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Região

UMinho com 98,4% das vagas preenchidas

Ensino superior

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Foto: DR

A Universidade do Minho preencheu 98.4% das vagas disponibilizadas para o novo ano letivo através da 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.


A academia minhota colocou a concurso 3155 vagas, mais 240 do que no ano anterior. Química, Geologia, Proteção Civil e Gestão de Território foram os únicos cursos onde o número de colocados foi inferior às vagas disponíveis.

O curso com mais inscritos é o de Engenharia Informática, com 181 candidatos admitidos. Segue-se Engenharia e Gestão de Sistemas de Informação (150), Medicina (120) e Direito (112). Os restantes cursos têm, cada um, menos de 100 candidatos admitidos.

Em comunicado enviado a O MINHO, a universidade “congratula-se com os excelentes resultados que obteve na 1ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior”.

Refere que “em 95% dos cursos oferecidos, a classificação do último candidato admitido foi superior à do ano transato”.

Destaca ainda os cursos de Medicina, Engenharia e Gestão industrial e Engenharia Biomédica, onde “a classificação mínima de entrada foi superior a 18 valores”.

A instituição, com pólos em Braga e Guimarães, reitera a confiança demonstrada pelos candidatos na escolha pela “qualidade dos seus cursos”.

“Os elevados níveis de procura registam representam uma grande responsabilidade para a universidade, que continuará a ter como objetivo essencial da sua ação assegurar uma educação superior que se paute por padrões de elevada qualidade, contribuindo de forma decisiva para a formação das pessoas e o desenvolvimento da região e do país”, diz.a mesma nota.

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Braga

Câmara e Igreja em rota de colisão por causa de estacionamento na Sé de Braga

Autarquia não acolhe pretensão do Cabido

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Foto: CM Braga

O Município de Braga não vai aceder ao pedido do Cabido no sentido de permitir o estacionamento de carros, em dias de missas, no Rossio da Sé. Falando durante a reunião de Câmara que hoje se realizou no edifício do gnration, Ricardo Rio disse que “não serão abertas exceções nas zonas pedonais, a não ser para pessoas com mobilidade reduzida ou doentes”.

O autarca respondia, assim, a uma interpelação do vereador da CDU, Carlos Almeida, o qual se mostrou concordante com a posição camarária, tendo ido mais longe, ao pedir que seja totalmente proibido o aparcamento no local, o que – disse – nem sempre sucede, dado que há dias em que está cheio de viaturas. “Estão em causa valores ambientais e patrimoniais que não podem ser postos em causa”, afirmou.

De seguida, Rio quis saber a posição dos vereadores socialistas, tendo Artur Feio dito que o PS ainda não estudou o assunto, pelo que se não pronuncia, por agora.

Dando a entender que a autarquia nada tem contra a Arquidiocese, antes pelo contrário, Rio lembrou que não há exceções para outros eventos que decorrem no centro urbano, em zonas pedonais, como são os espetáculos do Theatro Circo e outros.

Férias para 20% dos funcionários

Na reunião, onde foi aprovada a hasta pública para mais 13 lugares de venda no Mercado Municipal – que reabre a 5 de dezembro, um sábado – houve ainda lugar a discrepâncias entre maioria e oposição sobre o Acordo Coletivo de Entidade Empregadora Pública (ACEEP). rubricado, há dias, entre a Câmara, a Federação de Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (FESAP), o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (SINTAP) e o Sindicato Nacional dos Bombeiros Profissionais (SNBP).

Por ocasião da assinatura Ricardo Rio afirmou que “este é um acordo histórico que vem contribuir para a “valorização dos trabalhadores da Autarquia e para o reconhecimento do seu papel na dinâmica municipal”.

Oposição diz que acordo da Câmara de Braga com sindicatos gera desigualdades

Esta tese não merece a concordância da oposição: o socialista Artur Feio disse que o PS discorda que o acordo contemple apenas 20% dos trabalhadores classificados com ‘Muito bom’, com mais três dias de férias por ano: “é uma discriminação. Como é que se faz se houver 30 ou 40 por cento de pessoas com ‘Muito Bom’? Moeda ao Ar?”, perguntou, dizendo que mais valia ter dado um só dia a mais de férias a todos os trabalhadores, em vez de uma medida que “só cria divisão”.

Já o autarca comunista Carlos Almeida enveredou pelas mesmas críticas, mas acrescentando que não se compreende porque é que o acordo não foi também assinado com o STAL-Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local, “o mais representativo do setor”.

Rio contrapõe

Sobre as críticas do PS, Rio disse que a possibilidade de todos os trabalhadores municipais e de toda a função pública do país terem mais três dias de férias depende do governo socialista: “Se o Governo quiser pode revogar o corte que foi decidido no tempo da troika”.

Disse que a atribuição de mais dias de férias apenas a uma parte dos trabalhadores visa a valorização do seu desempenho profissional, no quadro de uma avaliação feita com recurso a um Sistema que foi aprovado pelo atual Governo. Sobre a ausência do STAL de Braga no acordo, sublinhou que este sindicato seguia a orientação nacional de não apoiar o acordo.

Computadores

Outro dos assuntos que provocaram discussão foi o da aquisição de dois mil computadores assumida pela Câmara e já entregues às escolas do concelho, questão levantada pelo PS. Rio esclareceu que a Câmara investiu nos computadores por ter sido avisada de que o poderia fazer com uma candidatura aos fundos remanescentes do atual Quadro Comunitário de Apoio. Avançou com o concurso para a compra, mas foi, depois, confrontada com a decisão do Governo de ser ele a adquirir meios informáticos para todas as escolas do país: “Se tivéssemos sido informados atempadamente não os teríamos comprado. Agora está feito e ficam para as escolas que os podem emprestar a alunos que deles precisam”.

O presidente da Câmara aproveitou para “lançar uma farpa” ao vereador Artur Feiom desafiando-o a “despir a camisola do PS” quando se trata dos interesses municipais. Ao que Feio respondeu que o faz sempre que achar necessário e não de acordo com os interesses da maioria.

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Região

Cerveira insiste na “urgência” de prolongar a A28 até Valença

Autarca reuniu com deputados do PSD eleitos pelo distrito de Viana

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Foto: Divulgação / CM Cerveira

O presidente da Câmara de Cerveira insistiu hoje na “urgência” do prolongamento da Autoestrada 28 (A28) até Valença para “aliviar” o tráfego, sobretudo, de veículos pesados, na Estrada Nacional (EN) 13.

A reivindicação de Fernando Nogueira foi reafirmada, hoje, aos deputados do PSD eleitos pelo círculo de Viana do Castelo à Assembleia República.

Em comunicado, o autarca independente (Movimento independente PenCe – Pensar Cerveira), explicou que o encontro Jorge Mendes, Eduardo Teixeira e Emília Cerqueira teve como “tema central” o prolongamento da A28 para norte, troço com uma extensão de cerca de 30 quilómetros.

Os três deputados do PSD “mostraram-se sensíveis aos argumentos apresentados, comprometendo-se a pugnar por este assunto nas instâncias próprias”.

A autoestrada A28 liga o Porto a Caminha, passando por Viana do Castelo.

O troço da A28 entre a capital do Alto Minho e a freguesia de Vilar de Mouros, no concelho de Caminha, foi inaugurado em 2005 pelo então primeiro-ministro José Sócrates.

Tem uma extensão de 25 quilómetros e custou cerca de 160 milhões de euros.

Hoje, na “reunião de trabalho” com os deputados do PSD, na qual também marcou presença o presidente da Câmara de Valença, o social-democrata Manuel Lopes, Fernando Nogueira disse ter reforçado “a urgência deste prolongamento, como forma de aliviar o tráfego, especialmente de veículos pesados de mercadorias que transitam na EN13”.

Segundo o autarca, “muitos” desses veículos pesados transportam “matérias potencialmente perigosas para as pessoas e para o ambiente, revelando-se um grande constrangimento para as freguesias do concelho que são circundadas por aquela via”.

Fernando Nogueira acrescentou que, “em determinados períodos do dia e, em particular, na época de verão, é um autêntico calvário atravessar a EN13 entre Valença e o acesso da A28 em Gondarém”.

Situação que decorre do “volume de tráfego que vem desde os municípios de Melgaço, Monção e Valença, além de Espanha, através da fronteira Valença-Tui”.

Além da segurança, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira acrescentou que, “volvidos dez anos de uma beneficiação paliativa na EN13, já é visível o resultado no piso” daquela via.

Segundo o autarca, “os três deputados sociais-democratas compreenderam a preocupação, garantindo levar o assunto às entidades nacionais competentes”, tendo ainda a oportunidade de visitar o local de acesso à A28, em Gondarém.

O prolongamento da A28 para norte “é uma reivindicação de todos os municípios do Alto Minho”.

Há “vários anos” que o autarca de Vila Nova de Cerveira vem insistindo “na necessidade de recolocar esta problemática na agenda política e orçamento nacionais, tendo já a oportunidade de a apresentar aos sucessivos ministros da tutela e, ultimamente, ao governante Pedro Nuno Santos”.

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Cávado

“Sacaram” quase três mil euros de conta através de burla informática em Esposende

Quatro arguidos acusados pelo Ministério Público

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Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público (MP) de Esposende acusou quatro arguidos que “sacaram” 2.898 euros da conta de uma cliente do Montepio Geral, imputando-lhes os crimes de acesso ilegítimo e burla informática, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Em nota publicada na sua página, aquela procuradoria refere que o Ministério Público (MP) considerou indiciado que dois dos arguidos acederam, em janeiro de 2016, aos dados necessários para o acesso e movimentação, através de homebanking, das contas bancárias de uma cliente do Montepio Geral.

Os arguidos terão acedido, nomeadamente, ao número de utilizador, palavra-passe e dados do cartão matriz.

Segundo a acusação, a titular da conta foi induzida à inserção daqueles dados num falso site do Montepio Geral, criado pelos arguidos.

Na posse dos dados, aqueles dois arguidos, nos dias 08 e 09 de janeiro de 2016, acederam às contas da referida cliente e movimentaram-nas, transferindo as quantias nelas depositadas para outras contas tituladas pelos outros dois arguidos.

Apoderaram-se, assim, da quantia de 2.898 euros.

Posteriormente, os arguidos repartiram o dinheiro entre eles, “conforme combinado entre todos”.

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