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Braga

Tribunal pede peritagem sobre causas da queda do muro que matou três alunos da UMinho

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Foto: DR/Arquivo

O Tribunal de Braga ordenou a realização de uma peritagem à estrutura que ruiu, em 2014, em Gualtar, em cima de três estudantes da Universidade do Minho, matando-os por esmagamento.


A peritagem deve ser feita pelo LNEC- Laboratório Nacional de Engenharia Civil, o mais credenciado para a fazer dentre os que existem em Portugal.

O pedido do Tribunal Criminal prende-se com o facto de a Relação de Guimarães ter mandado, em março, que seja repetido o julgamento de quatro alunos da Universidade do Minho que foram absolvidos, em 2017, pelo mesmo Tribunal, do crime de homicídio negligente.

Os estudantes estavam acusados de terem causado a morte aos três colegas, com a queda da estrutura, que correspondia às antigas caixas de correio de um prédio.

A Relação aceitou um recurso dos advogados das vítimas, que argumentavam que não se investigaram as causas da queda.

Em 23 de abril de 2014, em Gualtar, Braga, numa urbanização próxima do campus da UMinho, e numa ação de praxe, – envolvendo os cursos de Medicina e Engenharia – quatro alunos subiram para a estrutura, sita na via pública. Os colegas falecidos estavam em baixo a participar nos festejos quando a estrutura caiu, esmagando-os.

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Braga

Agente da PSP de Braga investigado por violência sobre mulher e filho em Barcelos

Violencia doméstica

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Foto: DR

Um agente da PSP de Braga, de 45 anos, está a ser investigado por violência doméstica sobre a ex-mulher e o filho mais velho, agora com 12 anos, avança o Correio da Manhã (CM). As agressões terão acontecido maioritariamente na casa do casal, em Barcelos.

Segundo o CM, a primeira queixa foi feita já no final de 2019, após alegadamente o agente da PSP ter espancado a mulher à frente dos dois filhos. Na mesma altura, o filho mais velho, então com 11 anos, terá sido agredido com um cinto de couro por ter tentado impedir a agressão à mãe. A filha mais nova do casal, de 7 anos, assistiu a tudo.

O casal divorciou-se este ano, mas a violência não terá parado. O polícia terá chegado a atrair a mulher para um local ermo, para conversarem, e acabou por agredi-la. Segundo a denúncia, noutra ocasião, quando já decorria o processo de divórcio, o PSP, que estava impedido de visitar os filhos sem vigilância, surgiu na casa da família vestido com roupas de caça. Exigia ver as crianças, que ficaram em pânico.

Foram formalizadas pelo menos três queixas, que estão a ser investigadas pelo Ministério Público de Barcelos.

Ainda de acordo com o CM, o menino foi ouvido para memória futura e relatou à magistrada titular do processo os vários episódios de violência que presenciou.

Apesar de estar a decorrer um processo disciplinar, aberto pela Inspeção-Geral da Administração Interna, o agente da PSP de Braga continua ao serviço, prestando apenas serviço administrativo.

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Barcelos tem um inquérito a decorrer no âmbito do mesmo processo. Os menores foram ouvidos e confirmaram a violência.

O homem, caçador, no âmbito do processo, entregou todas as armas de caça registadas.

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Braga

Cão salva mulher de incêndio em Braga mas acaba por morrer

Cabreiros

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Uma mulher de 57 anos foi alertada esta noite, pelo cão, de um incêndio que deflagrou na cozinha da habitação, em Cabreiros, concelho de Braga, enquanto esta dormia na divisão ao lado.

A vítima, que vivia sozinha, conseguiu sair de interior da casa, mas o cão acabou por morrer por inalação de fumo, tendo ficado à espera que a dona acordasse e saísse da habitação. O incêndio ficou confinado à cozinha, com teto de madeira.

Os Bombeiros Sapadores de Braga acorreram imediatamente ao local após o alerta, dado às 23:10, verificando que a mulher estava aflita também pela inalação de fumos, uma vez que sofria de asma.

No local esteve ainda a equipa médica da VMER de Braga, que prestou primeira assistência à vítima, que acabou transportada para o hospital local.

A GNR registou a ocorrência.

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Braga

Vila Verde acolhe doze crianças de campo de refugiados na Grécia

Em Prado

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Foto: DR

A Casa Paroquial de Prado, no concelho de Vila Verde, vai acolher doze jovens refugiados, com idades entre os 12 e os 18 anos, provenientes de um campo de refugiados na Grécia. O anúncio foi feito por Armando Osório, presidente da Cruz Vermelha de Braga, à Rádio Universitária do Minho.

Estes jovens vão ter apoio da Cruz Vermelha e integram o grupo de 500 crianças e jovens que Portugal irá receber, nos próximos tempos, provenientes de campos de refugiados.

“O Governo fez um protocolo com a Cruz Vermelha Portuguesa e Braga vai acolher doze jovens, na Casa Paroquial de Prado, cedida pelo pároco”, disse Osório, acrescentando que “primeiro é preciso elevar-lhes a auto-estima, depois ensinar-lhes português e, finalmente, fazer-lhes uma análise para ver o destino que vão ter”.

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