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Viana do Castelo

Um dos últimos moradores do prédio Coutinho sai para visitar a mulher no hospital mas pode voltar

Homem de 89 anos, que na última semana permaneceu no prédio na companhia de um dos filhos, que hoje também saiu para visitar a mãe

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um dos últimos nove moradores do prédio Coutinho, em Viana do Castelo, saiu hoje para ir ao hospital visitar a mulher, que está gravemente doente, mas pode regressar ao edifício “a qualquer momento”, se assim o entender.


Trata-se de um homem de 89 anos, que na última semana permaneceu no prédio na companhia de um dos filhos, que hoje também saiu para visitar a mãe.

“O nosso advogado falou com o presidente da Câmara e teve a garantia que podemos sair e depois voltaremos a entrar. Lamento que não tivesse oportunidade para me despedir da minha mãe e não sei se ainda vou conseguir a tempo de o fazer”, referiu o filho.

O prédio Coutinho é num edifício de 13 andares cuja demolição está prevista desde 2000, ao abrigo do programa Polis, por ser considerado um “aborto urbanístico”.

No entanto, a batalha judicial iniciada pelos moradores vem impedindo a concretização do projeto, iniciado quando José Sócrates era ministro do Ambiente.

Para o local onde está instalado o edifício, está prevista a construção do novo mercado municipal da cidade.

A ação de despejo dos nove últimos moradores no prédio esteve prevista para as 09:00 de segunda-feira, na sequência de uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, de abril, que declarou improcedente a providência cautelar movida em março de 2018.

No entanto, os moradores recusaram-se a sair e mantêm-se no prédio.

A VianaPolis já cortou a eletricidade, o gás e a água do prédio, estando também proibida a entrada de alimentos.

Quem sair do prédio, já não é autorizado a entrar, mas a VianaPolis abriu uma exceção para o caso de hoje, tendo em conta que em causa está um grave problema de saúde.

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Alto Minho

Hospital de Viana quer recuperar até final do ano mais de 2.000 cirurgias adiadas

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) prevê recuperar, até final do ano, as 2.051 cirurgias adiadas devido à pandemia de covid-19, sendo que desde junho já foram efetuadas 382 cirurgias e reagendadas 589, foi hoje divulgado.

Em comunicado hoje enviado às redações, a ULSAM realçou que durante a pandemia causada pelo novo coronavírus “foram realizadas todas as cirurgias urgentes e oncológicas, num total de 443”.

Segundo a ULSAM, a atividade cirúrgica foi retomada no dia 15 de junho, sendo que até final do mesmo mês “foram efetuadas 382 cirurgias e reagendadas 589”.

“A ULSAM está a realizar programas de recuperação cirúrgicos no sentido de efetuar as cirurgias não realizadas, e estamos a prever que até ao final do ano, caso a situação epidemiológica do país o permita, recuperar todas as cirurgias”, sustenta a nota.

Já as consultas externas, desde que foram retomadas, em 07 de maio, e até 30 de junho, foram realizadas 38.100.

“No período da pandemia foram desmarcadas 5.700 consultas, no entanto, já foram realizadas/marcadas 3.400 consultas”, especifica.

No documento, a ULSAM adianta estar “atualmente a reagendar a atividade assistencial programada pendente, de forma gradual e dinâmica, de modo a assegurar o cumprimento rigoroso das normas e orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS) em termos de segurança para utentes e profissionais de saúde, e sem descurar a salvaguarda da prontidão de resposta necessária a um eventual aumento da incidência da por força da pandemia de covid-19”.

Entre as medidas adotadas, a ULSAM destaca a “continuidade da atividade assistencial com recurso a meios não presenciais, utilizando teleconsulta, telemonitorização e teleconsultadoria, agendamentos de consulta/intervenções com hora marcada, garantindo que os utentes permanecem nos serviços de saúde apenas durante o período estritamente necessário e a realização de atividade de consulta hospitalar, de forma descentralizada, nos cuidados de saúde primários, nomeadamente através de teleconsultadoria”.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas, contando com 2.500 profissionais, entre os quais 501 médicos e 892 enfermeiros.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 531 mil mortos e infetou mais de 11,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.614 pessoas das 43.897 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Viana do Castelo

Seis feridos após colisão entre três viaturas em Viana do Castelo

Acidente

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Foto: Redes sociais

Um aparatoso acidente em Viana do Castelo provocou seis vítimas, ao início da manhã deste domingo, disse a O MINHO fonte do Comando Distrital de Operações e Socorro.

A colisão, a envolver três viaturas, ocorreu na freguesia de Santa Marta de Portuzelo, na Rua de Santa Martinha, com alerta a ser dado às 09:08 horas, disse fonte da Proteção Civil.

Uma das vítimas, que teve de ser desencarcerada, inspirava maiores cuidados.

Todos os feridos foram transportados para o Hospital de Viana do Castelo.

No local estiveram 25 elementos e dez viaturas, por entre as duas corporações de bombeiros de Viana do Castelo (Sapadores e Voluntários) com ambulâncias e viaturas de desencarceramento, a Ambulância de Emergência Médica do INEM e a VMER do Alto Minho.

A GNR registou a ocorrência.

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Viana do Castelo

Presidente da Câmara de Viana condecorado pelas Forças Armadas

José Maria Costa

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Foto: DR

José Maria Costa, presidente da Câmara de Viana do Castelo, foi condecorado pelas Forças Armadas com a Medalha da Cruz de São Jorge, pela política adotada em relação ao mar.

A condecoração foi efetuada pelo almirante António Silva Ribeiro, atual Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, sob a égide do desenvolvimento económico do concelho associado ao mar, assim como pelas atividades marítimas e pela política de preservação e divulgação da memória marítima.

Criada no ano de 2000, esta medalha pretende galardoar militares e civis, nacionais ou estrangeiros, que revelem “elevada competência, extraordinário desempenho e relevantes qualidades pessoais” para prestigiar o cumprimento da missão do Estado Maior General das Forças Armadas.

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