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Alto Minho

Turismo. Taxa de ocupação hoteleira sobe no Minho

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A Associação da Hotelaria de Portugal divulgou novos números sobre o turismo nas diferentes regiões do país. No Minho, a taxa de ocupação de quarto subiu face ao período homólogo de 2016.


Segundo avança o estudo, a taxa de ocupação de quarto no Minho foi de 78%, revelando uma subida de 6,4%. Os preços médios por quarto ocupado e disponível foram, neste mês, de 60 euros e 46 euros, respetivamente.

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Alto Minho

Co-piloto ferido no acidente do ‘Canadair’ em Lindoso está “estável e fora de perigo”

Acidente

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Foto: Dr

O co-piloto do avião ‘Canadair’ que caiu no sábado enquanto combatia o incêndio que lavra em Portugal e Espanha, na zona do Parque Nacional da Peneda-Gerês, está hoje “estável e fora de perigo”, revelou fonte do hospital de Braga.

O homem, de 39 anos e nacionalidade espanhola, sofreu ferimentos graves, está desde sábado internado no Hospital de Braga e encontra-se “estabilizado e fora de perigo”, indicou à agência Lusa fonte oficial daquela unidade de saúde.

O acidente com o avião que combatia um incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês, em Lindoso, concelho de Ponte da Barca, no distrito de Viana do Castelo, vitimou no sábado o piloto, de nacionalidade portuguesa e 65 anos.

Segundo o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), quando o primeiro helicóptero mobilizado para o socorro aos pilotos do ‘Canadair’ chegou ao local, cerca de uma hora depois do alerta, o piloto português estava “em paragem cardiorrespiratória”.

A equipa do INEM fez manobras de suporte básico de vida “sem conseguir reverter a paragem”.

De acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o avião despenhou-se num acidente junto à Barragem do Alto do Lindoso, na sequência de uma operação de ‘scooping’ (reabastecimento de depósito de água).

De acordo com a página da Internet da ANEPC, às 13:25, combatiam o incêndio 149 operacionais, apoiados por 44 meios terrestres.

Hoje de manhã, os meios aéreos não foram acionados para ajudar no combate devido à nebulosidade que atingia a zona.

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Alto Minho

Cinco semanas depois, covid regressa a Monção. Emigrante de férias está infetado

Pandemia

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Foto: DR

As autoridades de saúde voltaram a registar um caso positivo de covid-19 no concelho de Monção, depois de cinco semanas de ‘ficha limpa’, anunciou ontem o município.

O infetado é um emigrante que se encontra de férias no concelho e está a ser “devidamente acompanhado e monitorizado”, refere a autarquia numa nota publicada nas redes sociais.

O município deixa o apelo para que se evitem ao máximo concentrações de pessoas e que os cuidados sejam redobrados, numa altura em que o concelho “cresce em termos demográficos, potenciando a existência de encontros de amigos e reuniões familiares”.

“O percurso trilhado até agora exigiu de todos um esforço significativo. Não devemos deitar fora tanto trabalho e sacrifício. O civismo e a responsabilidade dos monçanenses, demonstrados desde o início da pandemia, devem continuar a manifestar-se. Não baixemos a guarda”, aponta a mesma nota.

De acordo com o último relatório epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde, o concelho de Monção regista 113 casos acumulados de pessoas infetadas com o vírus SARS CoV-2.

No entanto, segundo dados disponibilizados pela autarquia, o concelho regista 129 casos acumulados, um ativo, 117 recuperados e onze óbitos.

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Alto Minho

INEM assegura que levou uma hora a socorrer piloto após queda de avião em Lindoso

Óbito

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Foto: Redes Sociais

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) assegurou hoje que o primeiro helicóptero mobilizado para o socorro aos pilotos do ‘Canadair’ que caiu no sábado, quando combatia o fogo que lavra no Parque Nacional da Peneda-Gerês, chegou ao local cerca de uma hora depois do alerta.

“Recebemos às 11:25 o alerta para o acidente [da queda do ‘Canadair’]. Às 12:28, chegou ao local o primeiro helicóptero do INEM mobilizado para o acidente. Aterrou a 300 metros do acidente porque não foi possível aterrar mais perto. Às 12:43, a equipa do INEM, que fez o resto do percurso a pé, estava junto da vítima a prestar-lhe socorro”, disse à agência Lusa fonte oficial do INEM.

O Instituto rejeitou assim que tenha havido atrasos no socorro às duas vítimas do acidente e a fonte contactada pela Lusa acrescentou que o piloto português, de 65 anos, estava “em paragem cardiorrespiratória” quando chegou ao local a equipa do INEM, que fez manobras de suporte básico de vida “sem conseguir reverter a paragem”.

Na sua edição de hoje, o JN noticia que, “à falta de uma aeronave adaptada ao socorro aéreo em zonas montanhosas, falha apontada à Proteção Civil há vários anos, o héli do INEM só chegou ao local às 14.28 horas, quando a queda do avião se deu às 11.19 horas, e ainda teve de pousar a 300 metros dos operacionais que estavam num terreno que já fica do lado espanhol do Gerês”.

O INEM esclareceu que, depois das 11:25, hora a que receberam o alerta para o acidente, acionaram uma ambulância e, pelas 11:27, uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER).

Pelas 11:30, foi acionado o helicóptero do INEM de Macedo de Cavaleiros que acabaria por ser o primeiro dos meios do INEM a chegar ao local, às 12:28.

Foi ainda acionado outro helicóptero do INEM, de Viseu.

A fonte do INEM ouvida pela Lusa explicou ainda que, “como o acidente aconteceu do lado espanhol, foi um helicóptero espanhol de resgate que levou a vítima para junto desse helicóptero de Viseu, que entretanto chegou”.

O primeiro Comandante Operacional Distrital de Viana do Castelo disse no sábado, em declarações aos jornalistas no posto de comando instalado na freguesia de Lindoso, concelho de Ponte da Barca, que o acidente do ‘Canadair’ foi detetado “quase simultaneamente” à descolagem do helicóptero de reconhecimento”.

“Foi detetado de imediato”, informou Marco Domingues, adiantando que o co-piloto, de nacionalidade espanhola, que sofreu ferimentos graves, foi transportado por via aérea para o hospital de Braga.

O CODIS acrescentou que o acidente vai ser investigado pelas autoridades espanholas, por ter ocorrido em território espanhol.

Cento e cinquenta operacionais combatiam às 12:15 o incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês, em Lindoso, Ponte da Barca, que não contou hoje de manhã com a ajuda dos meios aéreos por causa da nebulosidade, segundo fonte da Proteção Civil.

Entretanto, ainda no sábado, o Ministério da Administração Interna determinou à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) a abertura de um inquérito ao incêndio, no âmbito do qual ocorreu o acidente com a aeronave portuguesa que estava a combater as chamas e que causou a morte do piloto.

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