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Guimarães

UMinho acolhe em Guimarães escola de verão de apoio à reconstrução da Síria

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Foto: DR/Arquivo

A Escola de Arquitetura da Universidade do Minho junta de 18 a 28 de julho, em Guimarães, uma centena de estudantes, docentes e profissionais de várias áreas disciplinares na Summer School “Rebuilding Syria from Within”. De acordo com a Reitoria, os participantes são convidados a “explorar soluções que possam contribuir para a reconstrução de algumas das cidades sírias mais afetadas pela guerra”. A iniciativa é organizada pela Plataforma Global para Estudantes Sírios, pela UMinho e pela Universidade IUAV de Veneza (Itália), com o apoio da United Nations Economic and Social Commission for Western Asia – National Agenda for Syria”. O período de inscrição decorre até 27 de junho.

Os participantes, ligados à arquitetura, engenharia, planeamento urbano e arquitetura paisagista ou com especial interesse naquela região, “vão dedicar oito horas por dia a trabalhos de atelier, conferências e atividades sobre a cultura síria”. Pretende-se com isso – acrescenta a UMinho – “levá-los a aprofundar e debater os temas complexos que a reconstrução da Síria coloca”. Deseja-se também que os inscritos adquiram conhecimentos relacionados com a respetiva área de especialização e sejam devidamente contextualizados na problemática mais abrangente da reconstrução, para virem a desempenhar um papel ativo no processo. Esta ação procura ainda incentivá-los ao envolvimento em projetos de cariz científico, nomeadamente em teses de mestrado e de doutoramento, entre outros objetivos.

Deste programa destaca-se a realização de um workshop com dez equipas dedicadas a diferentes cidades da Síria, nomeadamente Homs, Daraa, Raqqa e Deir-ez-Zor. Cada grupo terá que desenvolver propostas de reabilitação de determinada área, integrando questões sociais e urbanas, como a estrutura de espaços públicos e infraestruturas coletivas, a reedificação de instalações de saúde e educação, a inclusão da vegetação no ambiente construído, o acesso a transportes públicos e a reciclagem de escombros. Os ateliers serão orientados por uma equipa que integra um professor e dois tutores, um dos quais sírio. Os projetos serão expostos na Escola de Arquitetura da UMinho no final da formação.

A Summer School prevê ainda um programa complementar articulado com a cidade vimaranense, que integra exposições, visitas de estudo, música, poesia, um concurso de fotografia e uma noite de cinema sírio no Largo de Oliveira, localizado no centro de Guimarães.

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Guimarães

Campas vandalizadas em cemitério em Guimarães

Em Urgezes.-

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Foto: Divulgação/JF Urgezes

Um indivíduo causou diversos estragos em sepulturas do Cemitério de Urgezes esta sexta-feira ao início da tarde. Foi chamada a PSP e o indivíduo está a ser identificado.

A destruição terá sido causado por um cidadão insatisfeito pela forma como realizou arranjos na campa da recém falecida esposa.

Foto: Divulgação/JF Urgezes

Os proprietários das campas afectadas deverão proceder ao levantamento dos prejuízos a fim de fazer a respectiva queixa Crime à PSP de Guimarães.

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Guimarães

Guimarães: Supremo manda apreciar pena do homicida libertado por “excesso de prisão preventiva”

Pois importa, segundo os conselheiros, ter em conta se tais factos terão ou não culpabilidade diminuída, conforme sustenta a sua Defesa.

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O advogado António Lima Martins defende o homicida libertado. Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) determinou à Relação de Guimarães que aprecie o tipo de crime e a respetiva medida da pena, ao homicida de uma prostituta brasileira, pois importa, segundo os conselheiros, ter em conta se tais factos terão ou não culpabilidade diminuída, conforme sustenta a sua Defesa, ao cargo do advogado António Lima Martins, cujo cliente foi logo libertado, devido ao excesso de prisão preventiva, apurou O MINHO.

Um operário da construção civil foi condenado, com 13 anos de prisão, pela morte de Poliana Alves Ribeiro, de 34 anos, que estrangulou, na noite de 5 de março de 2016, na “Casa da Joana”, em Guimarães, quando a vítima, teria dito de forma convincente não pretender continuar com a relação amorosa, o que levaria à ação criminosa, que a Defesa entende ter sido “crime passional”.

Se a Relação de Guimarães der como provada tal alegação e que “o arguido nutria muito amor pela vítima”, o crime será não simples, mas diminuído com pena até cinco anos de prisão, eventualmente extinta pelo prazo de prisão preventiva em que o arguido se manteve desde a sua detenção, pela PSP de Guimarães, tendo sido depois entregue à PJ de Braga, que conduziu as investigações acerca deste homicídio em meio de prostituição.

No limite, o seu advogado, António Lima Martins solicita que a ter sido um homicídio na forma simples, a medida da pena deverá situar-se próxima do seu limite mínimo, que é de oito anos, em vez dos 13 anos já aplicados, estes perto da moldura máxima, de 16 anos.

O Supremo anulou a decisão da Relação, considerando que os desembargadores deveriam ter analisado toda a prova questionada no recurso, ao invés de se circunscreverem apenas à leitura que o próprio Ministério Público fez do processo aquando da chegada à Relação.

No acórdão do STJ, não se refere uma reapreciação, desde logo porque o STJ considera que a Relação afinal se limitou a acolher uma posição do Ministério Público “remeteu-se laconicamente ao parecer do MP e à audição que este”, por sua vez, fez dos depoimentos no julgamento, o que segundo STJ, “traduz manifesta e flagrante falta de fundamentação”.

Por isso, o acórdão do STJ, relatado pelo juiz-conselheiro Francisco Caetano, determina já ao Tribunal da Relação de Guimarães que “uma vez fixada a matéria de facto, deverá, então, partir-se para a reapreciação das demais questões que constituem o objeto do recurso, mormente a qualificação jurídico-penal e medida da pena”, anulando assim toda a decisão proferida pela segunda instância, que manteve a pena de 13 anos do julgamento.

Como o processo voltou à fase anterior, a da segunda instância, o prazo máximo para esse período é de dois anos, tendo terminando em março deste ano, o que implicou a imediata libertação do arguido, que se encontrava em prisão preventiva na Cadeia de Braga.

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Guimarães

Guimarães inaugura primeira Residência para Investigadores que queiram trabalhar na cidade

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

A primeira Residência para Investigadores de Guimarães é inaugurada quinta-feira e tem por objetivo “o uso temporário de cientistas, artistas e criativos” que queiram trabalhar na cidade em “função do respetivo projeto”, anunciou hoje a autarquia.

O novo alojamento, que decorre da celebração do contrato em regime de comodato entre a Câmara Municipal de Guimarães e a Unidade Operacional em Governação Eletrónica da Universidade das Nações Unidas (UNU-EGOV), fica situado no número 32 da rua da Rainha D. Maria II.

Segundo especifica a autarquia, o edifício recuperado para aquele efeito é o mesmo onde nasceu Alberto Sampaio e tem agora uma sala de exposições, sala de convívio, sala multimédia, sala de leitura, sala de administração, instalações sanitárias, além de seis apartamentos T0, adequados ao uso por pessoas com mobilidade condicionada, constituídos por uma cozinha kitchenet, quarto, sala, instalações sanitárias e pátio exterior ajardinado voltado para a rua Egas Moniz, sendo que neste espaço ficará, também, o recém-criado Gabinete da Juventude.

“A data da inauguração, 15 de novembro, tem como objetivo assinalar os 177 anos do nascimento de Alberto Sampaio, que se comemora precisamente esta quinta-feira”, explica o texto.

A par da inauguração da nova residência, e para assinalar o nascimento de Alberto Sampaio, será ainda feito o lançamento dos livros “As Vilas do Norte de Portugal”, pelo professor Hermenegildo Fernandes, da Universidade de Lisboa, e “Viajar com… Alberto Sampaio”, de Emília Nóvoa Faria e António Martins.

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