça-feira (+10,9%).

Dos infetados, 726 estão internados, 230 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de quinta-feira.

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Barcelos

Motociclista de 25 anos residente em Braga ferido após acidente em Barcelos

Em Ucha

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Foto: Vítor Vasconcelos / O MiNHO

Um jovem de 25 anos sofreu ferimentos na sequência de uma colisão na Estrada Nacional 205, que liga Barcelos à Vila de Prado, na tarde deste sábado. A vítima é residente em Palmeira, concelho de Braga.


Ao que apurou O MINHO no local, o jovem seguia numa mota quando terá colidido com uma viatura ligeira, na freguesia de Ucha, acabando por ser projetado. Há suspeitas de ter fraturado a perna e as costelas.

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Após primeira assistência de populares, o jovem recebeu tratamento pré-hospitalar por parte dos Bombeiros de Barcelos.

Foi transportado para o Hospital local pela mesma corporação, sendo considerado um ferido ligeiro, embora vá ainda ser avaliado pelos serviços hospitalares, face às fraturas que sofreu, podendo ser transferido para o hospital de Braga.

O destacamento de trânsito da GNR registou a ocorrência.

O alerta foi dado cerca das 18:30.

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Região

Número de infetados no Minho regista a maior subida dos últimos 30 dias

Boletim diário da DGS por concelho

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-geral da Saúde deste sábado, o Minho tem um total de 4.025 casos confirmados, mais 59 do que na véspera.


Para verificar uma subida maior do que a de hoje, é preciso recuar ao dia 08 de maio, quando se registaram 150 novos casos. Para encontrar outra subida mais acentuada, é preciso recuar ao dia 01 de maio, onde se registaram 77 casos.

O concelho de Braga regista mais 23 novos casos nesta quinta-feira, passando para 1.256. Guimarães regista mais cinco (725), Famalicão mais quatro (404) e Barcelos mais três (307). No total, o quadrilátero urbano regista mais 35 casos do que na véspera.

Os números correspondem aos dados recolhidos até as 24:00 de ontem e comportam os dados incluídos na plataforma médica SINAVE, não incluindo resultados laboratoriais.

Vila Verde regista mais quatro casos (237) e Esposende mais três (50).

Vizela regista mais um caso (149), assim como Fafe (125) e Póvoa de Lanhoso (62).

Amares mantém (78), assim como Vieira do Minho (44), Celorico de Basto (23), Cabeceiras de Basto (18) e Terras de Bouro (10).

Alto Minho

No Alto Minho, Viana do Castelo regista mais cinco casos (192), Ponte de Lima mais quatro (35), Valença mais três (15), Monção mais dois (118) e Caminha mais dois (21).

Arcos de Valdevez mais um (74), assim como Melgaço (64) e Ponte da Barca (7).

Cerveira (9) e Paredes de Coura (7) mantém os números.

O distrito de Braga tem 3.483 casos confirmados, mais 40, e o de Viana do Castelo 532, mais 19.

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Braga

Centenas em Braga em protesto contra racismo nos Estados Unidos e em Portugal

Protesto

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Os protestos “Vidas Negras Importam” e “Resgatar o futuro – não lucro” já decorrem em Braga, na Avenida Central, desde as 17:00 horas.


A manifestação dupla foi convocada por um grupo de ativistas de Braga que articulou a ação com as autoridades de saúde e camarárias para garantir o “estreito cumprimento das normas da Direção-Geral da Saúde”.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Marta Dias, uma das ativistas, explicou a O MINHO que há setores separados para garantir o distanciamento social e que todos os participantes terão que usar máscara.

A manifestação serve dois propósitos: solidarizar com os protestos a decorrer nos Estados Unidos da America face à morte de George Floyd, no passado dia 25 de maio. e alertar para alegadas desigualdades que ficaram mais salientes com a “crise causada pela pandemia da covid-19″.

A organização assegura ainda que existe racismo e força abusiva das autoridades para com cidadãos negros em Portugal.

(em atualização)

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