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Braga

TUB vão gerir estacionamento pago à superfície em Braga

Substituindo a Polícia Municipal na fiscalização dos parquímetros

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Foto: DR/Arquivo

Os Transportes Urbanos de Braga (TUB) vão assumir a gestão do estacionamento pago à superfície na cidade, substituindo a Polícia Municipal na fiscalização dos parquímetros, anunciou hoje o presidente da câmara.

Em conferência de imprensa, no final da reunião do executivo, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, explicou que os estatutos daquela empresa municipal vão ser alterados para englobarem a nova função que “pode ser boa fonte” de receita para os TUB.

“Decidimos delegar a gestão do estacionamento pago à superfície nos TUB, que têm tido uma gestão exemplar e sem financiamento do estado central. Esta pode também ser boa fonte de receita para a empresa municipal”, disse o autarca.

Desta forma, explicou, “os TUB vão substituir a Polícia Municipal na fiscalização do pagamento do estacionamento”.

O estacionamento à superfície tem sido alvo de uma disputa entre a autarquia e a agora ex-concessionária, a ESSE S.A, depois do executivo ter aprovado, em 2013, resgatar a concessão em 2018, quando o contrato fazia cinco anos, sendo que o prazo inicial do acordo, assinado em 2011, previa a exploração dos parquímetros por aquela empresa até 2028.

O contrato assinado pela ESSE S.A e a autarquia em 2011 previa o adiantamento à CMB de 4,1 milhões de euros por conta do que a empresa iria arrecadar com os parquímetros.

“O anterior executivo decidiu abdicar de um instrumento fundamental na gestão da política de mobilidade do concelho”, começou por referir o autarca, que lembrou que a decisão do resgate do estacionamento, assim como a alteração ao número de ruas com parquímetros, foi das primeiras decisões do executivo eleito em 2013 (e reeleito em 2017).

“De 2013 até 2018 a Câmara Municipal de Braga não recebeu um euro adicional da gestão do estacionamento, porque as cobranças serviram para amortizar o adiantamento dado à autarquia no início do contrato”, explicou o autarca.

A autarquia assumiu, assim, a gestão do estacionamento pago à superfície em janeiro de 2019, apesar de correr no Tribunal Administrativo de Braga uma ação contra aquele resgate interposta pela ESSE, na qual a empresa pede uma indemnização que pode ir até aos 71,9 milhões de euros.

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Braga

Joaquim Barreto e Ricardo Costa na corrida à Federação de Braga do PS

Política

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Foto: DR/Arquivo

O deputado Joaquim Barreto e o vereador na Câmara de Guimarães Ricardo Costa já anunciaram a sua candidatura à liderança da Federação Distrital de Braga do PS, nas eleições marcadas para 14 de março.

Joaquim Barreto preside à Federação do PS desde 2014 e candidata-se a um novo mandato, com o slogan “Primeiro o distrito. Primeiro o partido”.

Já Ricardo Costa, na primeira vez que concorre à Federação, escolheu o slogan “Todos como um. Todos um”.

Em relação ao mandato que agora está a terminar, Barreto destaca a vitória do PS em Braga nas eleições Europeias e nas Legislativas.

Neste último caso, refere que, a seguir ao Porto, Braga foi o distrito em que o PS mais cresceu em número de votos, elegeu mais um deputado do que em 2015.

Já Ricardo Costa coloca o foco nas autarquias, sublinhando que o PS “apenas” governa 4 dos 14 concelhos do distrito de Braga.

Diz ainda que, nas Autárquicas de 2017, em seis concelhos do distrito houve listas independentes protagonizadas por dissidentes do Partido Socialista, designadamente em Barcelos, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vizela e Fafe.

Ricardo Costa lembra ainda que, dos 4 atuais presidentes de Câmara do PS, dois foram escolha da Direção Nacional do partido, “contra a vontade da Federação”.

A esta leitura, Joaquim Barreto responde com a mensagem de apoio de Ricardo Costa quando, em 2018, se candidatou a um novo mandato à frente da Federação.

“Se as Autárquicas foram em 2017 e se o cenário foi assim tão negro, como se compreende o testemunho de apoio que [Ricardo Costa] publicou em 2018?”, refere Barreto.

Ricardo Costa alude ainda à avocação, pela Direção Nacional do PS, da lista de deputados pelo círculo de Braga, considerando que é reveladora dos “erros e da falha da estratégia” da Federação na coordenação do processo.

Para as eleições de 14 de março, Barreto diz que conta com o apoio dos presidentes de 11 das 14 concelhias, sendo as exceções Barcelos, Vila Verde e Famalicão.

Ricardo contrapõe que a sua candidatura é “das bases”, de cada militante do PS, e lembra que “o voto do militante mais prestigiado vale tanto como o voto do militante mais anónimo e desconhecido”.

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Braga

Trabalhadores do Hospital de Braga marcam greve para 10 e 12 de março

Contra a “discriminação inaceitável”

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Foto: Arquivo

Os trabalhadores do Hospital de Braga vão fazer greve em 10 e 12 de março, em protesto contra a “discriminação inaceitável” de que consideram estar a ser vítimas em termos laborais, salariais e de carreira, anunciou hoje fonte sindical.

Segundo Orlando Gonçalves, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN), as greves serão acompanhadas de manifestações frente ao Hospital de Braga, no primeiro dia, e junto ao Ministério da Saúde, em Lisboa, no segundo.

Os protestos foram hoje decididos após um plenário que teve lugar no Hospital de Braga.

“O Hospital de Braga já é EPE [entidade pública empresarial] desde 01 de setembro mas o que é certo é que para os trabalhadores nada mudou. Não há ACT [acordos coletivos de trabalho] e, sem eles, não há igualdade salarial, não há as 35 horas, não há avaliação de desempenho que permita a progressão na carreira”, criticou Orlando Gonçalves.

O sindicalista apontou que os assistentes técnicos estão a ganhar 635 euros, o mesmo que os assistentes operacionais, quando nos restantes hospitais EPE o salário é de 683 euros.

Disse ainda que há casos de trabalhadores acabados de contratar que ganham mais do que os que lá estão há uma década.

“Estamos a estudar esta situação do ponto de vista jurídico, porque nos parece inconstitucional e ilegal”, disse ainda Orlando Gonçalves, admitindo que pode haver matéria para uma ação em tribunal.

O líder sindical considera que não há “razão nenhuma” para, passados seis meses, os trabalhadores do Hospital de Braga estarem a ser “discriminados” e não aceita a “explicação” dada pelo Ministério da Saúde para a demora na aplicação dos ACT.

“Dizem-nos que é preciso aguardar pela autorização do Ministério das Finanças, mas nós não queremos saber se a culpa é de A, B ou C. O que queremos é que o Governo resolva a situação já”, sublinhou.

Contactado pela Lusa, o Hospital de Braga remeteu para um comunicado emitido em 10 de fevereiro, em que refere que está a “ultimar” o procedimento de adesão aos acordos coletivos de trabalho, para universalizar o horário de 35 horas semanais e garantir as atualizações salariais.

O hospital sublinha que o objetivo último é “garantir a igualdade” entre os profissionais, valorizando e motivando os profissionais.

“Neste momento, está a ser ultimado o procedimento de adesão a estes acordos [coletivos de trabalho], tendo sido previsto no orçamento de 2020 os respetivos impactos financeiros, quer das atualizações salariais, quer da necessidade de recursos necessários com a passagem do horário normal de trabalho para as 35 horas semanais”, lê-se no comunicado.

O Hospital de Braga foi gerido pelo Grupo Mello Saúde até 31 de agosto de 2019, data a partir da qual a gestão passou para a esfera pública.

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Braga

Ourives atacado por gangue na Póvoa de Lanhoso. Regressava de feira em Guimarães

Regressava de uma feira em Guimarães

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Foto: Ilustrativa

Um vendedor de ouro foi assaltado por quatro homens armados e encapuzados, na segunda-feira, após ter sido emboscado na freguesia de Vilela, em Póvoa de Lanhoso, quando regressava de uma feira, em Guimarães.

Segundo relatos de testemunhas à TVI, que avança a notícia, a vítima foi atacada pelos assaltantes, que, após terem atravessado o carro na estrada, provocando um acidente, tiraram o homem da viatura em que seguia, com violência. Eram cerca de 16:00 horas.

De acordo com a mesma fonte, o gangue ainda disparou “vários tiros” contra um grupo de trabalhadores da construção civil, que tentou interceder em auxílio do comerciante, um homem com idade a rondar os 30 anos.

Os dois automóveis foram levados pelos assaltantes e abandonados em Guimarães, onde foram encontrados esta terça-feira.

A Polícia Judiciária de Braga está a investigar o caso.

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