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Trovoadas e granizo provocam “danos avultados” em Trás-os-Montes

No concelho de Mogadouro, distrito de Bragança

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Uma forte trovoada acompanhada de chuva e granizo provocou, este sábado, danos avultados, principalmente na agricultura ao nível das vinhas, olivais e soutos em vários pontos do concelho de Mogadouro, no distrito de Bragança, disse à Lusa fonte dos bombeiros de Mogadouro.

Segundo José Carrasco, comandante dos bombeiros de Mogadouro, os operacionais foram “solicitados para várias ocorrências em vários pontos do concelho”, acrescentando que os maiores prejuízos relatados foram ao nível das culturas agrícolas.

Já o presidente da junta de freguesia de Tó, no norte do concelho de Mogadouro, António Marcos, disse que o granizo que caiu na sua aldeia durante cerca de uma hora provocou danos avultados na agriculta, descrevendo as pedras de granizo como semelhantes a bolas de pingue pongue.

As bolas de granizo ainda são visíveis em vários pontos da vila, onde decorre o festival Terra Transmontana.

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Idosa em estado grave após cair à lareira em Mirandela

Aqui perto.

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Foto: INEM (Arquivo)

Uma mulher de 85 anos sofreu queimaduras graves de 1.º e 2.º grau, na face e nos membros, depois de, ao que tudo indica, ter caído na lareira da sua habitação, situada na freguesia de Cedães, em Mirandela, distrito de Vila Real.

A vítima teve de ser transportada para o Hospital de São João, no Porto, dada a gravidade das queimaduras. Ao local acorreram os Bombeiros de Mirandela e a VMER de Vila Real.

O alerta foi dado cerca das 19:00 de terça-feira.

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Guarda da GNR de Mondim de Basto condenada por ameaçar superior com pistola

Pena suspensa

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal de S. João Novo, do Porto, condenou hoje a dois anos de prisão, suspensos por igual período, uma militar da GNR de Mondim de Basto que respondeu pelo crime de insubordinação por ameaças ou outras ofensas, por ter apontado uma pistola, carregada e municiada, a um superior hierárquico.

A guarda fica, ainda, obrigada a pagar-lhe mil euros de indemnização, bem como 30 euros, a despesa de uma consulta de psicologia que teve de fazer, após o ato.

A acusação, dada como provada, refere que Carla Fernandes apontou a pistola ao guarda principal Luís Borges, seu chefe de patrulha, em pleno posto da GNR em Mondim de Basto. Tê-lo-á feito, em maio de 2018, após uma discussão em que caiu ao chão.

Empurrão

A arguida diz que levou um encontrão no ombro que a fez tombar, mas a versão do colega é a contrária, a de que foi ela que caiu após lhe ter dado um empurrão.

Outros dois militares do posto corroboram a versão do guarda principal. Na primeira audiência, a militar disse que o guarda Borges a importunava, com atitudes de cariz sexual, como a de a “tentar beijar” ou de “tentar meter-lhe a mão entre as pernas quando iam numa viatura da Guarda. O que este nega, dizendo que ela, exaltada, o insultou, chamando-lhe “burro”, e o ameaçou, sem razão aparente.

Os factos ocorreram na noite de 19 para 20 de maio de 2018, no posto, quando ambos iam para uma patrulha, depois de terem estado 15 horas em serviço, pago, no rali de Portugal. Patrulha que ficou sem efeito.

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Detido suspeito de ameaça com faca e fogo posto para cobrar dívida em Felgueiras

PJ de Braga

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Foto: Arquivo

A Polícia Judiciária deteve em Felgueiras, no distrito do Porto, o suspeito de ameaçar com faca uma pessoa que lhe devia dinheiro e de atear fogo em materiais no interior da habitação da vítima, indicou hoje fonte policial.

Em comunicado, a Polícia Judiciária de Braga, que fez a detenção na madrugada de sábado, horas depois dos crimes, refere que o suspeito “irrompeu pelo interior da residência da vítima, ameaçando-a com uma faca de cozinha caso não procedesse de imediato à liquidação da dívida”.

Em causa estava um “valor diminuto”, segundo a polícia, sem detalhar o montante exato.

Face à ameaça, “o ofendido fugiu do local e o arguido terá colocado fogo, através de chama direta, a vários materiais ali existentes que resultou em avultados danos na habitação, não tendo atingido outras proporções devido à pronta intervenção da GNR e dos Bombeiros”, refere o comunicado.

O detido é um homem de 32 anos que vai aguardar o desenvolvimento do processo sujeito a permanência obrigatória na sua habitação, determinou um juiz de instrução criminal.

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