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Braga

UMinho debate esta quarta-feira os incêndios em Portugal

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O Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade do Minho, em Braga, recebe esta quarta-feira, às 17:00, a conferência-debate “Fogo Cruzado: incêndios, gestão do território e responsabilidade social”. O evento sucede um mês depois daquele que foi considerado o pior dia do ano em matéria de incêndios, causando mais de 500 ocorrências e 45 mortos. A iniciativa – adiantou a Reitoria – junta investigadores, jornalistas e profissionais para refletir sobre o fenómeno de forma integrada. A entrada é livre.

A sessão de abertura conta com o pró-reitor para Novos Projetos de Ensino, Filipe Vaz, a presidente do ICS, Helena Sousa, o presidente da Escola de Engenharia, João Monteiro, a diretora do Departamento de Geografia, Paula Remoaldo, e o diretor do Departamento de Engenharia Civil, José Teixeira.

Seguem-se as palestras “O jornalismo em momentos de trauma – O caso de Pedrogão Grande”, pelo fotojornalista Adriano Miranda, do jornal “Público”, “Incêndios Florestais em Portugal Continental em 2017: Crónica de uma tragédia anunciada”, pelo professor António Bento Gonçalves, da UMinho, e “O papel da proteção civil municipal em grandes operações”, pelo chefe de divisão municipal da Proteção Civil de Braga, Vítor Azevedo.

Às 19:00 vai ser apresentada a licenciatura em Proteção Civil e Gestão do Território da UMinho, pelo professor António Vieira. O curso está aprovado pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior e destaca-se pelo seu caráter multidisciplinar, envolvendo sete Escolas/Institutos da academia (Ciências Sociais, Engenharia, Ciências, Direito, Psicologia, Enfermagem, Educação).

O programa inclui ainda, às 19:30, um debate aberto ao público. O evento é organizado pelo ICS, com apoio do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território e do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade.

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Braga

M1lhão sai no distrito de Braga

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Foto: DR

O código vencedor do concurso 50/2018 do M1lhão, sorteado hoje, é KJB 38.916.

O prémio, no valor de um milhão de euros, saiu a um apostador no distrito de Braga.

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Braga

Chuva “apaga” Fogueira de Natal e leva Bolo-Rei Gigante para outro local em Braga

Programação “Braga é Natal” 2018.

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Foto: Divulgação / CM Braga

A Fogueira de Natal, iniciativa integrada na programação “Braga É Natal” que estava marcada para este sábado, não irá, afinal, realizar-se, devido à previsão de chuva, informou hoje a autarquia.

Já o Bolo-Rei Gigante, em que será confecionado e oferecido um bolo-rei com 150 metros e distribuídos 150 litros de favaios, irá decorrer no Claustro da Rua do Castelo, às 22:00 horas, e não no local inicialmente previsto, pela mesma razão.

Fonte: Weather.com

A restante programação do ‘Braga É Natal’, nomeadamente os espectáculos previstos para a Tenda e para o Palco da Avenida Central, mantém-se.

A programação do “Braga É Natal 2018” pode ser consultada em http://goo.gl/NVAWL2.

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Braga

PSD exige explicações sobre impacto da reversão do Hospital de Braga para o Estado

A ministra da Saúde, Marta Temido, afirmou na quarta-feira, no final de uma audição na comissão parlamentar de Saúde, que o Hospital de Braga poderá voltar à esfera do SNS.

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Foto: Divulgação / Arquivo

Os deputados do PSD querem que o governo explique “exaustivamente” quais as motivações, custos e impacto para o Estado e para os doentes de uma eventual reversão da gestão do Hospital de Braga para a esfera do Estado.

Numa pergunta enviada ao Ministério da Saúde, o grupo parlamentar do Partido Social Democrata exige ainda que o governo apresente um estudo de custo-oportunidade de não continuação do contrato de gestão sob modelo Parceria Público Privada versus reversão para gestão pública e que garanta a continuidade da assistência da população abrangida pelo Hospital de Braga, independentemente do modelo de gestão.

Os deputados consideram que “constituirá um erro grave, com elevados custos para o Estado e que acarreta inegáveis prejuízos para os utentes do Serviço Nacional de Saúde, a reversão de uma parceria público-privada que demonstra ser eficiente e vantajosa para os cidadãos e o País” e advertem “para as consequências imprevisíveis de uma decisão tomada de forma atabalhoada e pouco transparente”.

O PSD defende que depois do parceiro privado ter vindo esclarecer que, desde o primeiro momento, se mostrou disponível para o prolongamento do contrato de gestão da PPP do Hospital de Braga desde que esclarecidas as condições de execução do contrato e de sustentabilidade financeira da parceria”, que não se deve considerar esgotado o processo negocial.

Face ao exposto, os sociais-democratas questionam “se reafirma o Governo que foi por vontade do parceiro privado que não se renova o contrato do Hospital de Braga”, e por que razão não desencadeou o Governo um novo concurso para a futura gestão.

O PSD pergunta ainda se “pretende o governo assumir a gestão pública do Hospital de Braga ou lançar um novo concurso” e quando o pretende fazer.

Na pergunta assinada pelos deputados Fernando Negrão, Hugo Soares, Adão Silva e Emídio Guerreiro, entre outros, os sociais-democratas lembram que, segundo os últimos dados Sistema Nacional de Avaliação em Saúde, o Hospital de Braga recebeu a classificação máxima na área de Cardiologia, tendo as áreas de Obstetrícia, a Unidade de Cuidados Intensivos, a Neurologia o AVC ou ainda a Cirurgia de Ambulatório, entre outras, obtido o “Nível de Qualidade Superior”.

Ainda segundo os deputados, também o Tribunal de Contas, numa auditoria recente, concluiu que este estabelecimento hospitalar “aumentou a oferta de cuidados de saúde à população: as consultas externas aumentaram cerca de 99% (entre 2009 e 2015) e a atividade do internamento e cirurgia de ambulatório mais do que duplicou face às previsões iniciais.”

Para os mesmos, os dados demonstram, “de forma inequívoca, que aquela unidade, não só presta cuidados de saúde com qualidade e nas melhores condições de segurança (…) como representa uma poupança de recursos para o Estado Português”.

A ministra da Saúde, Marta Temido, afirmou na quarta-feira, no final de uma audição na comissão parlamentar de Saúde, que o Hospital de Braga poderá voltar à esfera do SNS por “indisponibilidade definitiva” do gestor privado, a José de Mello Saúde, em prolongar o atual contrato de gestão público-privada.

Até agora, não foi lançado um novo concurso para a gestão público-privada e não daria tempo de estar concluído até agosto de 2019 e, segundo Marta Temido, o gestor privado não está interessado no prolongamento do atual contrato.

O Hospital de Braga foi inaugurado em 2011 pelo então primeiro-ministro, José Sócrates e que serve uma população na ordem dos 1,2 milhões de pessoas.

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