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Um festival a ter em conta, aqui mesmo ao lado, na Galiza

‘O Son do Camiño’, em Santiago de Compostela

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A terceira edição d’O Son do Camiño realiza-se de 18 a 20 de junho no Monte do Gozo, em Santiago de Compostela, Galiza, a cerca de uma hora e meia da fronteira de Valença, no Minho, com 39 artistas internacionais.

Do rock ao indie com The National, Liam Gallagher, Foals e Editors, passando pela electrónica com The Chemical Brothers, DJ Snake, Armin Van Buuren e Timmy Trumpet, pela pop de Jason Derulo, e pelos sons latinos de Bad Bunny e Daddy Yankee, o cartaz conta ainda com artistas galegos como Xoel López, Bizarro Love Triangle, The Killer Barbies com Silvia Superstar ou Guadi Galego, entre outros, mas também artistas espanhóis como Kase O, Lola Indigo, Carolina Durante, Natos e Waor, Miss Caffeina ou Rayden.

Foto: Divulgação

“Depois de duas edições bem-sucedidas, as expectativas são grandes para aquele que é o cartaz mais diversificado do festival que, em 2019, contou com 100 mil pessoas. Para esta 3.ª edição, o recinto será ampliado em 20 por cento para receber mais público, ser ainda mais cómodo e para ter, pela primeira vez, um terceiro palco”, assinala a organização numa nota enviada a O MINHO.

Os bilhetes estão desde hoje à venda. O passe para os três dias custa 59 euros.

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Padre da Trofa doa 80 mil euros das obras nas paróquias ao Hospital de São João

Covid-19

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Foto: ilustrativa / DR

O padre de uma freguesia do concelho da Trofa, distrito do Porto, doou 80.000 euros, destinados a obras em duas paróquias, para a aquisição de material para o Hospital de São João, devido à pandemia da covid-19.

O padre Rui Alves, de 36 anos, explicou esta quarta-feira à agência Lusa que os cerca de 80.000 euros foram angariados em São Mamede e em São Romão, na vila do Coronado, para obras nas paróquias, mas decidiu doar o dinheiro ao Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), no Porto.

Após conversa com o presidente do conselho de administração do CHUSJ, para perceber que material faz mais falta, foram já encomendadas 36 bombas de perfusão (instrumentos médicos eletrónicos para a administração intermitente ou contínua de fluidos, como medicação) e cinco estações (monitores), material que deve chegar “dentro de duas a três semanas”.

Os 60.000 euros arrecadados na paróquia de São Mamede do Coronado seriam para reabilitar a residência paroquial, enquanto os 20.000 euros de São Romão do Coronado destinavam-se a obras de requalificação da capela de S. Bartolomeu, do salão paroquial e de um parque.

“Este dinheiro foi angariado com cortejos, donativos individuais e cantar de janeiras, entre outras iniciativas. Esta ideia [doação] surge pela urgência social que todos vivemos. As obras poderão ser realizadas mais à frente. Agora é o momento de salvarmos vidas humanas e essas não têm preço. Este dinheiro não é meu, é do meu povo que se confia a mim, e espero ser sempre digno dessa mesma confiança”, afirmou Rui Alves.

O pároco lembra que, “ao longo da história, e ao contrário do que muito se diz e escreve, a Igreja esteve sempre na linha da frente” na ajuda em situações como a que vivemos atualmente, por causa do novo coronavírus.

“Esta é hora de esquecermos o que nos possa desunir e dar verdadeiramente as mãos. São Paulo, a determinada altura da sua vida, faz a seguinte afirmação: `mostra-me as tuas obras e eu dir-te-ei a tua fé´. Não acredito numa verdadeira espiritualidade se não vivermos uma autêntica humanidade. (…) E já que o caminho vai ser longo, aprendamos o que este tempo nos está a ensinar e sejamos todos mais simples e mais humanos”, apela o padre Rui Alves.

O Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), no Porto, congratulou-se com o gesto e agradeceu a ajuda.

“O CHUSJ agradece a enorme generosidade e solidariedade demonstradas pelo Padre Rui Miguel Alves, da Paróquia de São Romão de Coronado, neste momento de enorme dificuldade para todos. A história que envolve esta doação, muito além da importância e da necessidade do material oferecido, sensibiliza imenso os profissionais do CHUSJ”, refere o hospital, numa reação enviada hoje à Lusa.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 866 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 43 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 187 mortes, mais 27 do que na véspera (+16,9%), e 8.251 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 808 em relação a terça-feira (+10,9%).

Dos infetados, 726 estão internados, 230 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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Número de infetados em lar da Misericórdia de Santo Tirso subiu para 20

Covid-19

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O número de infetados com a covid-19 no lar Dra. Leonor Beleza, em Santo Tirso, subiu para 20, sendo nove utentes e 11 colaboradores, após serem conhecidos os testes feitos na sexta-feira, disse hoje à Lusa a porta-voz.

“Todos os utentes que testaram positivo estavam em isolamento profilático desde 24 de março, encontrando-se estáveis. As famílias foram contactadas e mantêm o apoio e a confiança nos nossos profissionais”, lê-se na publicação na página da Santa Casa da Misericórdia de Santo Tirso, dona do lar, no Facebook.

Com 93 utentes e 61 colaboradores o lar debate-se, agora, com “a falta de material para continuar com os testes”, disse à Lusa Sara Almeida e Sousa.

“Os testes efetuados ao longo do fim de semana foram feitos com material [zaragatoas] de que já dispúnhamos na Unidade de Cuidados Continuados e na Clínica de Gastroenterologia e depois levados por nós para laboratório, mas acabaram e hoje, apesar dos múltiplos contactos feitos, para privados e para o Serviço Nacional de Saúde, não conseguimos nada”, lamentou.

Perante isto, Sara Almeida e Sousa contabilizou, entre utentes e colaboradores, “99 pessoas à espera de ser testadas”, vincando que “a maior parte dos utentes não apresenta sintomas, e as que os apresentam não estão associados à covid-19”, admitindo, contudo, “que alguns venham a testar positivo”.

Segundo o balanço oficial de hoje, Portugal regista 140 mortes e 6.408 casos de infeções confirmadas da doença.

Dos infetados, 571 estão internados, 164 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

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Porto não reconhece autoridade à DGS e rejeita cerco sanitário

Covid-19

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Foto: Wikipedia / DR

A Câmara do Porto disse hoje que não aceita o cerco sanitário “absurdo” e “inútil” que está a ser equacionado pelas autoridades de saúde e anunciou que deixa de reconhecer autoridade à diretora geral da Saúde, Graça Freitas.

“Tal medida, absurda num momento em que a epidemia de Covid-19 se encontra generalizada na comunidade em toda a região e país, não foi pedida pela Câmara do Porto, não foi pedida pela Proteção Civil do Porto e não foi pedida pela Proteção Civil Distrital. Nenhuma destas instituições e nenhum dos seus responsáveis, incluindo o presidente da Câmara do Porto foi contactado, avisado ou consultado pela Direção Geral da Saúde [DGS]”, afirma a autarquia em comunicado.

A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, anunciou hoje que a medida está a ser equacionada entre as autoridades de saúde regionais, as autoridades de saúde nacionais e o Ministério da Saúde “e provavelmente hoje será tomada uma decisão nesse sentido”.

Na conferência de imprensa diária para fazer o ponto da situação da pandemia de Covid-19 em Portugal, Graça Freitas assegurou a articulação entre as autoridades de saúde e as autoridades municipais, desde logo, com a Câmara Municipal, com a Segurança Social e com a Comissão Municipal de Proteção Civil.

O município garante, contudo, ter sido surpreendido com o anúncio da diretora-geral da Saúde, e acrescenta que “caso a medida, inútil e extemporânea, fosse tomada, tornaria impossível o funcionamento de serviços básicos da cidade, como a limpeza urbana (cuja maior parte dos trabalhadores não reside na cidade), como a recolha de resíduos (cuja LIPOR fica fora da cidade), como o abastecimento e acessos a dois hospitais centrais (Santo António e São João) estariam postos em causa”.

A Câmara do Porto não pode, por isso, “concordar com uma medida dessa natureza, baseada em estatísticas sem consistência científica ou fiabilidade, emitidas diariamente pela DGS e cujas variações demonstram a sua falta de credibilidade. Muito menos faz sentido isolar uma cidade quando à sua volta a situação epidemiológica nos concelhos limítrofes é em tudo igual”.

“Assim sendo, a Câmara do Porto deixa de reconhecer autoridade à senhora Diretora Geral da Saúde, entendendo as suas declarações de hoje como um lapso seguramente provocado por cansaço”, declara o município em comunicado.

Portugal regista hoje 140 mortes, mais 21 do que na véspera (+17,6%), e 6.408 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 446 em relação a domingo (+7,5%).

Dos infetados, 571 estão internados, 164 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 2 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 2 de abril.

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